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quinta-feira, 10 de março de 2011

Mini Oficina na Nova Luz

 O INRI – Instituto Nacional de Renovação Integrado com a parceria do FEMA  -  Fundo Especial de Meio Ambiente, realizou dia 25/02/2011, mais uma oficina  dentro do projeto “Trilha Plena dos Sentidos”. 
Dessa vez a oficina teve um diferencial, saiu do "viveiro Ramá" e foi realizada no  Espaço Projeto Nova Luz , Parte do programa No Palco da Luz, foi reestruturada para atender a demanda do público participante. Ofereceu orientação sobre os tipos de plantios,  montagem de sementeiras e vasos em recipientes alternativos. Além disso, os participantes aprenderam a criar um minhocário doméstico como opção de sistema de reciclagem e reaproveitamento de resíduos orgânicos domésticos, tais como sobras de alimentos que não foram cozidos, temperados ou com gorduras e alimentos “in natura” (cascas de legumes, de frutas e de ovo, folhas de verdura, pó de café e filtro de café, entre outros). 
Foram  facilitadoras dessa oficina as Monitoras Cássia  Jardim e Margarida com a supervisão da Ecopsicóloga Elizabeth Barbosa.
A dinâmica de apresentação dos participantes pode ser apreciada no vídeo abaixo.

terça-feira, 8 de março de 2011

Promover a igualdade entre os sexos e autonomia das mulheres

A desigualdade de gênero começa cedo e deixa as mulheres em desvantagem para o resto da vida. Nestes últimos sete anos, a participação feminina em trabalhos remunerados não-agrícolas cresceu pouco. Os maiores ganhos foram no sul e no oeste da Ásia e na Oceânia. No norte da África a melhora foi insignificante: Um em cinco trabalhadores nestas regiões é do sexo feminino e a proporção não muda há 15 anos.    
No Brasil, as mulheres já estudam mais que os homens, mas ainda têm menos chances de emprego,  recebem menos do que homens trabalhando nas mesmas funções e ocupam os piores postos. Em 2005, a proporção de homens trabalhando com carteira assinada era de 35%, contra 26,7% das mulheres. A participação nas esferas de decisão também é pequena: as mulheres representam 8,8% dos deputados e 14,8% dos senadores.
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As “necessidades imediatas de gênero” -dizem respeito às condições materiais de existência (moradia, saneamento, transporte, equipamentos sociais etc.) e acesso aos direitos legais; e “necessidades estratégicas de gênero”- são os aportes indispensáveis às perspectivas de equidade entre os gêneros. Inquieta-me pensar que o governo Dilma decida atuar apenas no viés economicista das necessidades imediatas de gênero, insuficiente para superar as muitas nuances da cidadania de segunda categoria das mulheres.
Exemplo paradigmático é a violência contra as mulheres. Pesquisa nacional (Fundação Perseu Abramo e Sesc), divulgada em 21.2.2011, estima que, a cada dois minutos, cinco mulheres são espancadas no Brasil -evidência de que o tema se enquadra nas necessidades imediatas de gênero, exigindo equipamentos públicos de apoio à mulher em situação de violência, como delegacias de mulheres e casas abrigo, e aplicação de leis- tudo agindo sobre fatos consumados.
A prevenção da violência de gênero exige estratégias de mudanças dos padrões culturais patriarcais, machistas e racistas, que consideram a mulher propriedade privada do homem, incluindo a versão reeditada por vertentes religiosas contemporâneas, apoiada por parlamentares conservadores que, não tendo mais em quem mandar, aspiram a legislar sobre os corpos femininos.
Do dito até agora sobre a “prioridade máxima para as mulheres” não aponta para investimentos na mudança de padrões culturais patriarcais, a não ser que esteja embutido nos eixos da 3ª Conferência de Políticas para as Mulheres (12 a 15.12.2011): “Autonomia das mulheres e combate à pobreza”, que, usando de honestidade intelectual, é aquém do necessário sem o direito ao aborto.
Uma coisa é o que o governo acha que deve fazer e se dispõe a fazer. Outra bem diferente é pautá-lo para avançar na trilha de mais cidadania feminina. É a hora e a vez de indagarmos sobre o papel de uma conferência nacional de políticas para as mulheres hoje. É o instrumento privilegiado da luta feminista para a interlocução com o governo? Por que ainda não foi feita uma avaliação do impacto das conferências e dos planos delas decorrentes na vida das mulheres?
É da alçada do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, já que referendou o formato de conferência nacional, inovar quanto às preparatórias municipais e estaduais, pois o modelito delas de há muito está esgotado: reedição do Muro de Lamentações (ai, que fadiga!). Não se concebe mais, pela solene inutilidade delas, uma conferência atrás da outra sem avaliar o que resultou do definido nas anteriores nos âmbitos municipais, estaduais e federal. Conferência para cumprir cronograma governamental de concertação social e, não, de diálogo em pé de igualdade, e fazer proselitismo político é fora de propósito e um modo de dizer, acriticamente, amém ao governo.
É preciso honrar o centenário Dia Internacional da Mulher!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Palestra "O lixo é nosso"

Caminhe para a assertividade

Comportamento assertivo:

» Promover a igualdade nas relações humanas – Colocar em equilíbrio o poder, dar poder a quem não tem e fazer com que todos ganhem e ninguém perca.

» Agir de acordo com os interesses – Promover a capacidade de tomar as próprias decisões sobre carreira, relacionamentos, estilo de vida e horários.

» Defender nossas posições – Inclui o poder de dizer não, estabelecer limites de tempo e energia, reagir às críticas, censuras ou raiva sem ansiedade.

» Expressar sentimentos de maneira honesta e tranqüila – Ter a capacidade de discordar, demonstrar raiva, afeição e amizade sem mostrar ansiedade.

» Exercer direitos pessoais sem negar os dos outros – Relaciona-se à competência como cidadão, consumidor e membro de uma organização.

» Não negar os direitos dos outros – Evitar fazer críticas injustas, não se comportar de modo ofensivo, evitar xingamentos, manipulação ou controle de pessoas. 




Depressão te Cura!!!! Se cuide

O que é?

Depressão é uma doença muito séria, que caracteriza-se, principalmente, pela falta de vontade de fazer as coisas, perda de esperança, baixa auto-estima, perda do apetite e outras coisas mais sérias. Estima-se que, pelo menos, uns 20% da população mundial já sofreu desse mal em alguma fase da vida. Sendo a maior parte as mulheres. Por isso é totalmente aconselhável a procura de um profissional  da aréa, para iniciar um tratamento e acompanhamento psiquiátrico.

A maior parte dos adolescentes que sofrem disso, a razão é, na maioria das vezes, problemas sociais. Tais: separação dos pais, problemas na escola, bullying, mudanças de cidade, términos de namoro, desprezo num âmbito social e outras coisas. Sem contar a Acne, que é um problema sério na vida de qualquer jovem!

