ìndice

domingo, 8 de julho de 2012

HORTA EM TODOS OS LUGARES

Cidade aproveita igreja, delegacia e até cemitério para cultivar hortas

Uma cidade no interior da Inglaterra oferece à população alimentos de graça. O projeto transforma qualquer pedacinho de terra numa horta. Até os lugares mais inesperados.

rhubarb planting 

Uma cidade no interior da Inglaterra oferece à população alimentos de graça. O projeto transforma qualquer pedacinho de terra numa horta. Até os lugares mais inesperados.
Tudo o que se planta cresce em Todmorden - cidade de 11 mil habitantes no norte da Inglaterra. E tudo o que cresce aqui é de todos. No pátio da delegacia de polícia, por exemplo, tem milho, cebola, couve, temperos. Os policiais é que plantaram, mas se algum morador aparece - mesmo sem avisar - pra colher e levar pra casa, não é crime.
“O objetivo é esse mesmo: repartir e incentivar a comunidade a plantar”, diz o delegado.
Parques, ruas, terrenos que eram baldios. Tudo agora é horta. Iniciativa de duas donas de casa que resolveram plantar vegetais no pátio da igreja. Seis anos depois, toda a comunidade está envolvida. E a prefeitura cede os espaços públicos.
O projeto em Todmorden é conhecido como incredible edible - incrivelmente comestível. A ideia é transformar a cidade numa grande feira gratuita. E como todo pedacinho de terra pode virar uma horta, nem o velho cemitério ficou de fora. No meio de túmulos, nascem hortaliças. Tem morango, feijão, salsa, alho e batata.
“É uma delícia poder contar com produtos livres de agrotóxicos. Tem dias que eu planto e tem dias que eu colho”, diz um senhor.
Os resultados aparecem na natureza. A vegetação protege o solo de onde novamente brotam fontes de água e as abelhas, que há quase meio século haviam desaparecido, estão de volta, polinizando as plantas e naturalmente colaborando com o projeto.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/07/cidade-aproveita-igreja-delegacia-e-ate-cemiterio-para-cultivar-hortas.html
http://www.incredible-edible-todmorden.co.uk/apothecary/

 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

TOC - TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO

Terapias

Modelo Comportamental – Com base nas formas de aprendizagem (condicionamento clássico, condicionamento operante, aprendizagem social ou por observação e habituação), o modelo comportamental explicaria o surgimento e a manutenção dos sintomas do TOC.
A ansiedade seria uma resposta que, em determinado momento, ficou condicionada (associada) a certos estímulos (objetos, lugares, pensamentos, pessoas) e que, posteriormente, se generalizou para outros estímulos afins.

