ìndice

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Avalie a sua vida...roda da vida



PREENCHA A RODA DA VIDA
Para marcar o círculo, basta dar uma nota de 0 a 10 para o seu nível de satisfação em cada um dos campos. 
Por exemplo, na área Saúde e Disposição, pergunte-se: "Quão satisfeita estou com minha Saúde? Sinto-me disposta?” Faça uma média de como tem se sentido e dê uma nota entre 0 e 10. 
Uma dica: não pare muito para pensar, não consulte ninguém e nem pense em ficar se comparando a outras pessoas. Atribua a nota que vier à mente, pois ela tende a representar como você está se sentido realmente. 
Conforme for dando a nota, pinte a roda da vida para facilitar a visualização ao final. Feito isso, contemple-a e reflita sobre sua vida, ou vai marcando os números e faça um gráfico.
 OS FATOS
Qual área eu preciso dar um pouco mais de foco para, de quebra, melhorar outros aspectos? Você pode escolher uma área que já esteja bem ou optar por uma mal avaliada para elevá-la. Tanto faz. Será que consigo sozinha, ou preciso de uma ajuda profissional?
A psicologia está ai para ajudar em muitos aspectos, não só quando a pessoa apresenta uma doença, podemos atuar de forma preventiva...para que esperar adoecer para melhorar a qualidade de vida?

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

A Rã




Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã.

Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.

Atenção: se a água  esquentar muito lentamente, a rã não percebe esse sutil aquecimento!

Pouco a pouco a água fica morna e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar… e a temperatura da água continua subindo…e ela se acostumando...

Com o inevitável avanço dos minutos a água se torna mais quente do que a rã poderia apreciar, então ela se sente um pouco cansada, mas, não percebe isso, não se amedronta e continua seu “banho” fatal, na esperança que a temperatura se mantenha, ou diminua...

Mais alguns minutos e a água está realmente quente. A rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada então suporta e não faz nada.

Com o passar do tempo e a subida constante da temperatura a rã acaba simplesmente cozida e morta!

Não sejamos como a rã...não vamos nos acostumar!! Estejamos no controle do fogo do nosso caldeirão.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Avaliação Psicológica II


Quem pode fazer a cirurgia bariátrica?

A idade mínima para cirurgias bariátrica é 16 anos. São regras do Ministério da Saúde.
O índice (IMC) mínimo para cirurgia bariátrica é “35 + doenças associadas” ou “maior que 40, mesmo sem doenças”.

Avaliação Pré-Operatória

Os candidatos à cirurgia bariátrica devem ser submetidos a uma avaliação préoperatória completa para determinar fatores de risco que possam aumentar as complicações e comprometer o resultado da operação. Esta avaliação é realizada por uma equipe multidisciplinar que tem experiência no cuidado de pacientes com obesidade mórbida. Além de solicitar vários exames, o seu médico irá pedir que você faça uma avaliação com um endocrinologista ou clínico geral, cardiologista, nutricionista, psicólogo ou psiquiatra, anestesiologista e outros especialistas que ele julgar necessário.

Avaliação psicológica

O seu psicólogo precisa:

 Entender que a obesidade é uma doença epidêmica, crônica, dispendiosa, multifatorial e com morbidades e mortalidade elevadas, conforme a OMS;

 Ter a percepção que a  intervenção cirúrgica é  das etapas do tratamento da obesidade;

 Conhecer  os critérios de indicação para a cirurgia: índice de massa corpórea, co-morbidades, insucesso do paciente em tratamentos anteriores, apoio familiar e avaliação pré-operatória rigorosa;

O que o psicólogo vai avaliar

 Levantamento da história clínica do paciente: estilo de vida, hábitos, costumes, atividades, relacionamentos, pensamentos, sentimentos e comportamentos;

 Investigação sobre o início da obesidade, padrões familiares, maneiras de lidar com a doença, quantas e quais tentativas buscou para emagrecer, prejuízos causados pela obesidade em sua vida, casos de obesidade na família, auto-estima e imagem corporal, estado de humor, qualidade do sono, vida social e profissional, expectativas quanto ao procedimento cirúrgico;