Sintomas da depressão

- Falta de humor persistente
- O afastamento de amigos
- Cansaço e falta de energia
- Vontade de chorar toda hora, por coisa simples (ou não, né)
- Problemas de auto-confiança e auto-estima
- Auto-agressão
- Pensamentos de suicídio e morte
- Mudanças de comportamento
- Sentimento de culpa constante
- Dificuldade de concentração

Depressão: Tratamento

O maior problema com as pessoas que tem essa doença, é que às vezes elas mesmo nem sabem que a possuem ou não tem vontade de procurar um médico. O tratamento é geralmente realizado com anti-depressivos e psicoterapia. Isso tudo depende do estado do paciente e das observações do médico.

Cara, se você estiver se sentindo meio pra baixo, conhece um amigo que se enquandre em algum desses sintomas aí, converse com ele. A parada é que: quando vemos nossos amigos, tudo está feliz. Mas na verdade não sabemos, verdadeiramente, o que as pessoas estão sentindo.

Lembre-se: Depressão é uma doença séria e deve ser tratado em uma clínica médica! Não de bobeira. O melhor da vida é viver, idependente de nossa situação.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

TEORIA DA TROFOBIOSE - vantagem da adubação orgânica

Essa teoria mostra que a suscetibilidade da planta ao ataque de pragas e doenças é uma questão de nutrição ou de intoxicação. Ou seja, uma planta bem alimentada e saudável, apresenta uma composição equilibrada, formando uma estrutura compacta que dificilmente será atacada por pragas e doenças. Entretanto, a proliferação e a intensidade do ataque de pragas (insetos, ácaros e nematóides) e doenças (fungos, bactérias e vírus) estão diretamente relacionadas com o estado nutricional das plantas. Assim, a planta fica suscetível ao ataque de pragas e doenças quando tiver na sua seiva, exatamente o alimento que eles precisam. Este alimento é constituído principalmente por aminoácidos e açúcares solúveis
Quando se inibe o processo de proteossíntese, que é a formação de proteínas apartir de aminoácidos, acabam predominando no tecido vegetal os aminoácidos e açúcares solúveis. Neste caso, predomina a proteólise, que é a formação de aminoácidos livres a partir da decomposição das proteínas. Vale lembrar que os agrotóxicos e adubos químicos favorecem a proteólise e inibem a proteossíntese. Em outras palavras, tornam as plantas mais suscetíveis às pragas e doenças.
Por outro lado, a adubação orgânica e o manejo ecológico preconizado na agricultura orgânica tendem a favorecer a formação de proteínas completas (proteossíntese), tornando as plantas mais resistentes e nutricionalmente mais equilibradas

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011

300 anos em 300 segundos

Vale a pena ver e compartilhar, esse vídeo é muito elucidativo. No final ainda tem um música de Lou Read.



quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Produção de Humus de Minhoca

Esta entrevista é com o Pesquisador Joézio Luiz dos Anjos, pesquisador da Embrapa Tabuleiro Costeiros.
Fala sobre os benifícios da produção de humos de minhoca, para o ambienta e para o produtor.
Vale a pena ouvir.

 
http://hotsites.sct.embrapa.br/prosarural/programacao/2011/reciclagem-de-residuos-organicos-para-producao-de-humus-de-minhoca-1/PGM.02.reciclagem.minhoca.mp3

Seguem duas fotos do minhocário caseiro com aproveitamento de carcaça de máquinas  de lavar roupa - casa do pesquisador.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Seminário: Desafios e Benefícios da Produção e Comercialização de Alimentos Orgânicos

01/03/2011 09:00
Data: 1º de Março de 2011
Local: Câmara Municipal de São Paulo- Vd. Jacareí, 100- sala Sergio Vieira de Melo- 1º SS

Programação 

8h50 às 11h - Os espaços para venda direta de Orgânicos em São Paulo

Mediação: Vereador Gilberto Natalini PSDB/SP
Ondalva Serrano – Presidente da AAO - Associação de Agricultura Orgânica / Câmara Setorial da Agricultura Ecológica
Ana Flávia Borges Badue - Instituto Kairós / Espaço da Cultura de Consumo Responsável / Faces do Brasil
Marcelo Silvestre Laurino - Coordenador da CPOrg/SP / Fiscal Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura
Nivaldo Maia - Gerente de Operações da CONAB/SP e Gestor do Programa de Aquisição de Alimentos - PAA  em São Paulo
Maria Judith Magalhães Gomes – Delegada Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário
Enio  Queijada de Souza - Gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios do Sebrae Nacional
João Carlos de Campos Pimentel - - Diretor Técnico de Divisão - CATI - Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo
Araci Kamyiama - Engenheira Agrônoma da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo
José Roberto Graziano - Supervisor Geral de Abastecimento da Prefeitura de São Paulo 
Leda Asharman - Secretária Adjunta do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo

11h às 11h15 – Intervalo para Café e Chá

11h15 às 13h15 - Desafios e benefícios da comercialização de orgânicos

Mediação: Araci Kamyiama - Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo
Cecília Lotufo - Movimento Boa Praça
Fernando Augusto de Souza - Coordenador Geral do Centro de Pesquisa Mokiti Okada
Fernando Ataliba - Conselheiro da AAO e Produtor Orgânico da Feira do Produtor Orgânico da AAO
Maria Lúcia Tescaro Roma – Presidente da Associação dos Trabalhadores na Transformação de Banana de Peruíbe
João Dias: Organização de cooperativa e venda para  PAA e Alimentação Escolar
João Dias de Oliveira – Associado da APROVE - Associação dos Produtores Orgânicos do Bairro Verava de Ibiúna
Guillermo Haddad – Sementes de Paz e Rede Semeando
Luciana Dias Carbone - Comérciante de produtos Orgânicos no CEAGESP

13h15 às 14h30 - Intervalo de Almoço

14h30 às 16h00 - Sugestões  de encaminhamentos

16h00 - 16h30 - Mesa de encerramento e apresentação de carta compromisso.

Vamos comtribuir para acelerar a reciclagem....

Mais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado. Veja o que pode separar em casa e onde depositar os resíduos que não devem ser deitados no lixo indiferenciado.