Modelo Cognitivo – Com base na teoria de que nossos pensamentos influenciam nossas emoções e nosso comportamento. Se tivermos uma forma de pensamento distorcida para representar, avaliar e interpretar a realidade, obrigatoriamente nosso comportamento e nossas emoções (afeto) corresponderão a tal interpretação.
Terapia Cognitiva – A Terapia Cognitiva é uma abordagem ativa, diretiva e estruturada.  Fundamenta-se numa base lógica teórica subjacente, segundo a qual o afeto e o comportamento de um indivíduo são largamente determinados pelo modo como ele estrutura o mundo. (as pessoas desenvolvem determinadas crenças sobre si mesmas, sobre outras pessoas e o mundo).
Suas cognições baseiam-se em atitudes ou suposições (crenças) desenvolvidas a partir de experiências prévias, em geral na infância na medida em que a criança interage com outras pessoas significativas. 
Durante grande parte da vida, a maioria das pessoas pode manter as crenças centrais relativamente positivas. (exemplo: - Eu posso fazer a maioria das coisas de forma competente, eu sou um ser humano funcional).  As crenças centrais negativas podem vir à tona apenas durante momentos de aflição psicológica (exemplo: - O mundo é um lugar corrompido, as pessoas são más, as pessoas vão magoar-me).
As técnicas específicas empregadas são usadas dentro do quadro do modelo cognitivista da psicopatologia. Essas técnicas destinam-se a identificar, testar no real e corrigir conceituações distorcidas e as crenças disfuncionais subjacentes a essas cognições.  O paciente aprende a dominar problemas e situações anteriormente consideradas insuperáveis, através da reavaliação e correção de seu pensamento. O terapeuta cognitivista ajuda o paciente a pensar e agir mais realística e adaptativamente com respeito a seus problemas psicológicos, dessa forma reduzindo os sintomas.
 Esta abordagem consiste em experiências de aprendizagem específicas, destinadas a ensinar ao paciente as seguintes operações:
  1. Observar e controlar seus pensamentos negativos automáticos (cognições);
  2.  Reconhecer os vínculos entre a cognição, o afeto e o comportamento;
  3.  Examinar as evidências a favor e contra seus pensamentos automáticos distorcidos;
  4. Substituir as cognições tendenciosas por interpretações mais orientadas para o real;
  5. Aprender a identificar e alterar as crenças disfuncionais que predispõem a distorcer suas experiências.
Técnicas Cognitivas para o TOC – Várias técnicas desenvolvidas dentro do modelo cognitivo são úteis no tratamento do TOC e, entre elas, existem aquelas mais adequadas para cada manifestação sintomática do TOC. Entretanto, aquilo que conhecemos como Questionamento Socrático constitui a ferramenta principal e mais concreta para corrigir pensamentos disfuncionais (crenças distorcidas), buscando uma “maneira” mais adaptada, racional e realista de interpretar os estímulos e a realidade da pessoa.
Mediante o treinamento desses exercícios o paciente acabará por usá-los de forma automática no seu dia-a-dia, sempre que sua mente for invadida por obsessões ou sentir-se compelido a executar algum ritual ou alguma evitação, enfim, alguma compulsão.
 Técnica Comportamental – A Terapia de Exposição e Prevenção de Rituais tem-se mostrado muito eficaz na eliminação dos sintomas do TOC. Ela está fundamentada exatamente nas modalidades de aprendizagem do indivíduo, especialmente através da habituação. Utilizando-se a habituação pode-se levar o paciente de TOC a abster-se de evitar ou de executar os rituais neutralizadores dos pensamentos obsessivos (compulsões).
A Família e o portador de TOC - As atitudes familiares interferem, sobremaneira, no tratamento do paciente com TOC. A família tanto pode colaborar positivamente, como podem tornar o tratamento mais difícil, já que o paciente necessita praticar exercícios em casa e, muitas vezes, deve contar com a participação dos familiares . Por isso, as atitudes familiares devem ser coerentes com as orientações do terapeuta.


 Andrade MA

terça-feira, 5 de junho de 2012

EQUILÍBRIO E A SÍNDROME DO PÂNICO


A Síndrome do Pânico é uma doença que vai paralisando a vida do paciente gradualmente. Em seus pensamentos recorrem apenas lembranças ruins e ela só consegue estabelecer vínculos com outras pessoas por meio do que há de mais negativo nelas.

Assim, é importante iniciar um processo de percepção dessas emoções. Os sintomas do pânico são intoleráveis enquanto não compreendidos. A conscientização de como são as suas reações, do funcionamento das crises e de como se dá a entrada dos pensamentos catastróficos na mente permitem a criação de uma atitude construtiva e de superação do medo.

O primeiro passo é entender como a própria pessoa pode influenciar seus estados internos. O exercício pode ser feito por meio de um diálogo interior em vários momentos do dia e seu objetivo é analisar os pensamentos mais recorrentes em sua cabeça e quantas vezes ele reaparece. O diálogo entre razão e emoção nos mostra quais mentalizações se encaixam no conceito de "corretas" e, desta forma, é possível neutralizar as mentalizações "incorretas". Isso se chama inteligência emocional.
O funcionamento químico do cérebro é totalmente influenciado pelo que pensamos e sentimos.
O segundo passo é começar a validar ou invalidar esses pensamentos, estabelecendo limites da mesma maneira que fazemos com pessoas e situações. Num terceiro momento já é possível observar se as reações da pessoa são proporcionais ao fato ocorrido ou se ela está exagerando e criando verdadeiros dramalhões mexicanos.

É fundamental integrar o corpo com as sensações e sentimentos para poder identificar quais são os gatilhos que desencadeiam as crises e, assim, o portador poderá superar estados internos de desamparo e medo.

