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quinta-feira, 30 de maio de 2013

PSICÓLOGO NO ACOMPANHAMENTO AO PACIENTE BARIÁTRICO





As  mudança no corpo traz, uma revolução no cotidiano da pessoa. É o que acontece com quase todos que diminuem muito o seu peso, depois, e até mesmo durante a redução, a pessoa começa o  planejamento o seu recomeço, a criar expectativas, a planejar como vai ser sua vida, como vai ficar o seu corpo, o que poderá fazer, ter uma  a vida com mais saúde e qualidade.


Ser magro nem sempre é sinônimo de felicidade, contudo traz alguns confortos   amarrar o tênis sozinho, dar aquela cruzada de pernas.....  jogar futebol, dar uma corridinha, um pouquinho mais de sexo, etc.  Um corpo mais elástico, mais curvilíneo  aumenta a segurança, a auto estima, pode tornar a pessoa  mais alegre e extrovertida.


Contudo, podemos ter pessoas que não se adaptam a sua nova rotina, ao seu novo corpo, não conseguem se visualizar magras, acreditavam que a perda de peso  seria uma mudança total na sua vida e descobriram que não foi isso que aconteceu, além do corpó inúmeras contingências fazem parte do nosso cotidiano. Como eu disse ser magro não é sinônimo de felicidade.


A rotina, após a cirurgia, não é fácil. Na primeira etapa, com duração de três semanas, o paciente só consome líquido. Na quarta semana, semi líquidos. A partir do segundo mês, estão liberados cozidos e alimentação pastosa. Tudo sempre em pequenas quantidades. A ir do terceiro mês, já é possível ingerir saladas. Somente após o sexto mês que a alimentação começa a voltar ao normal, com um aumento de quantidade. 

A psicologia funciona como o grilinho falante, ou braço direito dos pacientes. As pessoas precisam aprender a comer corretamente com a nutricionista, mas também devem romper com modos de pensar e descobrir  o papel que a alimentação faz na sua vida, esse pode ser um processo lento , mas primordial na manutenção. Saber a distinção entre “fome” e “vontade de comer” não é tão fácil quanto parece.



 

2 comentários:

Anônimo disse...

"A psicologia funciona como o grilinho falante" ?

É triste ler este tipo de comentário vindo de uma psicóloga, a compulsão alimentar e a cirurgia bariátrica merece um texto bem melhor que este.

att.

Iara

Elizabeth Barbosa disse...

O texto foi escrito de forma lúdica para que todos entendam a importância do acompanhamento, não teve a intenção de ser um artigo profundo. podemos conversar por email e esclareço outras dúvidas que você tenha, ou faça as perguntas que poderemos ir conversando pelo blog. Um beijos