Porque se devem separar os resíduos recicláveis?
Reciclar materiais permite reutilizá-los como matéria-prima no fabrico de novos produtos, diminuindo o uso de recursos naturais (muitos dos quais não renováveis). Além disso, fabricar novos produtos a partir de materiais usados consome menos energia do que a partir de matérias virgens.
O sector dos resíduos contribui significativamente para a emissão de gases com efeito de estufa. Já a reciclagem é o processo de tratamento de resíduos com maior potencial de redução indirecta de emissões de CO2. Num momento em que o combate às alterações climáticas surge como um dos grandes desafios ambientais, é fundamental reciclar.
A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.
Os cidadãos devem participar activamente na correcta separação dos resíduos para posterior reciclagem. Este procedimento não se deve limitar às embalagens, mas incluir todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, automóveis, etc.
O meu contributo é importante?
Para controlar os milhões de toneladas de resíduos originados todos os anos na Europa, foi criada legislação que impõe metas mínimas para a reciclagem de certos materiais, como o papel, vidro, plástico, metal, equipamento eléctrico e electrónico, pilhas e acumuladores, veículos em fim de vida, óleos usados, etc.
Em 2005 deveríamos ter reciclado, no mínimo, 25% dos resíduos que produzimos diariamente. Mas, os valores atingidos ficaram longe da meta. A recolha selectiva perfez apenas 9% dos resíduos produzidos, dos quais nem todos foram encaminhados para a reciclagem (devido aos refugos na operação de triagem).
Quanto aos resíduos de embalagem, há novas metas a atingir até 2011: 22,5% para o plástico, 50% para o metal, 60% para o vidro, papel e cartão, e 15% para a madeira. A sua contribuição é, por isso, muito importante. Não se esqueça de que a separação de resíduos para reciclar não está limitada aos ecopontos. Nos ecocentros também pode entregar outros materiais, como óleos usados, electrodomésticos velhos, madeira, etc.
Como separar as embalagens usadas?
Separar em casa as embalagens usadas (metal, plástico, papel, cartão e vidro) é o primeiro passo para a sua reciclagem. Deve ter em conta algumas regras básicas:
  • se o seu município já faz a recolha selectiva dos resíduos orgânicos (restos de comida, por exemplo) com vista à compostagem, separe-os, então, das restantes embalagens que ainda não podem ser recicladas;
  • retire tampas e rolhas, pois, na maioria dos casos, são feitas de materiais diferentes da embalagem que vedam;
  • escorra o conteúdo das embalagens e, para evitar maus cheiros, passe-as por água (frascos ou garrafas de iogurte, por exemplo);
  • para poupar espaço, em casa e mesmo no ecoponto, espalme as embalagens (caixas, embalagens de cartão para alimentos como o leite ou sumos, garrafas e garrafões de plástico) sempre que possível;
  • embora práticos, os contentores específicos para separar os resíduos em casa não são imprescindíveis. Os sacos de plástico usados servem perfeitamente. Depois de os utilizar, deposite-os no contentor amarelo do ecoponto;
  • para colocar os resíduos domésticos no ecoponto, siga as indicações dadas pela autarquia.
Qual a diferença entre ecoponto e ecocentro?
O ecoponto é um conjunto de três contentores para recolha selectiva de embalagens usadas: o amarelo (para as de plástico e metal), o azul (para as de papel e cartão, jornais, revistas e papel de escrita) e o verde (para as de vidro). A este conjunto pode, ainda, estar associado um pequeno contentor vermelho para as pilhas.
O ecocento consiste num parque de grandes dimensões, que recebe embalagens usadas e outros resíduos, por exemplo, madeira, entulhos provenientes de construção e demolição, electrodomésticos, móveis, óleos minerais e vegetais, baterias de automóveis, etc. Mas, como nem todos os ecocentros estão preparados para receber os mesmos resíduos, verifique o que pode entregar no do seu concelho.
E não se esqueça: separar para reciclar não significa usar apenas o ecoponto!
que são os "monos" ou "monstros" domésticos?
São electrodomésticos, equipamentos electrónicos, móveis velhos e outros resíduos que, dadas as suas características ou volume, não podem ser depositados nos ecopontos, nem no contentor para o lixo indiferenciado. Antes de mais, verifique se não estão ainda em condições de ser doados a instituições de caridade. Algumas câmaras municipais ou juntas de freguesia fazem a recolha de "monos" porta-a-porta ou junto dos contentores do lixo. Contacte previamente a entidade responsável para combinar o dia e a hora da recolha. Assim, evitará que os "monos" fiquem na via pública por mais tempo do que o estritamente necessário. Pode, também, levá-los para o ecocentro mais próximo.
Que destino dar às lâmpadas fluorescentes?
Evite deitar estas lâmpadas no lixo e, muito menos, no vidrão. As lâmpadas fluorescentes ou de descarga não podem ser depositadas no contentor do lixo indiferenciado, pois contêm substâncias perigosas que devem ser recolhidas separadamente.
Quando uma lâmpada deste tipo se funde, pode entregá-la, sem qualquer custo, no estabelecimento onde vai comprar a nova. Também pode depositá-la nos centros de recolha de resíduos de equipamento eléctrico e electrónico, ou nos ecocentros que as aceitam. Mas os contentores dos ecocentros nem sempre oferecem garantias de que as lâmpadas vão chegar intactas ao destino final.
Onde depositar os restos de tinta e de verniz?
Dada a sua composição, os restos de tintas, solventes e vernizes são resíduos domésticos perigosos. Tente comprar só a quantidade necessária. O melhor destino para estes resíduos são os ecocentros mas, infelizmente, poucos estão em condições de os aceitar. Enquanto se aguarda a criação de uma entidade responsável pela gestão de pequenas quantidades de resíduos perigosos, e caso não haja um ecocentro no seu município ou o mesmo não receba estes resíduos, não terá outro remédio senão deitá-los no lixo indiferenciado (nunca no ecoponto).
O que fazer à bateria do meu carro?
As baterias usadas não podem ser introduzidas nos circuitos municipais de recolha de resíduos. Por isso, os grossistas e retalhistas são obrigados a aceitar, sem encargos, as baterias usadas. A sua recolha deve ser acompanhada do abatimento de uma certa parcela do preço de uma bateria nova quando se entrega a usada. Esta informação deve ser publicitada nos locais de venda.
Os produtores e importadores são obrigados a recolher, junto dos grossistas e retalhistas, as baterias deixadas pelos consumidores. Objectivo: armazená-las temporariamente até serem encaminhadas para tratamento final (valorização ou eliminação).
Se que desfazer-se da sua bateria velha, mas não vai comprar uma nova, entregue a usada num ecocentro (desde que este as aceite).
Os medicamentos devem ir para o lixo?
Os medicamentos de que já não precisa ou que estão fora do prazo de validade não podem ser deitados no lixo, nem no esgoto, dado contaminarem os solos e a água. Devem ser entregues nas farmácias. Actualmente, o destino final destes produtos é a incineração, mas o papel das caixas e dos folhetos informativos, são separados para posterior reciclagem.
O que fazer aos óleos alimentares usados?
Estes podem ser usados para produzir combustível alternativo ao gasóleo (biodiesel). Em Portugal, já há empresas que aproveitam o óleo de fritura para este fim, e começam a surgir os primeiros ecocentros que os aceitam. Alguns municípios também estão já equipados com contentores específicos para esta recolha, os chamados "oleões". Se este for o caso do seu município, guarde o óleo num frasco ou na garrafa de origem e entregue-o aí. Caso contrário, é preferível recolher os óleos alimentares usados num frasco e depositá-los no contentor do lixo indiferenciado. Apesar de não ser a melhor opção, é preferível a despejá-lo nos esgotos domésticos.
O meu carro chegou ao fim de vida. Que fazer?
Em média, um carro velho equivale a uma tonelada de sucata (incluindo a componente metálica, os plásticos, os pneus, os vidros, as borrachas, as espumas, os óleos, etc.). Grande parte pode ser reciclada, reutilizada ou reconvertida em energia. Os proprietários são responsáveis pelo destino adequado de um veículo em fim de vida e devem assegurar a sua entrega num centro de recepção ou desmantelamento autorizado. Procura-se, desta forma, garantir que o seu veículo será tratado de forma ambientalmente correcta e que os respectivos registos e a matrícula serão cancelados. Os centros de desmantelamento são responsáveis pela emissão do certificado de destruição, cujo original deve ser entregue ao proprietário do automóvel.
Que destino para os pneus usados?
Os pneus usados já não são lixo: podem ser recauchutados, reciclados ou valorizados energeticamente. A recauchutagem faz a substituição do piso do pneu e, por vezes, dos seus flancos através de um processo de vulcanização. A reciclagem dos pneus consiste na separação prévia dos seus principais componentes: borracha, aço e têxtil. O aço é enviado para siderurgias e depois incorporado em novos produtos. Regra geral, a parte têxtil não é aproveitada, sendo enviada para aterro sanitário ou incinerada. Quanto à borracha, é, em grande parte, transformada em grânulos, que são usados na elaboração de outros produtos, como pavimentos anti-choque desportivos e de segurança, betume modificado de borracha para pavimentação e reabilitação de estradas, etc. A borracha obtida a partir de pneus velhos também pode dar origem a relva sintética, materiais isolantes ou pisos de absorção de choque para parques infantis, telas, tapetes, lombas dissuasoras de velocidade ou mesmo solas para sapatos.
Quando for a um concessionário ou oficina colocar pneus novos, pode entregar os usados. Os distribuidores que comercializem pneus não podem recusar-se a aceitá-los em troca de pneus do mesmo tipo e na mesma quantidade.
Se prefere comprar pneus novos e montá-los sozinho, lembre-se de depositar os usados num dos pontos de recolha existentes. Tanto empresas, como particulares podem aí entregar pneus de qualquer categoria gratuitamente.