Também é importante investigar o histórico desse indivíduo, que pode ter assimilado um medo muito forte na infância ou convivido com pessoas medrosas. Tais características são capazes de permanecer em seu subconsciente por períodos indeterminados. Além disso, é comum pessoas com pânico terem tido influência de alguém na infância que, ao invés de acalmarem e acolherem, deixaram-nas mais assustada a cada pequeno incidente, como uma doença, um machucado ou uma dificuldade.
Todos os que estão passando por distúrbios de comportamento devem experimentar uma forma mais natural e eficiente de recuperar a saúde mental.
Esses medos inconscientes estão ligados ao sistema nervoso autônomo, ou seja, às reações que não controlamos e, com isso, sobrecarregamos nossas defesas. O funcionamento químico do cérebro é totalmente influenciado pelo que pensamos e sentimos.

Uma noite mal dormida, excesso de bebida, fumo e alimentação inadequada são apenas alguns problemas que podem impedir a fabricação de  serotonina , neurotransmissor responsável pela sensação de bem estar e saciedade, desencadeando o pânico. Tal oscilação pode alterar até mesmo o funcionamento do coração, e, por isso, é comum a sensação de que a morte está muito próxima, de falta de ar e de confusão de pensamentos. Isso prova que, na verdade, a questão é muito mais abrangente, uma vez que o comportamento pode ocasionar indiretamente a falta oxigênio, a redução dos níveis de glicose e, assim, os neurônios não são suficientemente reabastecidos naquela região dos circuitos neurais.

É comum pessoas com depressão terem baixa circulação de serotonina, justamente a substância que combate o estresse e sua carência pode gerar as compulsões. O depressivo sempre exagera.

Medo
Outro ponto importante se dá em relação à carência de vitaminas e minerais do indivíduo. A  vitamina C, por exemplo, é importantíssima para o cérebro, pois faz parte da formação dos neurotrasmissores. Por isso, a ausência dessa vitamina pode provocar ansiedade e depressão. O mineral cromo, por sua vez, é extremamente importante no processo de metabolismo da glicose.

Além disso, quando as células nervosas do cérebro passam a trabalhar demais em função do medo, as mitocôndrias acompanham o ritmo e começam a consumir mais cálcio, potássio e magnésio, que são minerais fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Antigamente, quando se falava em glicose só lembrávamos do portador do diabetes, mas hoje sabemos que a glicose é o principal alimento do cérebro. Portanto, se o metabolismo da glicose não for bem feito, poderemos observar problemas de ansiedade, depressão e outros distúrbios.

Temos também o mineral lítio, que é um regularizador do humor, bastante utilizado no tratamento da depressão e dos pensamentos obsessivos.
Estamos em equilíbrio quando sabemos que as adversidades fazem parte da vida e, cientes disso, não nos iludimos tanto.
Todos os que estão passando por distúrbios de comportamento devem experimentar uma forma mais natural e eficiente de recuperar a saúde mental. O tratamento deve promover a integração entre corpo, mente e bioenergia, levando a um autoconhecimento que permitirá decodificar o inconsciente e buscar soluções para superação do medo.

A mente pode ser programada, pois a inteligência é um processo a ser desenvolvido. Assim, fazer uma visualização negativa vai atuar na estrutura psíquica do cérebro.

Trabalhar com imagens negativas é uma forma de magia mental negativa e a pessoa que mentaliza sempre será a mais afetada. Podemos fazer uma mudança do estado interior e transformar uma agitação mental num estado de calma.

Normalmente, as pessoas que sofrem com a síndrome do pânico são pessoas extremamente sensíveis e que precisam desenvolver essa sensibilidade. Isso pode ser feito por meio de visualizações e meditações, mas também pelo uso da intuição no dia a dia - não apenas a mística, mas também a de captação da realidade, que faz com que percebamos quando estamos com baixa de energia ou, ao contrário, quando estamos com nossa vitalidade no máximo. É preciso restabelecer o equilíbrio energético de todo o organismo.


O bem estar está também nas idéias e ações e não só no corpo. É preciso estar com a mente aberta, viver a vida no presente com plena confiança sem nunca duvidar de que o melhor pode acontecer conosco e com aqueles que amamos.