 Verificação quanto à presença de compulsões, crises de ansiedade e fantasias acerca do emagrecimento, relação com o alimento e possibilidade de algum transtorno alimentar (compulsão alimentar periódica, anorexia, bulimia), níveis de stress, ansiedade e depressão do paciente;

 Observação da capacidade de manutenção do controle frente às situações de stress/tensão e de aspectos psicossociais que possam comprometer os resultados;

 Conhecimento de aspectos que podem inviabilizar o procedimento, cirúrgico: transtornos psicológicos mais graves como Transtorno Bipolar ou Esquizofrenia, Depressão (sem que esteja em tratamento), demais transtornos mentais e dependência química;

 Considerações sobre a percepção social diferenciada referente aos obesos de sexo masculino e feminino (discriminação e exigência social);

 Relação entre o comer e os fatores emocionais;

 Manutenção de conduta cautelosa e de encaminhamento para tratamento anterior à cirurgia quando necessário;

 Identificação de preditores de sucesso pós operatório;

 Previsão e disponibilidade para realização de monitoramento da adaptação pós-operatória;

 Possibilidades de implementação de mudanças nos hábitos de vida permanentes: ajustes nos padrões alimentares, prática de exercícios físicos e demais necessários a cada caso;

 Importância de se considerar a possibilidade de acompanhamento psicológico pré e/ou pós-operatório;

 Métodos e técnicas psicológicos mais utilizados: Entrevista Psicológica ampla e detalhada, Testes psicológicos como os de personalidade e, eventualmente, de inteligência (em caso de dúvidas sobre habilidade intelectual do paciente.).






sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Cirurgia bariátrica, uma conquista médica, que pode se tornar judicial