Vamos todos ajudar a aumentar as matérias primas nas empresas, explorando menos os recursos naturais.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Hoje foi o último dia da primeira oficina...

Foram quatro encontros...muita harmonia, parceria, alegria.
Foto de despedida somete do curso...

Essa foto é na oficina de segunda feira, compostagem e minhocário.




Já pensou em ter uma pequena horta no seu apartamento ou no seu quintal?


Projeto ensina o cultivo de hortaliças em pequenos espaços utilizando materiais recicláveis.

Cada vez mais as pessoas buscam meios de vida ecologicamente corretos, consumindo produtos orgânicos e mudando seus hábitos para um modo de vida mais saudável.
Então por que não ter na sua própria casa ervas para tempero, plantas de uso medicinal, e outras hortaliças para consumo próprio e até para afastar insetos?
Um curso na Zona Leste de São Paulo está fazendo moda com o ensino e a prática da Horticultura Urbana, cultivo de hortaliças e plantas em materiais recicláveis como: garrafas pet, caixas de leite e pneus velhos.


O curso é gratuito à comunidade e faz parte do Projeto Trilha Plena dos Sentidos da OnG INRI, que ensina todo o procedimento adequado para a produção das plantas. “Aqui elas aprendem sobre as diversas plantas e locais ideais para o cultivo, a preparar a terra, conhecem os tipos de adubos e como fazer um minhocário doméstico, a combater pragas e doenças, a utilizar as plantas como repelentes entre outras atividades.” ressalta Elizabeth Barbosa, uma das facilitadoras do projeto.  
O projeto está sendo no Viveiro Ramá na Vila Guilhermina, Zona Leste de São Paulo e está com turmas abertas para o mês de fevereiro nos períodos manhã e tarde.
Para se inscrever, os interessados devem entrar em contato com o INRI através do telefone (11) 2743-8152 ou enviar e-mail para projetos.inri@gmail.com . O Viveiro Ramá fica na Rua Dourados n° 7, próximo ao Metrô Guilhermina Esperança. No blog do projeto você pode acompanhar o dia a dia das turmas: http://institutoinri.blogspot.com

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sequestro de carbono

O conceito de seqüestro de carbono foi consagrado pela Conferência de Kyoto, em 1997, com  a   finalidade   de   conter   e   reverter   o   acúmulo   de  CO2  na   atmosfera   ,   visando   a diminuição do efeito estufa.
A conservação de estoques de carbono nos solos, florestas e outros tipos de vegetação, a preservação de florestas nativas,  a implantação de florestas e sistemas agroflorestais e a recuperação de áreas degradadas são algumas ações que contribuem para a   redução da concentração do CO2 na atmosfera.
O gás carbono absorvido pelas plantas tem dois destinos simultâneos: uma parte fica retida no interior do vegetal, na forma de biomassa, alimentos ou fibras; e a outra seria devolvida para atmosfera pelo processo da respiração.
capacidade de seqüestro de  carbono do ambiente muda e, mesmo  em uma única espécie, ocorrem  variações significativas provocadas  pelo regime de chuvas, entre outros  fatores. As árvores que mais retiram  CO2 da natureza são a figueira, o  jequitibá e o jatobá. Como os  reflorestamentos para compensar as  emissões do gás são feitos em áreas muito extensas, o correto é reunir, no  mínimo, 80 espécies nativas. Embora  cada planta seqüestre carbono em  quantidades diferentes, o valor médio  de captura é 190 quilos de CO2 por  árvore, a uma concentração de 1666  árvores por hectare. O cálculo para  verificar a quantidade de carbono  absorvido é feito com equações  alométricas, que levam em conta  o diâmetro e a altura da árvore.
A agricultura que utilize sistemas de produção em bases ecológicas, com sistemas conservacionista, a exemplo do sistema plantio direto, com adequado sistema de sucessão de culturas de cobertura durante o ano todo, pode contribuir significativamente, com maior seqüestro de carbono da atmosfera e o efeito estufa.
Ou seja,  após a colheita, o agricultor realiza uma gradeação no solo, incorporando os restos vegetais ao solo, dessa forma, todo o carbono que seria liberado pela decomposição dos vegetais é reaproveitado, na forma de adubo natural para as próximas culturas. 

imagem retirada do site: http://professornandao.blogspot.com/2008/06/ciclos-da-matria-nos-ecossistemas.html

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Oficina "Farmacia viva" sesc Itaquera...

