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terça-feira, 12 de abril de 2011

CONVITE: FORMAÇÃO DE LIDERANÇA COMUNITÁRIA FEMININA

Curso Gratuito
Mulher: liderança Comunitária


AVEPEMA (associação do verde e proteção do meio ambiente)  irá capacitar 60 mulheres acima dos 20 anos  para exercerem papel de liderança na comunidade, com o financiamento do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a CAIXA.
O projeto Mulher: Liderança comunitária” busca identificar e intensificar nas empreendedoras sociais o capital humano, instrumentalizando-as  para melhoria do capital social na sua comunidade, a  sua atuação profissional,  aprimorando sua percepção na identificação de oportunidades dentro da sustentabilidade ambiental;  fomentar  o exercício da cidadania,  a integração social e  o fortalecimento da autoestima,  buscar igualdade e equidade de  gênero, gerando o aumento de mulheres  na representatividade pública.  
O curso é composto de 12 aulas, uma vez por semana. O projeto proporcionará aos participantes vale transporte e Lanche.
Parceiros:  Centro de Cidadania da Mulher de Santo Amaro, Tales de Mileto.
Início do curso:

Zona Sul: dia  25 de Abril/2011
Local: Centro de Cidadania da Mulher de Santo Amaro
Endereço: Rua Mário Lopes Leão, nº 240
Telefone para inscrição: 5521-6626 / 5524-4782

Zona Leste: dia 24 de Maio/2011
Local: Colégio Tales de Mileto
Endereço: Rua Platina, 287 (a 200 metros do Metrô Tatuapé)
Telefone para inscrição: 2605 4155/ 2694 4866



sábado, 9 de abril de 2011

Trilha

Hoje realizamos a "trilha Plena dos Sentidos" no Arsenal da Esperança, que fica localizado na Mooca.
O Arsenal da Esperança é uma Casa que Acolh,  http://www.arsenaldaesperanca.org.br/ .

Tivemos a Participação de mais de 100 pessoas, foi importante esse movimento de levar a trilha para fora do viveiro, com isso proporcionamos a vivencia ambiental à pessoas que não teriam a possibiliadde de ir ao local da instalação da Trilha.
Abaixo a edição de algumas fotos tiradas durante o percurso dos trilheiros.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O meu niver...

Oficina Especial de Vaso dentro do projeto "Trilha Plena dos Sentido" realizada no espaço São Jose.
Uma maravilhosa oficina.
Obrigada a tod@s : Monitoras, educadoress e alunos...

7 de Abril....

Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS, saúde é o mais completo estado de bem-estar físico, mental e social e não a simples ausência de doença.
Ou seja, uma pessoa saudável não é aquela que não está doente, mas a que tem o corpo e a mente funcionando em harmonia, desempenhando os papéis que cabem a cada um e proporcionando o máximo de bem-estar, disposição e vitalidade.

Vida Saudável

A saúde é uma das maiores riquezas do ser humano, é sinônimo de vida. Por isso, é importante que você procure ter hábitos que ajudem a manter uma boa saúde, garantindo uma vida mais ativa e alegre.
Aqui estão alguns deles:

Alimentação adequada

A alimentação está para o corpo humano assim como o combustível está para uma máquina. Proteínas, hidratos de carbono (açúcares), gorduras, vitaminas e sais minerais, que estão contidos nos alimentos que consumimos diariamente, são os nutrientes para nosso corpo.
Hambúrguer com refrigerante e cachorro-quente com fritas podem parecer apetitosos e irresistíveis, mas não são a base da alimentação. O leite e seus derivados, a carne e os ovos são as principais fontes de proteínas. Já as frutas, legumes e verduras são ricos em vitaminas e sais minerais.
Na sua alimentação também não pode faltar água. Ela é fundamental para o equilíbrio do corpo, pois é indispensável ao metabolismo do movimento muscular.
Veja alguns alimentos importantes para a boa saúde e sua contribuição para o organismo:
Vitamina C
Limão, caju, laranja, folhas verdes etc.
Sais Minerais
Tomate, maçã, legumes, folhas etc.
Potássio
Banana, goiaba, maçã, queijo branco, leite etc.
Cálcio
Leite e seus derivados, repolho, alface, feijão etc.
Vitamina A
Cenoura, agrião, abóbora, manga, caqui etc.
Fibras
Hortaliças em geral, legumes, frutas e cereais.
Ferro
Vagem, espinafre, couve, folha de nabo, brócolis.
A falta destes alimentos pode causar problemas à saúde: fraqueza, resfriados, anemia, ossos e dentes fracos, pele feia, entre outros.
Mas atenção! A alimentação deve ser adequada à idade da pessoa e as quantidades dos alimentos não podem ser insuficientes nem excessivas. Ovos, por exemplo, contêm colesterol. Se você ingeri-los em grande quantidade ou com muita freqüência, estará aumentando seu colesterol, uma substância presente no sangue que em excesso pode entupir artérias e provocar problemas de circulação. Gorduras animais também têm o mesmo efeito na corrente sangüínea. Por isso, não se deve abusar de alimentos como creme de leite, manteiga, queijo tipo prato, banha, frituras, entre outros.