Sinta a vida, respire, relaxe, tenha prazer com aquilo que faz e procure cultivar bons hábitos.

Estamos em equilíbrio quando sabemos que as adversidades fazem parte da vida e, cientes disso, não nos iludimos tanto. Sabemos que as coisas boas e más fazem parte da vida, então, vamos buscar significados em tudo e buscar uma maneira sábia de fazer uma transformação interna.
Splendore,  A.

GRUPO TERAPEUTICO - SINDROME DO PÂNICO


Objetivo do grupo:

Proporcionar um espaço de troca de experiências e aprendizado de novas percepções dos sintomas através de técnicas Comportamentais cognitivas, instrumentalizar o participante para mudanças de seus comportamentos e crenças disfuncionais.

Público-alvo:

Portadoras de síndrome do pânico já diagnosticadas ou não, e que estejam motivadas a melhorar a qualidade de vida.
Poderão participar  pessoas que já estão fazendo acompanhamento psicoterápico individual e/ou psiquiátrico.


Duração e estrutura:

Encontros semanais com duração de 1 hora e meia cada. Serão formados grupos de no máximo 05 (oito) participantes por ordem de inscrição.

Investimento, Início e horário:

Entre em contato para informações: 996300954 (VIVO)
Clínica: Rua Jarinu 484, Tatuapé, São Paulo

domingo, 20 de maio de 2012

O TRASTORNO DE PÂNICO



Sob o aspecto histórico o nome Pânico tem origem no nome do Deus grego Pan, um ser transgênico , a mistura entre um ser humano e a cabra. Este deus era muito feio e teria assustado a própria mãe a ponto de fazê a correr após seu parto. Este deus vivia nas montanhas da Arcádia e seu comportamento mais comum era surgir, sem avisos, na presença das pessoas que, apresentavam em consequência, extrema reação de medo e intensos sinais de ansiedade, surgindo daí o termo pânico. Há referências de que os gregos erigiram um templo ao deus Pan na Acrópole, nas imediações do mercado principal de Atenas denominado Ágora: local ou praça pública. Assim foram observadas pessoas (pela civilização grega) que apresentavam medo de ir a este local, onde o termo Agorafobia começou a caracterizar o medo de frequentar tal mercado, ou melhor, os locais públicos. Provavelmente desde tal período a associação se mostrou profícua entre o Transtorno do Pânico a Agorafobia. (Caetano, 1990)

Ainda se convive com a ideia de que o portador da Síndrome do Pânico é alguém medroso, fraco de caráter, sem força de vontade, etc.. O que precisa ficar claro é que esse tipo de rotulação  é fruto de mera desinformação que gera o  preconceito. Na verdade, o perfil profissional que é mais frequentemente acometido pelo transtorno é o de pessoas inteligentes, sensíveis, criativas, perfeccionistas, dinâmicas, extremamente responsáveis, versáteis e muito comprometidas com o trabalho.

Bernard Rangé, ressalta, que algumas causas físicas, aliadas a situações e experiências emocionais e psicossociais do indivíduo, podem propiciar ao surgimento do transtorno do pânico. É o caso da baixa produção de serotonina (neurotransmissor produzido pelo cérebro, fundamental para a percepção e avaliação do meio que rodeia o ser humano, e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais), além de problemas no funcionamento da válvula mitral, entre outros. Ele considera prematuro concluir que há uma predisposição genética para o transtorno, embora reconheça que, na prática, as ocorrências em membros de uma mesma família são observadas com frequência significativa. “Não posso afirmar que a genética seja determinante. Há estudos neste sentido, mas creio que é cedo para conclusões”.

Aproximadamente de 10-12% da população geral já sofreu um Ataque de Pânico nos últimos 12 meses e entre 2-6% da população preenchem critérios para Transtorno do Pânico, com ou sem Agorafobia. Barlow (1999) definiu como Transtorno do Pânico com Agorafobia, a ansiedade sobre a recorrência do Pânico e, Transtorno do Pânico sem Agorafobia, o Pânico por si próprio. 