Participei hoje da primeira parte da oficina "Farmácia Viva". Achei muito interessante que várias ervas que conhecemos e chamamos de um nome  tem outro nome...rs, esse é o caso do Boldo Chile, que segundo o professor não temos no Brasil...é uma árvore imensa, chamamos de boldo outros tipos da erva, o boldo aveludado e o boldo miudo...e mais umas outras 10 ou 11 ervas que usamos hoje na aula..eu trouxe uma muda de "manjericão" que não sei se vai pegar, estava muito pequena...Aprendemos que para fazer muda não precisamos nem mesmo de terra..podemos usar somente areia, porque ela deixa as raizes expandirem. Ele usou um substrato composto por vermiculite, areia e raspas de coco seco (em partes iguais). outra coisa é apertar a terra na mãe, se não formar torrão,  está boa para fazer colocar a muda.
Hummm..outra coisa, ele disse que para fazer muda temos que cortar a lingua de uma pessoa..na realidade é a realização de uma clonagem, uma vez que a planta filha é identica a planta mãe....




quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Oficina - Horticultura Urbana e Educação Ambiental - INRI

Iniciou no dia 31 as oficinas de Horticultura Urbana e Educação Ambiental.
Estamos com três turmas em andamento, e outra começará no sábado 05/02/2011.
Na primeira aula, foi feita uma visita técnica pelo viveiro, onde os participantes puderam  ver a horta, as leiras de compostagem,  e conhecer as formas para escolher onde fazer o seu canteiro, de que forma escolhe o terreno, as plantas que servem para ajudar a manter o canteiro longe das pragas, como preparar a terra, entre outros conceitos.

Literalmente...a mão na massa...

Descobrindo o "porque" do tamanho do cateiro.



Os participantes conheceram a estufa e várias plantas que eram desconhecidas agora fazem parte  do repertório  botânico dos participantes.




Alguns qeu quiseram colocar a mão na massa, plantaram uma semente de Jaca...dentro de 10 anos eles poderão voltar ao viveiro e colher os frutos!


 O neto da Antonia gostou de poder plantar...


A harmonia das pessoas com o ambiente podia ser sentida em cada atividade desenvolvida.

Hoje está acontecendo a segunda aula da Oficina I.

Depoimento de um participante por email:
"Pode cotar comigo para proxima aula gostei muito mesmo ficando sem palavras,como costumo dizer
Tem que dividir para multiplicar."






quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O único produto realmente correto é aquele que você não comprou

O produto realmente sustentável, artigo de Efraim Rodrigues

Publicado em janeiro 25, 2011  Quando ouço sobre “produtos sustentáveis”, me lembro do Alfeu, um amigo agricultor orgânico que montou uma barraca na feirinha dos produtores no centro de Londrina, com uma grande placa PRODUTOS ORGÂNICOS. Fez sucesso, vendeu tudo e na semana seguinte seus colegas todos tinham uma placa igual.
Todos querem seu produto mais atraente para o consumidor, e uma balela freqüente é chamá-lo de sustentável, ecológico, verde, orgânico, natural, ou ambiental.
O paraíso da balela verde são as camisetas e calças jeans, produtos voltados para o público mais jovem e freqüentemente menos atento (os mais velhos são mais atentos mas também menos dispostos).
Você pode comprar uma camiseta colorida de verde com uma árvore estampada, mas o fato é que para produzi-la gasta-se 150 g de agrotóxico e 2700 l de água. O primeiro dado é da Universidade de Cornell e o segundo é da ONG Waterfootprint. E o algodão orgânico ? Ele custa caro e as pessoas não gostam porque a fibra não é tão macia.
Só os lunáticos acham que o mercado deseja produtos ambientais. A linha Eco da Levi’s foi cancelada e o New York Times publicou artigo em janeiro mostrando que a recessão acabou com o mercado verde de roupas. O recado não é novidade; As pessoas só querem salvar o planeta depois que a própria pele esteja salva, esquecendo que a pele de todos depende do planeta.
Uma iniciativa promissora é o Better Cotton Initiative, uma organização composta por algumas das marcas internacionais de roupas para usar técnicas melhores de plantio de algodão. Algo como “vamos estimular os plantadores de algodão a fazer o que é ensinado a qualquer estudante de agronomia”. Note que há tantos plantadores de algodão com práticas minimamente razoáveis que eles nem tentaram escolher. Eles não enchem um micrônibus. A regra neste meio são um grande número de aplicações de agrotóxico, antes mesmo que haja evidência de pragas. É mais fácil aplicar de uma vez que ficar avaliando pragas.
Não espere que a Better Cotton Initiave, o pouco algodão orgânico ou até mesmo as camisetas feitas de garrafas PET resolvam o problema. Estas, então são particularmente indulgentes ao atribuir algo de bom às 565.000 T de PET que o Brasil consumiu em 2010.
Não há produto ambientalmente correto. O único produto realmente correto é aquele que você não comprou. Qualquer outro gastou água, agrotóxicos, queimou combustível ou extinguiu espécies
Se o produto já chegou na prateleira da loja, o impacto já ocorreu, que adianta não comprá-lo ? O comércio anda a base de substituição. Se você não tirar a camiseta da prateleira, outra não entrará no lugar. Isto é que é ambientalmente correto.
Efraim Rodrigues, Ph.D. (efraim{at}efraim.com.br),  é Doutor pela Universidade de Harvard, Professor Associado de Recursos Naturais da Universidade Estadual de Londrina, consultor do programa FODEPAL da FAO-ONU, autor dos livros Biologia da Conservação e Histórias Impublicáveis sobre trabalhos acadêmicos e seus autores. Também ajuda escolas do Vale do Paraíba-SP, Brasília-DF, Curitiba e Londrina-PR a transformar lixo de cozinha em adubo orgânico e a coletar água da chuva

(recebi por email esse artigo, resolvi compartilhar)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Guimarães Rosa ....Água, gente e ambiente

Copiei...achei extremamente lindo....
 