Cuidado com a auto-medicação

Na hora de se medicar, evite tomar remédios por conta própria ou seguir conselhos de amigos ou balconistas de farmácia. A pessoa mais indicada para receitar um medicamento é o médico. A auto-medicação pode ter efeitos indesejados e imprevistos, pois o remédio errado não só não cura como pode piorar a saúde.
Evite comprar medicamentos em feiras, camelôs e em farmácias e drogarias que você não conhece. Fique atento também com promoções e liquidações, pois preços muito baixos podem indicar que o medicamento tem origem duvidosa.
Não esqueça de verificar na embalagem do remédio:
Se consta a data de validade
Se o nome do produto pode ser lido facilmente.
Se não há rasgos, rasuras ou alguma informação que tenha sido apagada ou raspada
Se consta o nome do farmacêutico responsável pela fabricação e o número de sua inscrição no Conselho Regional de Farmácia . O registro do farmacêutico responsável deve ser do mesmo Estado em que a fábrica do medicamento está instalada.
Se consta o número do registro do medicamento no Ministério da Saúde;
Se o número do lote, que vem impresso na parte de fora, é igual ao que vem impresso no frasco ou na cartela interna;
Se você suspeitar que o remédio é falsificado, ligue para o Disque Saúde e peça orientação. O número é 0800-611997 e a ligação é gratuita.

Higiene

Cuidando de sua higiene pessoal, você estará cuidando também de sua saúde. São hábitos de higiene:
Lavar as mãos antes das refeições, depois de ir ao sanitário e ao voltar da rua
Escovar os dentes ao acordar, após as refeições e ao deitar
Manter a casa sempre limpa e varrida
Lavar diariamente os vasos sanitários
Colocar o lixo em sacos plásticos, sempre fechados e em locais adequados
Ir ao dentista e ao médico pelo menos uma vez ao ano
Tomar apenas água filtrada ou fervida