SAÚDE COMO UM DIREITO!!!
A cada ano, cresce o número de pessoas que encaram o desafio de emagrecer reduzindo o tamanho do estômago por meio de cirurgia bariátrica. Na última década, o número de cirurgias deste tipo cresceu mais de 500%. Atualmente, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking dos países que mais realizam este tipo de intervenção, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a previsão é de que em 2011 sejam realizadas 70 mil cirurgias de redução de estômago no país.
Mas quem precisa fazer a cirurgia bariátrica enfrenta uma verdadeira maratona para conseguir que o plano de saúde pague pelas despesas. A Lei n. 9.656/1998 compreende a cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar para o tratamento da obesidade mórbida, doença listada e classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, nem sempre as seguradoras cobrem o procedimento. É comum o plano alegar que a cirurgia de redução de estômago é puramente estética e, por isso, negar a realização da intervenção. Outros pontos questionados pelos convênios são a carência do plano e a pré-existência da doença.
Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) enfrentam essas questões e, caso a caso, contribuem para firmar uma jurisprudência sobre o tema. Muitas acabam beneficiando quem precisa da cirurgia bariátrica como único recurso para o tratamento da obesidade mórbida.
No julgamento do Recurso Especial (Resp) 1.175.616, os ministros da Quarta Turma destacaram que a gastroplastia (cirurgia bariátrica), indicada como tratamento para obesidade mórbida, longe de ser um procedimento estético ou mero tratamento emagrecedor, revela-se cirurgia essencial à sobrevida do segurado que sofre de outras enfermidades decorrentes da obesidade em grau severo. Por essa razão, é ilegal a recusa do plano de saúde em cobrir as despesas da intervenção cirúrgica. No caso julgado, a Turma negou provimento ao recurso especial da Unimed Norte do Mato Grosso, que alegava não haver previsão contratual para a cobertura desse tipo de procedimento.
Segundo o relator, ministro Luis Felipe Salomão, a Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde (ANS), que reconhece a gravidade da obesidade mórbida e indica as hipóteses nas quais a cirurgia bariátrica é obrigatória. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante que cláusulas contratuais que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo a imediata compreensão, tanto física quanto semântica, não podendo qualquer uma delas dar margem à dupla interpretação. Afinal, um paciente com obesidade mórbida não se submeterá a uma cirurgia de alto risco apenas com finalidade estética, ressaltou o ministro.
Carência
Em outro julgamento (MC 14.134), a Unimed Rondônia teve que autorizar todos os procedimentos necessários para a cirurgia de redução de estômago de um paciente com obesidade mórbida, independentemente do período de carência. A Quarta Turma negou pedido da cooperativa médica, que tentava suspender a determinação da Justiça estadual.
Técnica nova
Ainda sobre redução de estômago, os ministros da Terceira Turma determinaram que um plano de saúde arcasse com as despesas da cirurgia em uma paciente que mantinha contrato de seguro anterior ao surgimento dessa técnica de tratamento (Resp 1.106.789).
A relatora, ministra Nancy Andrighi, destacou que deve ser proporcionado ao consumidor o tratamento mais moderno e adequado, em substituição ao procedimento obsoleto previsto especificamente no contrato. Ela observou que havia uma cláusula contratual genérica que previa a cobertura de cirurgias gastroenterológicas.
Segundo a ministra, se o contrato previa a cobertura para a doença, qualquer constatação de desequilíbrio financeiro a partir da alteração do tratamento dependeria de uma comparação entre os custos dos dois procedimentos. Para a relatora, sem essa comparação, é apenas hipotética a afirmação de que a nova técnica seria mais onerosa.
Cirurgia plástica
No julgamento do Resp 1.136.475, a Terceira Turma entendeu que a cirurgia plástica para a retirada do excesso de pelé decorrente de cirurgia bariátrica faz parte do tratamento de obesidade mórbida e deve ser integralmente coberto pelo plano de saúde.
Para o relator do processo, ministro Massami Uyeda, esta cirurgia não pode ser classificada como mero tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética, procedimentos expressamente excluídos de cobertura, nos termos do artigo 10 da Lei n. 9.656/98. É ilegítima a recusa da cobertura das cirurgias destinadas à remoção de tecido epitelial, quando estas se revelarem necessárias ao pleno restabelecimento do segurado acometido de obesidade mórbida, ressaltou o ministro.
Preexistência da doença
No Resp 980.326, a Quarta Turma confirmou decisão que determinou à Unimed o pagamento de cirurgia bariátrica a um segurado de Mossoró (RN). O plano de saúde havia se recusado a cobrir as despesas com a cirurgia de redução de estômago, ao argumento de ser o autor portador de doença pré-existente.
Quanto à alegação, o relator, ministro Luis Felipe Salomão, asseverou que não se justifica a recusa à cobertura porque a seguradora não se precaveu mediante a realização de exames de admissão no plano, sobretudo no caso de obesidade mórbida, a qual poderia ser facilmente detectada.
Além disso, o ministro constatou que as declarações do segurado foram submetidas à apreciação de médico credenciado pela Unimed, ocasião em que não foi verificada qualquer incorreção na declaração de saúde do indivíduo. Deve a seguradora suportar as despesas decorrentes de gastroplastia indicada como tratamento de obesidade mórbida, concluiu.
Dano moral
Para as seguradoras, o prejuízo em recusar o tratamento pode ser ainda maior que o pagamento do custo do procedimento médico em si. Foi o que ocorreu com a Golden Cross Assistência Internacional de Saúde. Depois de negar a cobertura de cirurgia bariátrica a uma segurada, a empresa se viu ré em uma ação de obrigação de fazer cumulada com dano moral.
Em primeira instância, a sentença determinou a cobertura da cirurgia para tratamento da obesidade mórbida, já que a doença representava risco à saúde da paciente. No entanto, o juiz afastou o dano moral. O Tribunal estadual manteve a decisão.
No STJ, a Terceira Turma atendeu ao recurso da segurada (Resp 1.054.856). A relatora, ministra Nancy Andrighi, afirmou que a recusa indevida do plano de saúde de cobrir o procedimento pode trazer consequências psicológicas bastante sérias. Daí a ocorrência do dano. No mesmo recurso, a ministra constatou que para casos semelhantes, a indenização foi fixada entre R$ 7 mil e R$ 50 mil. Na hipótese analisada, a Turma entendeu ser razoável o valor de R$ 10 mil pelo dano moral sofrido.
Atendimento público
A hipótese de realização da cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) também é alvo de judicialização no STJ. Por vezes, a determinação de antecipação de tutela para a realização do procedimento é questionada, mas os ministros tem entendido que analisar a urgência ou não do procedimento implica em reexame de provas e fatos, o que não é permitido pela Súmula 7/STJ (Ag 1.371.505). Solução semelhante teve um recurso do Distrito Federal que questionou a impossibilidade de o paciente esperar na fila de precatórios para que recebesse valor arbitrado judicialmente para custeio de honorários médicos de uma cirurgia de redução de estômago (Ag 1.265.444).
Em 2008, o município de Lagoa Vermelha (RS) apresentou pedido de suspensão de liminar e de sentença (SLS 957) para que fosse desobrigado de cumprir determinação do Tribunal de Justiça estadual para realização ou custeio de cirurgia bariátrica de uma moradora que sofria de obesidade mórbida. A decisão do TJ se deu em antecipação de tutela.