EM MATÉRIA ambiental, o principal legado do século XX foi a poluição intensa e extensiva, que comprometeu irremediavelmente a paisagem, os recursos hídricos e a saúde das populações. É certo que houve o extraordinário avanço da cibernética, com o encurtamento das distâncias e a instantaneidade do acesso à informação. Essas conquistas se deram por conta de processos bipolares ao longo do tempo: guerra e paz; ditadura e democracia; crescimento econômico e desigualdade social; desenvolvimento e destruição do meio ambiente.
Já no século XXI, a julgar pela primeira década, o planeta torna-se perigoso; a destruição do ambiente parece coisa inevitável, apocalíptica. A velocidade da comunicação intensifica-se, mas a mensagem é concentrada em bordões e clichês monocórdicos, agoniados. É um vocabulário de poucas palavras e locuções: aquecimento global; efeito estufa; mudança climática; risco climático; sustentabilidade; desenvolvimento sustentável; economia de baixo carbono; sociedade de risco; governança; com certeza.
Parece que estamos num tablado e o que está em via de decisão é, de um lado, o destino da humanidade e, de outro, a transformação da Terra. Antes não havia essa apartação; os processos eram mediados por certa dose de dialética. Agora, é tudo ou nada; é o perigo e o medo. Não adianta buscar culpados: grupos econômicos predadores; manutenção de tecnologias obsoletas; relações de produção atrasadas; disputa pela água. Nada disso; todos somos culpados, com certeza.
Nestes tempos de confusão e medo, convém recorrer a outras pessoas iluminadas, que não os cientistas do clima. Ao longo dos séculos, são os escritores os que melhor entendem os sinais dos tempos, as revoluções e a alma humana. No caso, a literatura de Guimarães Rosa é um antídoto contra os males do mundo; proporciona a introdução de uma dose de humanidade na relação das pessoas com o meio ambiente.
Água, gente e ambiente formam uma cadeia universal. As pessoas, por mais simples que sejam, têm sua dignidade reconhecida - o vaqueiro Zeguilherme, o vaqueiro Mainarte; a água escoa num "riachinho xexe", antes de chegar ao São Francisco; e o ambiente é povoado por buritis, capim sempre verde, a codorninha-buraqueira e os bandos de araras que parecem "um pano azul ou vermelho, desenrolado, esfiapado nos lombos do vento quente". O mundo tem unidade e tem conserto. Chega de terrorismo.
A seguir, oferecemos ao leitor 12 trechos das estórias do grande escritor, selecionados pelo viés ecológico.
1
"Há uma hora certa,
no meio da noite, uma hora morta,
em que a água dorme. Todas as águas dormem:
no rio, na lagoa,
no açude, no brejão, nos olhos d’água,
nos grotões fundos.
E quem ficar acordado,
na barranca, a noite inteira,
há de ouvir a cachoeira
parar a queda e o choro,
que a água foi dormir."
(Magma / Sono das águas)
2
"E assim seguiam, de um ponto a um ponto, por brancas estradas calcáreas, como por uma linha vã, uma linha geodésica. Mais ou menos como a gente vive. Lugares. […] Queriam subir e ver. O mundo disforme, de posse das nuvens, seus grandes vazios. Mas, com brevidade, desciam outra vez. Saíram a onde a estrada é reta, bom estirão. Até que, a pouco trecho, enxergavam, adiante uma pessoa caminhando."
(Corpo de baile / O recado do morro)
3
"Porque, dantes, se solambendo por uma grota,
um riachinho descia também a encosta, um fluviol,
cocegueando de pressas, para ir caindo, bem em baixo, no Córrego das Pedras, que acabava no rio de Janeiro,
que mais adiante fazia barra no São Francisco. Dava alegria, a gente ver o regato botar espuma e oferecer suas claras friagens e a gente pensar no que era o valor daquilo. Um riachinho xexe, puro, ensombrado, determinado, com regojeio e suazinha algazarra - ah, esse não se economizava: de primeira, a água, pra se beber."
(Corpo de baile / Uma estória de amor)
4
"Boiada boa …
[…]
As ancas balançam, e as vagas de dorsos, das vacas e touros, batendo com as caudas, mugindono meio, na massa embolada, com atritos de couros, estralos de guampas, estrondos e baques, e o berro queixoso do gado junqueira, de chifres imensos, com muita tristeza, saudade dos campos, querência dos pastos de lá do sertão…"
(Sagarana / O burrinho pedrês)
5
"Gritos: eleléia dos vaqueiros, terminando a apartação.
No eirado, são vistos: o vaqueiro Cicica, o vaqueiro Tadeu, o vaqueiro Doim, o vaqueiro Pedro Franciano, o vaqueiro Sãos, o vaqueiro Noró, o vaqueiro Abel, o vaqueiro Mainarte. Os vaqueiros Calixto, José Uéua, Raymundo Pio, Zeguilherme, João Jipió, José Proeza, Zazo […]."
(Corpo de baile / Cara de bronze)
6
"[…] Ela me acordou, tava me cheirando. […] Aí eu fingi que tava morto, podia fazer nada não. […]
Muito tempo ela não fazia nada também. Depois botou mãozona em riba do meu peito, com muita fineza. Pensei - agora eu tava morto: porque ela viu que meu coração tava ali. Mas ela só calcava de leve, com uma mão, afofado com a outra, de sossoca, queria me acordar. Eh, eh, eu fiquei sabendo… Onça que era onça - que ela gostava de mim, fiquei sabendo… Abri os olhos, encarei."
(Estas estórias / Meu tio o Iauaretê)
7
"Sua fúria e ira derramaram-se tão prontas, que as escamas do corpo, que nem arroz em casca, ramalharam e craquejaram, num estremeção escorrido até os ocos apêndices córneos da cauda, erguida a prumo, que tocaram sinistramente. […]
Uns homens, que trabalhavam mais abaixo, não tinham escutado o crotalar da tétrica fanfarra, não podiam saber da presença de Boicininga, latente na erva, junto da lata d’água. […] E sendo pois assim, seis homens e uma cobra; e o daqueles que tivesse sede primeiro, provavelmente teria de morrer."
(Estas estórias / Bicho mau)
8
"- E os capins, os capins bonitos, que os boizinhos e os cavalos pastam?
- Sempre verde, aristides, luziola, maquiné, zabelê, cobre-choupana, dandá, cortesia, mimoso-de-cacho, frei-luiz, major-zé-inácio, pernambuco, cocorobó, são-carlos, marianinho […]"
(Corpo de baile / Cara de bronze)
9
"- E os bichos, os bichinhos, os pássaros?
- Seriemas gritando e correndo, ou silenciosas. Emas correndo às tortas. Seriema voando. Os anús, pretos e brancos. A alma-de-gato. A codorninha-buraqueira. Os joãos-de-barro. A maria-mole. A pomba-do-ar.
A juriti-do-peito amarelo. A doidinha. A maria-faceira, em beira de lagoa.
O sofrê, veredas dos Gerais avante."
(Corpo de baile / Cara de bronze)
10
"Pelas frinchas, entre festões e franças, descortino, lá em baixo, as águas das Três-Águas. Três? Muitas mais! A lagoa grande, oval, tira do seu pólo rombo dois córregos, enquanto entremete o fino da cauda na floresta. Mas, ao redor, há o brejo, imensa esponja onde tudo se confunde: trabéculas de canais, pontilhado de poços, e uma finlândia de lagoazinhas sem tampa."
(Sagarana / São Marcos)
11
"Se viam bandos tão compridos de araras, no ar, que pareciam um pano azul ou vermelho, desenrolado, esfiapado nos lombos do vento quente. Daí, se desceu mais, e, de repente, chegamos numa baixada toda avistada, felizinha de aprazível, com uma lagoa muito correta, rodeada de buritizal dos mais altos: buriti-verde que afina e esveste, belimbeleza."
(Grande sertão: veredas)
12
"Nosso pai era homem cumpridor, ordeiro, positivo; […] Mas se deu que, certo dia, nosso pai mandou fazer para si uma canoa. […] E esquecer não posso, do dia em que a canoa ficou pronta.
Sem alegria nem cuidado, nosso pai encalçou o chapéu e decidiu um adeus para a gente. […] Nossa mãe, a gente achou que ela ia esbravejar, mas persistiu somente alva de pálida, mascou o beiço e bramou: ‘Cê vai, ocê fique, você nunca volte!’
[…] Nosso pai não voltou. Ele não tinha ido a nenhuma parte. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços do rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais."
(Primeiras estórias / A terceira margem do rio)
 