Sono tranqüilo e regular

O sono é parte essencial da vida, pois é um período de restauração física que nos protege do desgaste natural das atividades que desempenhamos quando estamos acordados. Não existe um número de horas ideal para se dormir por dia. A quantidade de sono necessária para se sentir alerta durante o dia varia de pessoa para pessoa. Aqui vão alguns conselhos para preservar um bom sono.
Durma apenas o necessário para sentir-se recuperado. Muito tempo na cama interfere na qualidade do sono na noite seguinte.
Tenha horário regular para levantar sete dias por semana.
Não tome bebidas com cafeína à noite. O café, chá preto, chimarrão, chocolate, guaraná e refrigerantes à base de cola (Coca e Pepsi) estimulam o sistema nervoso.
Pare de fumar ou não fume à noite. A nicotina tem efeitos diversos sobre o sistema nervoso e é prejudicial ao sono.
Não tome bebidas alcoólicas à noite. Pode prejudicar a respiração, estimular o ronco e sonhos desagradáveis. Além disso, o álcool cria dependência física e psíquica.
Durma em ambiente escuro, silencioso, bem ventilado e com temperatura agradável.
Não durma com fome.
Não faça refeições pesadas até três horas antes de dormir. Prefira refeições leves à noite.
Numa eventual noite de insônia não se deve permanecer na cama forçando o sono. Procure uma atividade fora da cama e só retorne quando sentir novamente sono.
Prática regular de exercícios
Andar, falar, trabalhar e alimentar-se são atividades que exigem uma condição física normal do indivíduo. Entretanto, a maioria das pessoas sente-se cansada quando faz um exercício mais desgastante, como subir escadas, por exemplo.
Praticar esportes é um hábito saudável, que contribui para que o indivíduo adquira uma boa condição física, estando melhor preparado para atividades que requerem um esforço maior. Mas aí vai um toque: os especialistas recomendam que os esportes sejam praticados regularmente, em três ou mais dias na semana, durante pelo menos 30 minutos seguidos.
Outras vantagens da prática de esportes regular são:
trabalho mais eficiente de coração e pulmões
fortalecimento dos músculos, que se tornam mais resistentes e ágeis
aumento da capacidade vital
prevenção da obesidade e do envelhecimento prematuro
melhor condição psicológica, alegria de viver
A boa condição física dá-nos mais disposição para o lazer, maior resistência contra doenças e maior rendimento nas tarefas diárias. O quadro abaixo, sobre prática de exercícios físicos, apresenta dados interessantes.
Prática de exercícios físicos: Nordeste e Sudeste - 1996/1997Apesar de vivermos num mundo moderno e dinâmico, é comum encontrar pessoas que levam uma vida sedentária, isto é, não praticam exercícios, têm alimentação inadequada e falta de disposição para as atividades físicas simples. O sedentarismo contribui para a obesidade, eleva os níveis de gordura no sangue e a pressão arterial.
Ao praticar exercícios, você estará diminuindo os riscos de doença. Mas lembre-se de que os exercícios devem ser praticados com moderação. É comum, sobretudo entre os jovens e atletas, a vontade de ter um corpo bem modelado e forte. E para isso às vezes eles recorrem ao uso de substâncias denominadas esteróides, que melhoram a força e o desempenho do corpo. Só que os efeitos colaterais são muito graves: agressividade, doenças cardíacas, disfunções sexuais, calvície, diminuição da expectativa de vida, entre outros.

Doenças sexualmente transmissíveis

Assim como a Aids, existem outras doenças sexualmente transmissíveis, conhecidas como DST. Desde a Grécia Antiga que elas acometem pessoas de todas as classes e sexo. Eram chamadas de doenças venéreas, em referência a Vênus, Deusa do Amor.
As mais conhecias são: sífilis, gonorréia, clamídia, tricomoníase, condiloma acuminado, cancro mole, herpes genital e hepatite B.
Somente a hepatite B e a sífilis, a exemplo da Aids, podem ser transmitidas por sangue infectado e pela mulher grávida infectada durante o parto, gestação ou amamentação. As demais DST só são transmitidas pela relação sexual.
Os sintomas das DST não são facilmente reconhecidos, o que aumenta o risco à saúde. Secreções, bolhas, úlceras ou verrugas nos órgãos genitais, ardência ao urinar, dor durante a relação sexual ou abdominal podem ser sinais de que alguma coisa está errada no organismo.
Algumas DST, se não forem tratadas rapidamente, podem causar sérios danos à saúde como, por exemplo, a esterilidade tanto em homens como em mulheres. Podem também tornar o paciente predisposto ao câncer, causar lesões no coração e no cérebro. Quando não tratadas na mulher grávida, se estendem também à criança que pode ser contaminada dentro do útero, pelo sangue da mãe, o durante o parto.