O município alegou que a imposição de fornecimento de cirurgia não seria de sua responsabilidade e traria ameaça de grave lesão à economia. O então presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha, não acolheu a pretensão, porque o alegado prejuízo não estava evidente. Para o ministro, o custeio de cirurgia urgente de obesidade mórbida, a uma única pessoa, em razão de suas circunstâncias pessoais de grave comprometimento da saúde, não tem o potencial de causar dano concreto e iminente aos bens jurídicos que podem ser protegidos pelas SLSs.
Fonte:Publicado por Superior Tribunal de Justiça (extraído pelo Jusbrasil) 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

LIVROTERAPIA

PENSE MAGRO POR TODA A VIDA


Judith Beck atualiza o programa de emagrecimento proposto nos outros livros Pense Magro, alterando a forma de ensinar certas habilidades. Com o auxílio de uma nutricionista, cria um planejamento alimentar baseado nas escolhas alimentares dos pacientes que apresentaram melhor resultado em suas dietas.




SÍNDROME DO PÂNICO



Narrativa autobiográfica que descreve a síndrome do pânico e a experiência do autor, que padeceu desse distúrbio.
Você está em casa, calmo, ouvindo uma música, como faz todos os dias. De repente, alguma coisa estranha começa a acontecer. Você sente uma vontade inexplicável de fugir, a boca fica seca, o suor molha a roupa, o coração bate descompassado, mãos e pernas tremem sem parar. os sintomas lembram um infarto. Alguns minutos se passam e o mal-estar desaparece sem deixar vestígio. Meses depois, a sensação se repete. E fica tão freqüente que a vida se transforma num inferno. Diagnóstico: Síndrome do Pânico. 
Neste livro, Gugu Keller conta como passou por essa experiência avassaladora e o que é possível fazer para se curar desse distúrbio que atinge hoje 3 milhões de brasileiros.

(Livro não disponível para Download)




EM BUSCA DA SUPERAÇÃO: SÍNDROME DO PANICO


“Em busca da Superação – Síndrome do Pânico” é uma parceria do projeto social Pânico Terapia com o psicólogo Alcides Guerra. Neste livro digital, vocês encontrarão informações sobre como funciona a Síndrome do Pânico, problema que atinge de 2% a 4% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O objetivo desta publicação é que vocês possam aprimorar técnicas para lidar com as crises e assim melhorar a qualidade de vida.Liberado para download :
http://www.medicodocoracao.com.br/wp-content/uploads/2015/07/LIVRO-T-PANICO-tecnicas-psicoterapicas.pdf




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Palavras...são palavras e são importantíssimas