Obtido de : Gerôncio Rocha é geólogo, vinculado à Coordenadoria de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo

domingo, 16 de janeiro de 2011

AJUDA ÀS VÍTIMAS DA CHUVA...DO DESCASO DAS AUTORIDADES


Contas para doações em dinheiro
A Igreja Católica também vai ajudar as vítimas no Rio. O cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, lançou nesta sexta uma campanha pelas vítimas por meio da Cáritas Arquidiocesana. O dinheiro arrecadado será encaminhado para Petrópolis e Nova Friburgo.
Banco Itaú
Agência: 7657
Conta: 10.834-1
Prefeitura de Teresópolis
A Prefeitura de Teresópolis disponibilizou uma conta corrente no Banco do Brasil para receber doações e ajudar as famílias atingidas pelo temporal. Com o nome “SOS Teresópolis – Donativos”, a conta corrente é número 110000-9, na Agência 0741-2. Há também a conta 2011-1, Agência 4146, da Caixa Econômica Federal. O CNPJ da Prefeitura é número 29.138.369/0001-47.
Prefeitura de Nova Friburgo
Banco: Banco do Brasil
Agência: 0335-2
Conta: 120.000-3
Defesa Civil – RJ
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0199
Operação: 006
Conta: 2011-0
Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro
CNPJ 02932524/0001-46
Banco: Itaú
Agência: 5673
Conta: 00594-7
Campanha SOS Sudeste (CNBB e Cáritas Brasileira)
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1041
Operação: 003
Conta: 1490-8
ou
Banco: Banco do Brasil
Agência: 3475-4
Conta: 32.000-5
São Paulo
Os paulistas que quiserem ajudar as vítimas da chuva na Região Serrana do Rio podem procurar postos da Polícia Militar, shoppings e a Cruz Vermelha em São Paulo. Os desabrigados e desalojados precisam de doações de água potável, alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal, como sabonete, pasta de dente e fralda descartável.
Postos de coleta
Polícia Militar
saiba mais
Todos os batalhões da PM na capital paulista e no interior do estado recebem alimentos não perecíveis, roupas, lençóis, cobertores, colchões, colchonetes, materiais de limpeza e higiene, água potável e remédios.
Transportadoras que quiserem ajudar levando os produtos arrecadados podem entrar em contato com o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, pelo telefone (11) 3862-6260.
Shoppings
Shoppings em São Paulo recebem doações, que serão repassadas para entidades e órgãos públicos responsáveis pela acomodação das vítimas no Rio.
Shopping Iguatemi – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232. São Paulo/SP. Tel.: (11) 3816-6116
CenterVale Shopping - Av. Deputado Benedito Matarazzo, 9403. Jardim Oswaldo Cruz - São José dos Campos/SP. Tel.: (12) 3924-3000
Taubaté Shopping - Av. Charles Schneider, 1700, Vila Costa. Taubaté/SP. Tel.: (12) 3634-7999
Cruz Vermelha

A Cruz Vermelha de São Paulo direciona doações às vítimas das chuvas. As prioridades de doações são alimentos não perecíveis, de fácil consumo e preparação, leite longa vida e itens de higiene pessoal e limpeza, como sabão em pedra, fraldas descartáveis e papel higiênico.
Endereço para entrega:
Avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis (próximo ao aeroporto de Congonhas)
Dias e horários: Segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.
Informações: (11) 5056-8667 ou pelo e-mail voluntariado@cvbsp.org.br
OAB
As 223 subseções da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo em todo o estado recebem os donativos destinados à Cruz Vermelha. A população interessada em ajudar pode doar alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, açúcar e sal, produtos de higiene pessoal, roupas e agasalhos, além de calçados.
Os donativos poderão ser entregues de segunda a sexta-feira, em horário comercial. Na capital, as doações poderão ser feitas nos seguintes endereços:
Itaquera: Avenida Pires do Rio, 3740
Jabaquara: Rua Afonso Celso, 1.200
Lapa: Rua Afonso Sardinha, 13
Pinheiros: Rua Filinto de Almeida, 42
Santana: Rua Victório Primon, 372
Santo Amaro: Rua Alexandre Dumas, 224
São Miguel Paulista: Rua Ten. Miguel Délia, 114
Tatuapé: Rua Santo Elias, 483
Vila Prudente: Avenida Sapopemba, 4.064
Os endereços das subseções no litoral e no interior de São Paulo podem ser acessados pelo site da OAB-SP.
Centro Cultural São Paulo
O Centro Cultural São Paulo recebe donativos que serão encaminhados às vítimas das chuvas do início deste ano.
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso (próximo à estação Vergueiro do Metrô)
Telefone: (11) 3397-4002
Contas para doações em dinheiro
A Igreja Católica também vai ajudar as vítimas no Rio. O cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, lançou nesta sexta uma campanha pelas vítimas por meio da Cáritas Arquidiocesana. O dinheiro arrecadado será encaminhado para Petrópolis e Nova Friburgo.
Banco Itaú
Agência: 7657
Conta: 10.834-1
Prefeitura de Teresópolis
A Prefeitura de Teresópolis disponibilizou uma conta corrente no Banco do Brasil para receber doações e ajudar as famílias atingidas pelo temporal. Com o nome “SOS Teresópolis – Donativos”, a conta corrente é número 110000-9, na Agência 0741-2. Há também a conta 2011-1, Agência 4146, da Caixa Econômica Federal. O CNPJ da Prefeitura é número 29.138.369/0001-47.
Prefeitura de Nova Friburgo
Banco: Banco do Brasil
Agência: 0335-2
Conta: 120.000-3
Defesa Civil – RJ
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0199
Operação: 006
Conta: 2011-0
Fundo Estadual de Assistência Social do Estado do Rio de Janeiro
CNPJ 02932524/0001-46
Banco: Itaú
Agência: 5673
Conta: 00594-7
Campanha SOS Sudeste (CNBB e Cáritas Brasileira)
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 1041
Operação: 003
Conta: 1490-8
ou
Banco: Banco do Brasil
Agência: 3475-4
Conta: 32.000-5