Com obesidade não se brinca

Uma das maneiras de avaliar a saúde da população é através do índice de massa corporal (IMC) das pessoas com 20 anos de idade ou mais.
Para calcular o IMC é preciso dividir o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metros). De acordo com especialistas, o IMC ideal para um adulto deve ser entre 18,5 e 25. Pessoas com IMC abaixo de 18,5 são consideradas desnutridas. De 25 a 30, está acima do peso ideal e, acima de 30, obesa. Por exemplo, se você pesa 52 quilos e mede 1m69, seu IMC será 18,2.
Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003 (POF), um total de 40% da população adulta do Brasil apresenta excesso de peso, com IMC igual ou superior a 25. A pesquisa também revelou que o problema se agrava com a idade. No entanto, os homens tendem a ganhar peso de forma mais rápida e as mulheres de forma mais lenta e em um espaço maior de tempo. A faixa etária que vai dos 20 aos 44 anos concentra o maior número de homens com excesso de peso, e as mulheres predominam nas faixas posteriores.
Em termos regionais, o total de homens com excesso de peso é maior nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do que no Norte e Nordeste. E ainda, o problema afeta mais os homens das áreas urbanas do que das rurais.
Entre mulheres, o excesso de peso difere menos entre as regiões, exceto no Nordeste. Ao contrário dos homens, há mais mulheres com esse problema nas áreas rurais do que nas urbanas.
Outra informação importante é em relação às pessoas obesas, problema caracterizado por IMC igual ou superior a 30. Assim, segundo a pesquisa, a obesidade afeta 8,9% dos homens adultos e 13,1% das mulheres adultas do País. E mais: os obesos representam cerca de 20% do total de homens e um terço do total de mulheres com excesso de peso.

Saúde Psicológica

Ao longo da vida, passamos por diversas mudanças - fases e momentos - que assumem diferentes significados emocionais, variando de pessoa para pessoa. Toda mudança exige uma adaptação, podendo gerar insatisfação e a presença de conflitos.

Diante de algumas situações, nos sentimos impotentes, sem saber o que fazer ou qual decisão tomar. Temos dificuldade em lidar com o diferente e com o desconhecido.

Cuide de sua saúde psicológica, frente a uma situação de difícil resolução procure o apoio de um profissional.

MEIO AMBIENTE E SAÚDE

Muitas pessoas não percebem, mas o homem é parte integrante da natureza e, nesta condição, precisa do meio ambiente saudável para ter uma vida salubre.
É certo que qualquer dano causado ao meio ambiente provoca prejuízos à saúde pública e vice-versa. "A existência de um é a própria condição da existência do outro" [8], razão pela qual o ser humano deve realizar suas atividades respeitando e protegendo a natureza.
Com um pouco de atenção, é fácil descobrir inúmeras situações que demonstram a relação entre o meio ambiente e a saúde, senão vejamos.
O vibrião da cólera, por exemplo, é transmitido pelo contato direto com a água ou pela ingestão de alimentos contaminados. A falta de saneamento básico, os maus hábitos de higiene e as condições precárias de vida de determinadas regiões do planeta são fatores que estão intimamente ligados com o meio ambiente e que contribuem para a transmissão da doença. "A água infectada, além de disseminar a doença ao ser ingerida, pode também contaminar peixes, mariscos, camarões etc..". [9]
O jornal "A Folha de S. Paulo" noticiou em outubro de 2004, que as enormes quantidades de substâncias químicas encontradas no ar, na água, nos alimentos e nos produtos utilizados rotineiramente estão diretamente relacionadas com uma maior incidência de câncer, de distúrbios neurocomportamentais, de depressão e de perda de memória. Tal reportagem também divulgou dados do Instituto Nacional do Câncer dos EUA, apontando que dois terços dos casos de câncer daquele país tem causas ambientais. [10]
O referido artigo ainda menciona uma pesquisa feita com cinqüenta controladores de trânsito da cidade de S. Paulo (conhecidos como "marronzinhos"), não fumantes e sem doenças prévias. A conclusão foi que todos apresentavam elevação da pressão arterial e variação da freqüência cardíaca nos dias de maior poluição atmosférica. Além disso, 33% deles possuíam condições típicas de fumantes, como redução da capacidade pulmonar e inflamação freqüente dos brônquios. [11]
Portanto, diariamente é possível presenciar várias situações que nos revelam como a degradação ambiental causa problemas na saúde e nas condições de vida do homem.
Por sua vez, o sistema jurídico brasileiro contempla a relação entre meio ambiente e saúde, conforme se exemplifica a seguir.
O artigo 225, da Constituição Federal do Brasil, estipula que: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações". Nota-se que o dispositivo em foco é categórico ao afirmar que o meio ambiente ecologicamente equilibrado é essencial à sadia qualidade de vida, ou seja, à própria saúde [12].
O artigo 200 da Lei Maior fixa algumas atribuições do Sistema Único de Saúde (SUS), dentre os quais se menciona a fiscalização de alimentos, bebidas e água para o consumo humano (inciso VI) e a colaboração na proteção do meio ambiente (inciso VIII).
A Lei Federal nº 6.938/81, conhecida como Política Nacional do Meio Ambiente, tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental favorável à vida e, portanto, à saúde, visando assegurar condições ao desenvolvimento sócio-econômico e à proteção da dignidade humana (artigo 2º).
Além disso, esta lei define poluição como a degradação da qualidade ambiental resultante das atividades que direta ou indiretamente prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população (artigo 3º, inciso III, alínea "a").
Por fim, cumpre mencionar a Lei nº 8.080/90, que regula em todo país as ações e serviços de saúde. Essa lei, além de consignar o meio ambiente como um dos vários fatores condicionantes para a saúde (artigo 3º), prevê uma série de ações integradas relacionadas à saúde, meio ambiente e saneamento básico.
Não se pretende cansar o leitor citando todas leis pertinentes ao tema ora estudado, bastando afirmar que são várias as normas legais que mostram a indissociabilidade das questões ambientais e de saúde humana.