Sim, as palavras tem poder. E muito!
E antes das palavras vem o pensamento…. ah o pensamento… esse cretino! Que não me deixa em paz!!
Pois é, acontece. Tem dias em que literalmente nos vemos dominados pelos tais pensamentos e o pior é que muitas vezes não são aqueles os pensamentos que gostaríamos de ter.
Mas será que é possível se libertar desses pensamentos?
Sim, é possível não deixar com que os pensamentos (a mente) nos domine e também é possível observarmos que tipo de pensamentos temos.
Se você já me acompanha sabe que trabalho com práticas de Atenção Plena e Mindfulness, que é uma ferramenta maravilhosa que nos auxilia, e muito, nesse quesito.
Quando começamos a observar nossos pensamentos, como se fossemos observadores internos de nós mesmos, iniciamos também uma observação e atenção às palavras que saem da nossa boca.
E porque isso? E o que isso tem a ver com a criação do meu filho? Tem tudo a ver, porque somos nós, mães e pais, que guiamos nossos filhos através das palavras (e ações) e assim dia após dia vamos contribuindo para a construção de crenças e programações em suas vidas.
É na primeira infância que construímos a base principal de todo o sistema de crenças e padrões que levaremos para o resto de nossas vidas.
Bem, vou colocar aqui uma frase que acredito que expressa bem o que quero dizer e o quanto esse tema é importante.
“Aquele que semeia um pensamento colhe uma ação
Aquele que semeia uma ação colhe um hábito
Aquele que semeia um hábito colhe um caráter
Aquele que semeia um caráter colhe um destino”
Swami Sivananda
Uma pesquisa realizada na Universidade Americana de Berkeley na Califórnia investigou o número de afirmações negativas que se diz às crianças até a idade dos sete anos.
Foi constatado que frases como: “Não se pode”; “Não faça isso”; “Não é possível”; “Vai cair”; “Nunca vai conseguir”; “É impossível”; “Está louco”; pagar”; “Você não serve para…”; costumam ser pronunciadas em média 100.000 a 150.000 vezes aproximadamente, com o consequente efeito de formatador negativo.
E, ao contrário, palavras como “SIM” sob a forma de frases com afirmações positivas de estímulo e elogio, do tipo: “Isso mesmo”; “Avança”; “Você é capaz”; “É possível”; “Porque Não?”, “É Incrível”; “Você consegue”, “Tenta”; “Você pode”; “Você merece”; “Merece a minha confiança”;… Essas foram ditas apenas 6%!!!
Alguma vez você se perguntou ou refletiu se existem formas de se dizer a uma criança para não faça alguma coisa? Ou que é perigoso fazer o que ela quer fazer?
Saiba que é muito possível desconstruir e substituir frases já automáticas de “Não faça”, “Não pode”, “Você vai cair”, “Você não consegue”, para outras frases com menor ênfase negativa e assim construir um novo caminho orientando a criança para novas possibilidades, numa direção mais consciente.
O que nos dizem os dados? Algo que já imaginamos. Os dados nos dizem que no geral fomos programados para o “Não”, para o negativo, para a limitação e a impossibilidade. Em consequência, o nosso cérebro está mais disposto a ACREDITAR que não se pode, que não é possível, do que a ACREDITAR que somos capazes de conseguir os objetivos a que nos propomos.
Já adianto que não estou falando em permissividade, em não dar limites aos filhos, não é nada disso e acho que você bem me entendeu.
Depois de toda essa informação, quero lhe fazer um convite… Responda, com sinceridade e amorosidade, essas perguntas e reflexões:
– Você recorda quando na sua infância disseram pra você que você não podia?
– Descreva três situações em que normalmente expressa a afirmação “não posso…”
Comece por você. Tenho certeza de que fazendo esse exercício você começará a ter mais atenção e a ser um observador de seus próprios pensamentos e consequentemente das palavras que saem da sua boca, principalmente aquelas ditas para o seu filho, esse lindo Ser em plena formação.
“E tal como acreditou, assim foi.” – Richard Bach
Recebido por email de : Roberta Arend - Biblioteca virtual antroposofia

terça-feira, 2 de agosto de 2016




A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 26/Agosto a 04/Setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi.
O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, cerca de 480 marcasapresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de60 mil m².
Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão!
Quando Acontece?

Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana
CEP 02012-021 São Paulo - SP

Horário de Visitação:

Sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h)
Dia 4 de Setembro, das 10h às 21h (com entrada até às 19h)
De 26 de Agosto a 04 de Setembro de 2016
Segunda à sexta-feira, das 9h às 22h (com entrada até as 21h)



















Acesse o site para maiores informações


http://www.bienaldolivrosp.com.br/

terça-feira, 5 de julho de 2016

Esquizoafetivo


Esquizofrenia significa  "mente dividida". É uma patologia clássica (há séculos são relatados sintomas da doença) e muito comum.

O termo esquizoafetivo foi criado pelo Dr. Jacob Kasanin em 1933, o transEsquizofrenia significa  "mente dividida". É uma patologia clássica (há séculos são relatados sintomas da doença) e muito comum.torno  é caracterizada pelos sintomas da esquizofrenia e mais os sintomas dos transtornos de humor.


O transtorno delirante, assim como a esquizofrenia, é um transtorno crônico (ou seja, permanente), porém o sintoma predominante são os delírios. Pode ser acompanhado por convulsões, e é mais comum em mulheres.



O episódio psicótico breve caracteriza-se pela duração curta (pelo menos um dia, e no máximo um mês), dos sintomas da esquizofrenia.


O DSM-IV* ainda descreve em um apêndice dois tipos de transtornos psicóticos: o transtorno depressivo pós-psicótico esquizofrênico, que é caracterizado pela presença de todos os sintomas depressivos durante o final de um surto na esquizofrenia, e o transtorno deteriorante simples (esquizofrenia simples), que caracteriza-se pelo desenvolvimento dos sintomas de retraimento social e outros sintomas similares ao da esquizofrenia.


Um dos grandes problemas desta classe de pacientes, é a alta taxa de não-aderência à terapia medicamentosa, já que 25 a 50% dos pacientes não toma os medicamentos da forma com que foi prescrita (deixam de tomar o medicamento, ou não tomam todas as doses recomendadas, aumentam ou diminuem as doses, etc).


Os fatores externos que devem ser resguardados neste grupo de pacientes são os fatores estressantes desencadeantes e o ambiente interpessoal.


Este grupo de pessoas precisa de certo distanciamento interpessoal, pois este pode ser um fator desencadeante de um surto. Pressiona-los a manter maior contato com outras pessoas contra sua vontade pode criar um stress maciço que leva à descompensação (um surto).


Ao mesmo tempo, qualquer sucesso ou perda recente podem ser fatores estressantes importantes. Às vezes um evento simples e sem grande relevância pode ter um forte significado psicológico ao portador de uma dessas patologias. Portanto, é muito importante avaliar e observar estas situações que podem ser ativadoras de um episódio psicótico.
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Sintomas
Os sintomas de transtorno esquizoafetivo variar de pessoa para pessoa. Alguns sinais e sintomas desta doença:
  1. ·                     Alucinações (ouvir vozes)
  2. ·                     Delírios (como acreditar que alguém na TV ou o rádio fala diretamente a eles, ou encontrar mensagem secreta em objetos comuns)
  3. ·                     Pensamentos e ideias e incomum Paranoicas
  4. ·                     O discurso irrelevante ou inconsistente (estranho, excêntrico, difícil de entender)
  5. ·                     Labilidade de Humor (humor elevado, inflados, ou deprimidas)
  6. ·                     Pensamento desorganizado (processo de pensamento claro e confuso)
  7. ·                     Pobre de controle
  8. ·                     Irritabilidade
  9. ·                     Pensamentos suicidas e assassinatos
  10. ·                     A deterioração da preocupação com a higiene e limpeza
  11. ·                     Comportamento amplamente desorganizado ou catatônico: a falta de resposta, em resposta, por vezes, de uma forma muito agitado sem motivo
  12. ·                    Déficit de atenção e memória
  13. ·                    Mudanças nos padrões de energia e apetite, distúrbios do sono (sintomas observados no caso da depressão). 
Tratamento