Os quadros de ansiedade estão de maneira geral divididos grosseiramente em dois grupos:

1. Com comportamentos de apreensão, ideações de fim eminente, com início repentino associado a variações físicas perturbadoras.(Transtorno do Pânico);

2. Preocupação imaginária ou excessiva que se refere a várias circunstâncias vitais, com
incapacidade em enfrentar problemas antecipação negativa. (Ansiedade Generalizada)

Pessoas diagnosticadas com Transtorno do Pânico apresentam baixo comportamento ansioso fora dos Ataques de Pânico, baixa auto-observação de estados ansiosos, possuem argumentação lógica que propõe um entendimento de estado atual (não condizente), baixa relação entre ansiedade e estados corporais, além de normalmente apresentar baixa assertividade e alto índice de stress.
Cognitivamente o paciente portador do Transtorno do Pânico tem um senso de catastrofização marcante. Onde o transcurso contemplativo da sequência de eventos em sua vida tende a catástrofe quase que impreterivelmente. Este aspecto é marcante e ajuda muito na diferenciação de outros quadros ansiosos.

Uma pessoa mais vulnerável ficará apreensiva com essas sensações, considerando que já é acostumada a prestar mais atenção aos seus sinais corporais. Ela poderá começar a interpretar de maneira catastrófica, ou seja, seu pensamento diante do coração disparado, da dificuldade de respirar e das pernas moles pode ser: “e se eu estiver tendo um ataque cardíaco?”. A partir dessa ideia de perigo, ela começa a ficar mais apreensiva e os sinais iniciais se agravam. Percebendo o aumento destas sensações corporais, ela constata que realmente está tendo um ataque cardíaco, e assim, se instala por completo o ciclo do ataque de pânico.

Como saber se você tem síndrome de pânico?
Responda as questões abaixo com sim ou não:
  1. Foi parar no hospital achando que estava tendo um ataque no coração, só para mais tarde ouvir do médico que tudo isso não passava de uma crise de ansiedade?
  2. Ficou  com medo da falta de ar que o aperto do peito causa, achando que vai parar de respirar?
  3. Só de entrar no carro já se apavorou porque tem medo de dirigir ou ficar preso no trânsito?
  4. Não conseguiu dormir e ficou  na cama balançando as pernas freneticamente, ou em outro comportamento,  com o coração palpitando?
  5. Sente todos os dias  nervoso, morrendo de medo de sair do controle e surtar?
  6. Luta interminável com pensamentos ansiosos e preocupações obsessivas que não saem da sua cabeça?
  7. Sente um desconforto muito grande quando está em lugares abafados e fechados como cinemas, ônibus, supermercados?
  8.  Sente Falta de ar;
  9. Sente um aperto forte na garganta e peito;
  10. Coração batendo muito mais que o normal (parece que vai sair do corpo);
  11. Formigamento em alguma parte ou por todo o corpo;
  12. Tontura e Náuseas;
  13. Febre alta seguida de ataques de ansiedade;
  14. Preocupações obsessivas e pensamentos indesejáveis;
  15. Falta de concentração;
  16. Medo dos outros acharem que você é louco?
Todos estes sintomas de ansiedade e desagradáveis sensações são comuns em quem sofre do transtorno/síndrome do pânico.Se você respondeu SIM a mais de 10 pergunta, você deve procurar um profissional em psicologia ou psiquiatria.

A cura não se dá de forma espontânea, o que significa que a sintomatologia não desaparece a menos que a pessoa receba tratamento específico, especializado, para que seja eficaz.
Atualmente, o tipo de tratamento para a Síndrome do Pânico que vem obtendo bons resultados tem se baseado nas recentes contribuições de estudos e pesquisas inspiradas numa visão integrada do ser humano ¾ psico-soma. Isso significa, em termos de tratamento, associar psicoterapia e medicamentos. Enquanto a psicoterapia auxilia a compreensão dos motivos do pânico e estimula as mudanças de atitudes necessárias para eliminá-lo, os medicamentos, em casos onde o quadro sintomatológico é mais intenso, garantem à pessoa o equilíbrio necessário para poder se beneficiar da psicoterapia.
 