CUNHA, Paulo Roberto. A relação entre meio ambiente e saúde e a importância dos princípios da prevenção e da precaução. Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 633, 2 abr. 2005. Disponível em: . Acesso em: 5 abr. 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011

OFICINA NO CAPS ADULTO - SAPOPEMBA

Hoje realizamos uma oficina de horticultura Urbana e Educação Ambiental no CAPs Adulto localizado no Sapopemba, participaram 32 pessoas.
Todos se divertiram e aprenderam  sobre como fazer uma horta. O trabalho está apenas começando...a partir de amanhã eles vão cercar as hortas e continuar o plantio...logo estarão colhendo os temperos e verduras plantadas.
Monitores Tadeu e Neureci, obrigada.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Oficina - Nova Luz - Março/2011


Oficina em parceria com o espaço nova luz...foi a segunda vez que atuamos nesse espaço, e sempre recebidos com muito carinho. A oficina foi maravilhosa.

Veja outras fotos no link abaixo:

http://www.flickr.com/photos/novaluzsp/with/5559236364/

terça-feira, 29 de março de 2011

mais..alguns momentos

Criação de Tatiana Gallan, para o INRI
http://www.midia3setor.com.br/ 


palestra sobre Resíduo Sólido

Esta palestra foi realizada no Social Nossa Senhora de Fátina - Em veleiros Zona Sul