Para o tratamento, vários geração e novas drogas atípicas como a quetiapina (Seroquel), a olanzapina (Zyprexa) e risperidona (Risperdal) estão disponíveis. Se o doente sofrer agitação extrema, com sintomas psicóticos, em seguida, algumas outras drogas antipsicóticas tais como haloperidol (Haldol) pode ser administrado por injecção, juntamente com outros medicamentos para reduzir o comportamento agressivo. A maioria dos tratamentos em torno da droga que pode acalmar o paciente, como antipsicóticos, antidepressivos e estabilizadores do humor.

Psicoterapia e aconselhamento grande ajuda nesses casos. Educação e explicações adequadas podem ajudar os pacientes a entender melhor sua condição. 

O aconselhamento pode ajudá-lo a ser otimista sobre seu futuro. Sessões eficaz sobre os problemas da vida e planos de todos os dias, a construção de relacionamentos e assim por diante pode ajudar o paciente. Os resultados são melhores e mais eficazes quando as famílias dos pacientes estão envolvidos na terapia. 

Mudança de hábito



Através do nosso estilo de vida ou seja da alimentação que adotamos, de como enfrentamos o estresse cotidiano  o nosso corpo sofre alterações hormonais que refletem no nosso  peso que nem sempre são fáceis de aceitar ou de resolver. Algumas  dicas podem ser úteis para enfrentar essa questão

ALIMENTOS
Frutas e legumes fazem o papel de  antioxidantes. Veja alguns alimentos atualmente rotulados como detox – desintoxicastes  : são alimentos que ajudam o organismo a eliminar as toxinas pelo suor, urina, etc.  - drenantes, antibacterianos, diuréticos, podendo ajudar a perder peso. Veja a relação de alguns alimentos A couve, a beterraba, a alcachofra, o ananás, o limão, a maçã, a salsa, os frutos vermelhos. Não tenha medo de experimentas,  varie tanto quanto possível as receitas culinárias e os sabores para que esta dieta continue a ser um prazer: gratinados, saladas, sopas, legumes salteados, alimentação gostosa e saudável.
ÁGUA um remédio
Para uma boa drenagem do corpo precisamos de pelo menos, 2 litros de água por dia! Auxilia na eliminação  dos resíduos e das toxinas do organismo, desintoxicar os tecidos e combater a retenção de líquidos. Caso tenha dificuldade em beber água simples, adicione algumas gotas de sumo de limão, faça água aromatizadas  Caso contrário, faça chá verde: ele ajuda a regular as gorduras e restaura a vitalidade. Beber água meia hora antes de comer ajuda a alcançar mais rapidamente a sensação de saciedade, fazendo com que coma quantidades mais pequenas!

UMA COZINHA AL DENTE
Diminuir o tempo de cozimento, é um gesto simples mas importante. Isto permite preservar as vitaminas, minerais e fibras alimentares dos legumes. O ideal é consumi-los crus. Cozinhar no vapor pode ser uma boa alternativa para aproveitar dos benefícios da sua comida.  O que for possível comer cru, coma.Uma dieta saudável e equilibrada, é a melhor forma de manter a linha e a saúde. Aprenda sobre os alimentos.

ESPORTE, Seja esportista
Não se  esqueça de praticar atividade física regular para equilibrar o seu peso na balança! Zumba, step, aerodance, cycling, tudo é bom, desde que tenha a um  plano esportivo para alcançar os seus objetivos. Para se manter em forma e aliviar a cabeça, o esporte é o melhor remédio! Faça exercícios apoiado por um profissional, caso contrário pode ter mais prejuízo que benefício.