O processo psicoterapêutico, em geral, leva alguns meses. Quando bem conduzido, num primeiro momento, evita as crises ou pelo menos reduz substancialmente a intensidade e a frequência delas, trazendo alívio significativo. Na medida em que vão ocorrendo as sessões psicoterapêuticas o paciente vai aprendendo mais sobre os seus sintomas, sobre si mesmo, e, sobretudo, aprendendo a agir em conformidade com essas descobertas ou novas percepções. Por conseguinte, ao familiarizar-se com suas potencialidades o paciente se tornará o próprio agente da mudança de seu estado ao invés de envergonhar-se dele.
 
Com efeito, esse é o passo mais difícil porém decisivo na medida em que funcionará como o elemento detonador do processo de cura. Tal atitude, que será obtida no próprio processo psicoterapêutico, fornecerá os meios necessários para que a pessoa acometida da Síndrome do Pânico se perceba capacitada para alcançar com sucesso a eliminação de tal mal. Trata-se de uma atitude imprescindível para a conquista da cura, e que pode ser traduzida por: reapropriação do respeito por si próprio.
Na clínica Cognitivo-Comportamental o uso de automonitoramento, inventários, análise das queixas concomitante a análise funcional do relato, a apresentação de informações ao paciente sobre a doença garantem ao profissional o diagnóstico adequado do caso.
Concluindo, o diagnóstico do Transtorno do Pânico para abordagem Cognitivo e Comportamental é fundamental para escolha adequada do tratamento pertinente ao transtorno e, devido ao histórico do Transtorno do Pânico, sua epidemiologia, a publicidade advinda dos meios de comunicação e o sofrimento paciente, pode não ser uma fácil tarefa, mas que só exige investigação, atenção e cuidado.






terça-feira, 15 de maio de 2012

AUTOSSABOTAGEM

 


Sabotagem /sabotador 

O conceito de sabotagem / sabotador envolve o conjunto de processos cognitivos (pensamentos, sentimentos e imagens) e corporais que fazem a pessoa  manter o status quo na sua vida apesar de “racionalmente”, compreender  as causas do seu sofrimento e da sua história pessoal. Na maioria dos casos para que a pessoas possa se ver como "sabotador" necessita de uma intervenção psicológica.

O sabotador, em si mesmo, não é bom nem mau, tem como missão se proteger de todo e qualquer risco associado à mudança mas, no limite, poderá acabar por tornar-se uma força de bloqueio ao crescimento.

O sabotador nunca será eliminado,  ele permanecerá sempre conosco como uma espécie de guardião das nossas tentativas de saída da zona de conforto (estilo de vida, hábitos, visão do mundo, métodos e práticas, preconceitos). O sabotador perderá o seu poder quando ao tomar consciência da sua existência, a pessoa  iniciar ações de distanciamento progressivo da sua zona conhecida, atrevendo-se a entrar na zona desconhecida e assumindo opções diferentes das habituais, mantendo o seu sabotador dominado.

As pessoas se comprometem, dizem querer a uma melhor qualidade de vida, mas, não conseguem atingir os resultados de forma permanente, ou ainda, desistem com facilidade, não tem persistência ou tem muitas recaídas. 

Podemos dizer que é a  autossabotagem.
A autossabotagem está presente na vida de todo mundo. Para umas pessoas em maior em grau, para outras e menor grau. Mas é certo que todo individuo tem um lado que deseja melhorar e outro lado que o freia, que não deseja sair da zona de conforto, medo do desconhecido.

 Por mais difícil que seja a situação de uma pessoa, ela está acostumada com aquela dificuldade, já se acostumou com os problemas existentes. Mudar, mesmo que seja para melhor, causa medo e resistência. Muitas vezes preferimos ficar numa dificuldade já conhecida do que mudar para algo melhor, porém desconhecido.

Estamos cheios de  armadilhas que impedem nosso desenvolvimento a melhora da qualidade de nossa vida.
Hoje eu li uma frase que me remeteu a escrever esse texto "PARECE Q TEM 2 PESSOAS DENTRO DA MINHA MENTE Q ESTÃO EM CONFLITO DIÁRIO , UMA FICA FALANDO NÃO COME ISSO , VAI FAZER EXERCÍCIOS , A OUTRA FICA FALANDO AI Q VONTADE DE COMER TAL COISA" é realmente essa a impressão, é  como se tivéssemos duas partes dentro nós. Uma parte deseja mudança  e expressa esse desejo de transformação de mudar os paradigmas, enquanto outra parte, a qual muitas vezes  nos damos conta ou entendemos , nos faz ter comportamentos  opostos, seja para nos manter da forma que estamos , seja para voltar a situação anterior ou mesmo para piorar nossa situação.