http://www.n-fatima.org.br/

 Cafe para a  recepção




 A produção com rolinho de papel higiênico - embalagem


Mesa dos trabalhos de reaproveitamento de embalagens PET


Público




Mesa de Abertura

Fazendo a embalagem...hora prática da palestra 






Valor líquido

Algumas tardes chuvosas em qualquer região do País podem até deixar esse fato nebuloso, mas não resta dúvida: a escassez de água é um problema que estará na pauta de governos e empresas nos próximos anos – e um dos termos que já passa a ser recorrente nos debates sobre sustentabilidade é o da Pegada Hídrica.
No último dia 14 de março, Arjen Hoekstra, criador do conceito, esteve em São Paulo para participar de uma coletiva sobre o tema realizada pelo WWF-Brasil, Water Footprint Network, The Nature Conservancy e USP São Carlos, na qual abordou os principais aspectos dessa métrica que ainda gera muitas dúvidas entre aqueles que desejam aplica-la.
O indicador foca o uso direto e indireto de água doce – no caso de um produto, por exemplo, seu uso ao longo de toda a cadeia produtiva. Recentemente, o Padrão Global de Pegada Hídrica foi aprovado e agora passa a ser difundido entre indivíduos, empresas e países em um esforço de comunicação e conscientização.
Com a escassez em diversas partes do globo, gerir a água de forma eficiente será algo imprescindível para os negócios. Por outro lado, setores menos intensivos podem demorar a perceber essa necessidade – outros tipos de pegada, como a de carbono, ainda representam o foco principal das empresas, tanto no que diz respeito a ações quanto à comunicação.
“A pegada hídrica é algo muito novo e nesse momento as empresas devem entender a maneira como utilizam o recurso para a partir daí planejar suas ações”, destacou Hoekstra, diretor científico da Water Footprint.
Criar uma relação mais próxima dos stakeholders é um passo fundamental nesse processo. Além disso, o Manual de Avaliação da Pegada Hídrica visa ajudar empresas e governos que estão dando os primeiros passos no sentido de medir o uso de água.
Entre os desafios futuros relacionados à gestão hídrica, são apontados, no Manual, a incorporação da pegada nas contas e relatórios ambientais existentes, sua ligação a métodos de medição de pegada ecológica, energia e carbono, a conexão com materialidade, avaliação do ciclo de vida, entre outros.
Empresas já revelam a intenção de avaliar sua pegada na cadeia produtiva, mas olhando principalmente para os riscos, não para as oportunidades Otimizar o consumo de água, por exemplo, pode reduzir o uso de energia e tornar processos mais baratos, além de gerar a “marca” de um atributo socioambiental para  a empresa– como indicações nos rótulos dos produtos – resultando em vantagem competitiva.
“O primeiro desafio é avaliar como as empresas realmente entendem a pegada hídrica e se o seu consumo está mais relacionado à poluição, impacto direto nas operações, etc. Mas isso não é o suficiente, precisamos ajudá-las a entender se a pegada que possuem é sustentável”, avalia Ruth Mathews, diretora executiva da Water FootPrint.
O Brasil, sendo um País fortemente exportador de matéria-prima, possui um grande potencial para comunicar e reduzir o uso associado de água, além de estabelecer padrões sustentáveis para exportação – avaliaram os especialistas – com o papel de regular e se apropriar de instrumentos com essa finalidade.
Os tipos de pegada hídrica:
pegada azul – volume de água doce para produzir os bens e serviços
pegada verde – volume de água evaporada naturalmente, como a água da chuva
pegada cinza – água poluída que associada à produção de bens e serviços.

por Cristina Tavelin

Onze tendências de comunicação da sustentabilidade

Onze tendências de comunicação da sustentabilidade
Como as empresas estão comunicando a sustentabilidade no mundo? E, principalmente, o que e de que modo vão comunicar o tema nos próximos anos? Para responder a essas duas perguntas, Ideia Sustentável – usando a sua metodologia OTS (Observatório de Tendências em Sustentabilidade) – mapeou e identificou – a partir da análise de dados gerados por organizações globais produtoras de conhecimento em sustentabilidade – 11 tendências. Com a intenção de oferecer material para sua reflexão, apresentamo-nas a seguir:

1) Consumidores exigentes, mais comunicação 

As empresas estão comunicando mais a sustentabilidade por meio da propaganda de produtos e de valores institucionais. Esse é um movimento que tende a se expandir em todo o mundo como uma resposta ao crescente interesse dos consumidores e às demandas por mais transparência. Stakeholders mais exigentes, concorrentes mais interessados e atuantes e agências reguladoras mais fiscalizadoras contribuem ainda para compor um cenário muito favorável à comunicação da sustentabilidade.
Realizado em 2010, com 9 mil entrevistados em 8 países (o Brasil incluído), o estudo sobre marcas verdes ImagePower (Cohn&Wolfe, Landor Associates e Penn Schoen Berland, em parceira com a Esty Environmental Partners) revelou que 60% dos consumidores querem comprar produtos de empresas sustentáveis.  Pesquisas de diferentes fontes apontam percentuais similares.
2) Inovação puxa comunicação de produtos 

O crescimento da comunicação da sustentabilidade em todo o mundo está, de alguma forma, ligado ao fato de que o tema entrou para valer no campo da inovação. Para a FDI Element, braço de comunicação em sustentabilidade da consultoria FTI, a valorização da sustentabilidade como vantagem competitiva tem levado cada vez mais empresas a comunicar não só aspectos convencionais, como reciclagem e pegada de carbono, mas iniciativas amplas relacionadas a produtos verdes. Compromissos efetivos com soluções para as mudanças climáticas seguem em alta nos Estados Unidos e na Europa, em virtude da relevância da questão e da crescente sensibilidade dos consumidores em relação a ela.