TRABALHE O SEU EQUILÍBRIO

Buscar a ajuda de um profissional em psicologia é muito importante, quando tentamos mudar os hábitos cotidianos, seja através de uma cirurgia (bariátrica) que teré seus hábitos alimentares totalmente e radicalmente mudados, ou em um processo gradual de perda de peso ou ganho ou mesmo quando quer trocar a massa gorda pela massa magra. O profissional ajudará a resolver os seus problemas de falta de motivação, ansiedade etc,


Água aromatizada


As frutas e legumes são utilizados com casca, para isso faça uma higienização adequada.
1. Água de morango

Escolha morangos orgânicos para preparar esta deliciosa água com sabor natural. Para 1 litro de água use 5 morangos frescos e você pode adoçar, se quiser, com algumas folhas de estévia. Deixe repousar a água de morangos em um pote de vidro bem tampado, na geladeira durante todo o dia ou durante a noite até que a água adquira a cor rosa. Retire os morangos e sirva. Os morangos, bem como as outras frutas, não devem ser jogados fora. Use-os em outras receitas, como por exemplo em saladas de frutas ou para decorar os copos. 
2. Água de melancia
Para preparar sua água de melancia, com casca , despeje em um pote de vidro 5 ou 6 cubos desta fruta. A quantidade de frutas a ser utilizada depende do tamanho do frasco e da intensidade do sabor desejado. Para um efeito refrescante, coloque algumas folhas de hortelã. Deixe a fruta descansar na água por algumas horas na geladeira antes de servir.

3. Água de mirtilo
Despeje uma camada de mirtilos frescos no fundo do seu frasco de vidro. Se você quiser, adicione fatias finas de limão ou de lima e algumas “agulhas” de alecrim, dependendo do seu gosto, antes de adicionar a água e fechar o frasco. O alecrim ajuda a digestão e tem propriedades anti-inflamatórias, ao passo que os mirtilos são ricos em antioxidantes.
4. Água de pepino e limão

Para preparar esta água com sabor natural, você vai precisar de pepinos e limões frescos. Para cada pote você vai fazer quatro ou cinco fatias finas de pepino com casca de duas ou três fatias e de limão, com casca. Para enriquecer o sabor da bebida, você também pode adicionar algumas folhas de hortelã.
5. Água de framboesa ou amora

Com framboesas frescas ou amoras, você pode preparar uma fantástica água aromatizada. Despeje um punhado da fruta de um pote e adicione uma ou duas fatias de limão e algumas folhas de hortelã. Feche o frasco e deixe descansar na geladeira por algumas horas antes de filtrar e servir.
6. Água de cerejas frescas
Ponha algumas cerejas no fundo de um pote, deixando-as inteiras e acrescente àágua, algumas fatias de limão ou lima. Deixe a mistura descansar na geladeira no pote fechado por algumas horas antes de servir.
7. Água de abacaxi
Com a combinação perfeita: abacaxi e folhas de hortelã, se obterá uma bebida refrescante para beber quando quiser durante todo o dia. Para prepará-la, despeje em um pote 2 a 4 pedaços de abacaxi e 2 raminhos de hortelã. Como de costume, feche bem o frasco e deixe-o descansar na geladeira.
8. Água de Pêssego

Coloque fatias de pêssego em um pote ou jarra de vidro e deixe descansar na geladeira por pelo menos uma hora antes de servir.

9. Água de limão e gengibre


Para um litro de água, coloque meio limão cortado em fatias finas, com casca, e um pedaço de raiz de gengibre fresco. Deixe descansar na geladeira por no mínimo uma hora antes de servir
10. Água de laranja
Para um litro de água você vai precisar de 1 laranja e 1 pepino cortados em fatias finas, com casca. Despeje todos os ingredientes em uma jarra ou pote de vidro e deixe descansar na geladeira por pelo menos uma hora antes de servir. Você também pode adicionar algumas fatias de limão e folhas de hortelã à água.