Vamos pensar: Nos apegamos à questão de resolver um determinado problema, seja ele qual for. Isso vira a nossa missão,uma questão que não sai de nossa cabeça, nosso objetivo de vida, razão maior da nossa existência.Sonhamos com esse problema resolvido, como será a nossa vida sem ele, o quanto estamos realizadas a partir de sua resolução. De repente, depois de várias tentativas, as vezes após anos de batalha..Bummm!!!! Aparece  a chance real de realização, de eliminar o problema, de mudar a situação atual, de realizar o sonho.Bate um medo, um vazio um sentimento de que quando ele acabar "o que serei eu", qual será o meu desejo agora? O que eu vou fazer depois? Qual será o meu objetivo de vida? Lutei por isso a tanto tempo.

Esses pensamentos podem não vir assim objetivamente, sem a ajuda de uma psicoterapia, contudo o sentimento de vazio, de arrependimento, vontade de fazer as coisas mais devagar, começar a colocar empecilho, procrastinar, encontrar milhares de desculpas para deixar de fazer....essas são algumas estratégias da auto sabotagem.

PENSE QUE:

- Mesmo que eu tenha medo de resolver esse problema, eu me aceito profunda e completamente

- Mesmo que eu tenha a apego a esse processo de resolver a questão ...

- Mesmo que tenha medo de ficar sem objetivos...

- Mesmo que eu sinta um vazio sem esse problema...

- Mesmo que esse problema seja a razão da minha vida...

- Mesmo que uma parte de mim não queira resolver esse problema...

- Mesmo que ainda não saiba o que fazer depois...

- Mesmo que eu tenha algum ganho mantendo esse problema (se souber qual é o ganho, cite)...

- Mesmo que precise me manter assim para agradar tal pessoa...

- Mesmo que eu precise me manter assim para desagradar (contrariar, me vingar, provar algo...) para alguém...

EU VOU MUDAR E MELHORAR A MINHA QUALIDADE DE VIDA.


SOBRE NÓS

PSICOLOGA

Elizabeth Barbosa, atua na áreas de psicologia desde 1997,  trabalhando com  crianças, adolescentes, adultos e terceira idade.
Graduada na Faculdade de Psicologia PUC-SP pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, especialista em orientação profissional e vocacional, pela PUC/SP, especializada em técnicas comportamentais de grupo, pela PUC/SP. Formou-se no curso do Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias Psicoativas: Encaminhamento, intervenção breve, Reinserção social e Acompanhamento.
Aperfeiçoou os estudos em  problemas alimentares, passou a oferecer acompanhamento a pacientes candidatos à cirurgia bariátrica, pré e pós cirúrgicos elaborando laudos para a liberação da intervenção, atua com outros problemas como, bulimia, anorexia, compulsão alimentar, etc.
Pós-graduada em Educação Ambiental, pelo SENAC/SP,  gestora de projeto socioambientais na AVEPEMA - Associação do Verde e Proteção ao Meio Ambiente.
Docente nas disciplinas de Empreendedorismo, Educação Ambiental, Desenvolvimento Social, Gestão de projetos sociais, Desenvolvimento local integrado, Recursos Hídricos e Recursos Naturais, Permacultura, Resíduos Sólidos, Sustentabilidade e Igualdade de gênero.

Elabora projetos e material didático ligado as áreas de sua atuação
.

O consultório




Rua Jarinu, 484 
Bairro do Tatuapé, próximo ao metro Tatuapé


domingo, 29 de abril de 2012

MARACUJÁ

Chá de maracujá....

Ingredientes:

- 1 maracujá sem casca
- 1 maçã pequena com casca e cortada em pedaços pequenos
- 1 litro de água
- 2 pauzinhos de canela
- 4 cravos

- Açucar é desnecessário

Modo de  fazer:

Derreta o açúcar com cuidado para não queimar apenas ficar amarelinho e em seguida colocar a água. Mexer até o açúcar dissolver e colocar o restante dos ingredientes . Deixar ferver por cerca de 10 minutos.