3) A velha história da lição de casa primeiro…

Cada vez mais empresas estão preocupadas em melhorar o desempenho em sustentabilidade antes de comunicá-la. A ideia parece óbvia. E é. Mas a história recente mostra que, contrariando o bom senso, muitas companhias quebraram a cara por botar o discurso a léguas da prática. Você, leitor, certamente conhece pelo menos uma empresa brasileira que cometeu esse equívoco. Arrisque fazer a sua listinha.

4) Mensagem valoriza desempenho do produto, o bolso do consumidor e a contribuição para o planeta. Tudo ao mesmo tempo

Associar o desempenho do produto com a sustentabilidade é outra tendência que apareceu no radar. As primeiras ações de comunicação, no início da segunda metade desta década, adotavam um tom mais institucional do tipo “olha como a minha empresa pensa e o que valoriza”. Destacavam valores e compromissos. Agora estão tratando de produtos. E, mais do que isso, da “vantajosa” interação do consumidor com os produtos.
A consultoria canadense Stratos identificou, em recente estudo sobre comunicação da sustentabilidade no ponto de venda, um crescimento no número de empresas que procuram “vender” ao consumidor a ideia de um benefício muito claro para a escolha de produtos mais sustentáveis. É o caso da P&G, com o seu papel-toalha Bounty Select a Size, que permite ao consumidor selecionar o tamanho das folhas de modo a evitar desperdício.

5) Simples é melhor

Considerando ainda o ponto de venda, observa-se uma tendência pela simplificação da mensagem da sustentabilidade. Para a Stratos, um exemplo ilustrativo dessa tendência é a Marks&Spencer, maior rede de lojas de departamento do Reino Unido.
Em busca de uma compreensão melhor e mais sintética da sua visão de sustentabilidade, a varejista britânica implantou uma campanha chamada Plano A, na qual transforma 100 compromissos em cinco pilares (Mudanças Climáticas, Resíduos, Matéria-Prima Reciclável, Parcerias Justas e Saúde), devidamente identificados por ícones. “Cinco anos. Cinco compromissos. 100 coisas para mudar. Porque temos apenas um mundo. E o tempo está acabando”, informa em cartazes espalhados pelas lojas. A intenção é comunicar rápido, de modo simples, para fortalecer vínculos com consumidores cada vez mais bombardeados por informação verde. Uma inspiração para empresas varejistas brasileiras.

6) Verificação externa funciona como avalista

Cada vez mais empresas estão recorrendo à verificação externa e independente para validar suas estratégias verdes e metas de sustentabilidade corporativas. Rótulos de organizações sérias acrescentam valor e ajudam a legitimar a comunicação num mundo de consumidores desconfiados. Na França, Alemanha e China os consumidores se orientam quase que exclusivamente pelos selos de certificação.
A The Body Shop, empresa de cosméticos apontada pela pesquisa ImagePower-2010 como a “mais verde” da Inglaterra, recorre, por exemplo, ao selo Ecocert para comunicar o quão orgânicos são seus produtos. O mesmo faz o Whole Foods Market, supermercado especializado em produtos naturais e orgânicos, a segunda companhia no ranking das “mais verdes” dos EUA.

7) Natural em alta

O repertório de motes de comunicação da sustentabilidade se amplia na medida em que as empresas buscam se diferenciar num contexto de mensagens cada vez mais iguais. Tudo o que é “natural” segue em alta. Cada vez mais empresas se socorrem no procedimento de comunicar, nos rótulos, o “quão natural” é o produto.
Reconhecida como a “marca mais verde” dos EUA, segundo o estudo ImagePower-2010, a Burt´s Bees, empresa de produtos de cuidados pessoais, informa em suas embalagens o percentual preciso de “naturabilidade” de cada um deles, compara por meio de cartazes de ponto de venda os benefícios de produtos naturais em relação aos convencionais e realiza campanhas muito criativas como, por exemplo, a denominada “Quanto de batom você vai comer na sua vida?”, que orienta os consumidores sobre as substâncias presentes nos batons “não naturais.” Boa ideia, comunicação fácil e eficaz.
Em conjunto com a Natural Products Association, a Burt`s Bees desenvolveu ainda um padrão para produtos de cuidado pessoal naturais,  com o objetivo de sensibilizar consumidores num contexto caracterizado pela inexistência de regulação oficial.


8 ) Redes sociais, aí vamos nós! 

Cada vez mais empresas vêm utilizando as ferramentas de mídia social para dialogar com públicos de interesse e ampliar o alcance de sua comunicação da sustentabilidade. Os vídeos on-line estão em alta entre os norte-americanos. Não é exagerado afirmar que serão uma febre também no Brasil, a considerar o crescente número de pessoas conectadas e a expansão da banda larga por aqui.

9) Preferindo o todo, em vez das partes

Cresce o número de empresas que estão trocando ações pontuais por um posicionamento mais amplo de sustentabilidade. A Timberland é apontada como emblemática dessa tendência, graças à iniciativa do Green Index Label (Rótulo de Índice Verde). Um time de desenvolvimento ambiental da empresa avalia os produtos, por meio de auditoria interna feita em processo aberto junto com stakeholders, a partir de três critérios: emissões de carbono, utilização de produtos químicos e consumo de recursos (a porcentagem, em peso, de materiais reciclados, orgânicos e renováveis). Quanto menor o índice (que varia de 1 a 10), “mais sustentável” é o produto. As informações, registradas numa etiqueta, são disponibilizadas aos consumidores no ponto de venda. O processo aberto e transparente garante a confiabilidade do índice.
A mesma Timberland criou ainda uma espécie de “tabela nutricional” para os seus calçados que informa a pegada ecológica do produto, destacando a quantidade de energia renovável, de químicos, de matéria-prima renovável, orgânica e reciclada, e ainda a quantidade de árvores plantadas pela empresa. Os produtos apresentam, na forma de selo, ícones comunicando o percentual de couro curtido proveniente de instalações ambientalmente auditadas, de material orgânico, e de borracha de pneus certificados e de PET reciclada.

10) O que focam as mensagens

Uma análise do que está sendo mais comunicado no ponto de venda revela uma ênfase a: (1) Mudanças climáticas e energia (consumo de energia no ciclo de vida, pegada de carbono do produto, economia de energia no uso do produto); (2) Matérias-primas (padrões éticos e ambientais para fornecedores de materiais, com respeito a direitos humanos e comércio justo); (3) Produtos químicos (segurança, materiais naturais, orgânicos e produtos químicos excluídos); (4) Gestão da água (pegada hídrica, qualidade e abastecimento) (5) Ações relacionadas a causas locais e globais (como o comércio justo, que proporciona algum tipo de economia ao cliente e resultados financeiros para organizações sem fins lucrativos).

11) Marcas sustentáveis mobilizam consumidores, empregados e parceiros

Parece crescer a consciência de que a sustentabilidade é um componente ético fundamental na construção de marcas. E, ainda, que marcas sustentáveis geram uma aura de simpatia e interesse. Criam audiências, favorecem proximidade, despertam confiança. Essa foi uma das sete conclusões da Conferência Sustainable Brands (Marcas Sustentáveis), realizada em 2010, nos Estados Unidos.
Ricardo Voltolini é publisher da revista Ideia Sustentável e diretor da consultoria Ideia Sustentável.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Trilha plena dos sentidos

Convite para participar da "trilha plena dos sentidos"

A “trilha plena dos sentidos” proporciona uma vivência  sinestésica  com a natureza, ou seja através  de planos sensoriais diferentes: como , o gosto , o cheiro,  a visão e o olfato, vão percebendo a natureza e a interferência do homem. Ao percorrerem o caminho/ a trilha, os alunos perceberam a mudança na natureza ocasionada pela industrialização e pelo consumo.
 Vão poder  tocar na mata, ouvir o som de cachoeira e animais, e ao chegar “à cidade”, o contato com a poluição sonora e, por meio do tato, com os materiais construídos pelo homem.     Essa atividade possibilita aos participantes  entender e perceber a degradação ambiental como uma produção humana e a ligação entre ele e  o meio ambiente. Permite, ainda, a reflexão sobre valores, atitudes e comportamentos humanos, contribuindo para a conservação ou a degradação ambiental. Ou seja, tanto a subjetividade humana como seu comportamento interfere diretamente no meio ambiente, e está em nossas mãos se essa interferência será positiva ou negativa.

Informações:  (011) 2743.8152  (INRI)
ou pelo email elizabar@uol.com.br