Quer uma bebida que te acalme, faça com que você durma melhor, auxilia na queima de gorduras e melhora o etabolismo? Este suco-chá é ideal para tomar no dia seguinte de exageros e excessos. 

Ingredientes para 1 copo (59 calorias):

1 xícara de chá de água

1 colher de camomila seca

1 colher de melissa seca

1 maracujá

1 cubo de gelo

Preparo:

1. Coloque a água no fogo e quando começar a ferver, retire do fogo e acrescente a camomila e a melissa;

2. Deixe em infusão por aproximadamente 5 minutos e coe.

3. Bata no liquidificador com os outros ingredientes e coe.

(pode substituir o seco pelo verde)

SARUÊ ... E OUTROS PROJETOS DO ECO CIDADÃO BERTIOGA



sábado, 28 de abril de 2012

PURE DE FRUTAS





Purê de Frutas
 
1- Descasque e corte em pedacinhos uma maçã ou pêra madura  (morango lave bem e retire o cabinho, melão descasque e tire as semente).  
 
 
2- Coloque-os em uma panela pequena com 15ml de água, tampe  e cozinhe em fogo baixo durante 10 minutos até adquirir uma consistência amolecida.

3- Passe por uma peneira .  Sirva somente a quantidade que ira comer e o restante guarde na geladeira em recipiente tampado e  consumir no prazo de 24 horas. 
 



 



 APRENDA A FAZER PURE DE FRUTAS - SENAC MG










SOPAS NUTRITIVAS

Sopa Verde

Espinafre

Ingredientes

- 4 xícaras (chá) de água de caldo de galinha
- 1 maço de espinafre, somente as folhas
- 1 colher (sopa) de farinha de trigo
- 1 xícara (chá) de leite desnatado
- noz-moscada ralada a gosto

Modo de Preparo

Tire a pele da galinha, cozinhe com 5 xícaras de água até os ossos ficarem moles, coe  e acrescente mais água até atingir 4 xícaras. Cozinhe o espinafre nesse caldo, até ficar macio. Retire do fogo, escorra e reserve o caldo. Pique o espinafre bem miúdo e bata com uma parte do caldo no liquidificador ou mix, e junte novamente ao caldo. Retorne ao fogo. Adicione a farinha dissolvida no leite, mexendo sempre, até engrossar. Junte a noz-moscada e cozinhe em fogo brando por 5 minutos. (caso empelote, não se desespere bata novamente e só depois coloque a nos noscada, bem raladinha)
  • 1 porção = 1 prato fundo (260g)
  • número de porções = 4
  • Valor nutricional e calórico por porção

  • calorias = 54 kcal
  • carboidratos = 7.61 g
  • proteínas = 3.74 g
  • lipídios = 1.45 g
Sopa Vermelha
Tomate com queijo

Ingredientes

- 3 colheres (sopa) de azeite
- 1 cebola grande e picada
- 8 tomates picados com pele e sementes, firmes e bem vermelhos
- 1 talo de alho-poró
- 2 xícaras (chá) de água
- 2 ramos de manjericão
- ervas aromáticas diversas (colocar amarradas para depois retirar)
- sal e orégano a gosto
- 2 xícaras (chá) de leite
- 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 200 g de catupiry ou requeijão cremoso light (pode ser substituido pelo queijo minas ou ricota, a caloria diminui um pouquinho, e o sabor também)

Modo de Preparo

Fritar a cebola no azeite e colocar os tomates, o alho-poró, a água, o manjericão, as ervas aromáticas, o sal e o orégano. Deixar no fogo até formar um tipo de molho tomate. Tirar o manjericão e as ervas aromáticas, liquidificar tudo e peneirar. Levar novamente ao fogo e jogar a farinha diluída no leite e por último o catupiry ou o requeijão cremoso. 

  • 1 porção = 1 prato fundo (70g)
  • número de porções = 20
  • Valor nutricional e calórico por porção

  • calorias = 81 kcal
  • carboidratos = 7.72 g
  • proteínas = 2.83 g
  • lipídios = 4.41 g