Rio de Janeiro
Postos para doações
Teresópolis
Em Teresópolis foi montado um outro posto para receber donativos. As contribuições podem ser levadas para o Ginásio Pedrão, onde foi montado um abrigo de ajuda às vítimas. O local fica na Rua Tenente Luiz Meirelles 211, no bairro Várzea, no centro da cidade.
Petrópolis
Foram montados três postos para doação de água, colchão e material de limpeza e higiene  na região de Itaipava: na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá; na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas; e no centro de Petrópolis, na sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania (R. Aureliano Coutinho,  número 81).
Museu Imperial
O Museu Imperial montou um posto de coleta de donativos. Além disso, os visitantes poem opatar por pagar a entrada com uma doação diretamente na bilheteria. O item de maior urgência é água potável, que pode ser trocada pelo ingresso com uma doação de, no mínimo, 1,5 litro. Também são recebidos itens de higiene pessoal, roupas, alimentos não perecíveis, roupa de cama, cobertores, colchonetes e toalhas. O ponto de coleta do museu é no prédio da biblioteca, no saguão em frente à sala multimídia, com acesso pelo bosque do imperador (praça do Cenip). Para trocas de doações por ingressos, os visitantes devem se dirigir diretamente à bilheteria.
Polícia Militar
Todos os batalhões da PM do Rio de Janeiro vão receber doações  a partir desta quinta-feira (13). Os comandantes dos batalhões recomendam a doação de água mineral, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.
Em São Paulo, todos os batalhões da Capital e do interior receberão alimentos não perecíveis, roupas, lençóis, cobertores, colchões, colchonetes, materiais de limpeza e higiene, água potável e remédios.
Rodoviária
A Rodoviária Novo Rio recebe doações para a Cruz Vermelha. Os donativos serão recebidos no piso de embarque inferior, das 9h às 17h.
Cruz Vermelha
A Cruz Vermelha está cadastrando voluntários para ajudar na triagem do material arrecadado para vítimas das chuvas na Região Serrana. Quem quiser colaborar deve procurar a sede da entidade no Rio, na Praça da Cruz Vermelha 10, no Centro.

Segundo o presidente da filial Rio, Luiz Alberto Lemos Sampaio, o mais importante agora é coletar alimentos não perecíveis, água, leite, além de roupa de cama e banho. Os donativos podem ser entregues no posto instalado na Rodoviária Novo Rio, na sede da Cruz Vermelha e nos quartéis do Corpo de Bombeiros.
Estádios
A Secretaria estadual de Esporte e Lazer montou uma rede de solidariedade. Os estádios do Maracanãzinho e Caio Martins (em Niterói) recolhem doações. As contribuições podem ser: garrafas de água potável, fraldas, material de higiene pessoal, colchonetes, alimentos não perecíveis, roupas e agasalhos. O Maracanãzinho recebe doações das 8h às 20h - Entrada pelo portão 12A. No Caio  Martinns, o horário é o mesmo e a  entrada é pelo portão principal na Avenida Roberto Silveira, em Icaraí.

Viva Rio

O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de roupas e mantimentos para a região serrana do Rio de Janeiro, especialmente Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Para ajudar, basta fazer a doação na sede do Viva Rio (Rua do Russel, 76, Glória) ou através de depósito bancário na conta do Viva Rio, no Banco do Brasil, agência 1769-8, conta-corrente 411396-9 e CNPJ: 00343941/0001-28. Para mais informações o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.
A ONG também estará recebendo donativos em todas as unidades das Lojas Americanas no Rio e nas estações do metrô de General Osório, Siqueira Campos, Botafogo, Carioca, Glória, Largo do Machado, Catete, Central do Brasil, Saens Peña, Nova América e Pavuna
Postos em supermercados
O grupo de supermercados Pão de Açúcar montou postos de arrecadação em todas as 100 lojas da rede no estado do Rio. As doações podem ser feitas nos estabelecimentos Pão de Açúcar, ABC Compre Bem, Sendas , Extra Supermercados e Assaí. De acordo com o grupo, os donativos serão entregues até 26 de janeiro.
O supermercado  Zona Sul também aceita doações durante o mês de janeiro em sua unidade Mega Box, localizada na Av. Brasil, 9.561 – Olaria. Quem quiser participar poderá contribuir com alimentos não perecíveis, roupas, sapatos, colchonetes, cobertores ou produtos de higiene. O Mega Box funciona de segunda a sexta, das 7h30m às 21h, e nos domingos e feriados, das 8h às 14h.
Rodovias
A Polícia Rodoviária Federal  recebe doações nos seus 25 postos ao longo de 1.400 km de rodovias federais fluminsenses. Quem quiser colaborar pode ligar para o telefone 191 da PRF, que funciona 24h, e saber onde fica o ponto mais próximo de sua casa. Os donativos serão repassados à Cruz Vermelha.
A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) está recebendo doações de  garrafas de água potável, remédios, alimentos não perecíveis, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal como sabonete, pasta de dente e fralda descartável, nas cabines da Praça de Pedágio no km-133,5 da Rio-Teresópolis-Além Paraíba (BR-116/RJ), em Piabetá. Para grandes quantidades, os doadores devem dirigir-se ao Centro de Atendimento ao Usuário, que fica na pista sentido Rio a 300 metros da praça de pedágio.
Outros estados: .todos os 270 postos de fiscalização da PRF nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste  também  funcionam como pontos de coleta de doações. De forma rápida e sem burocracia, o cidadão que quiser ajudar os desabrigados pelas chuvas na região Sudeste poderá doar alimentos não-perecíveis em qualquer unidade física da PRF instalada em 32 mil quilômetros de rodovias federais.  A Polícia Rodoviária Federal não fará coleta de peças de vestuário nem de material de limpeza. Outro ponto que precisa ser observado é a data de validade dos alimentos. Não devem ser encaminhados à PRF donativos que vencerão antes de 30 dias.
BR-101
Autopista Fluminense, concessionária que administra a BR-101 Norte também abriu postos para o recolhimento de doações, na sede administrativa, da empresa, no KM 313, em São Gonçalo, na Região Metropolitano e na sede da Latina Manutenção, no Km 206, em Casimiro de Abreu .
Praça de pedágio:
Km 40 – Campos dos Goytacazes
Km 123 – Campos dos Goytacazes
Km 192 – Casimiro de Abreu
Km 252 – Rio Bonito
Km 299 – São Gonçalo
Bases operacionais:
Km 40 – Campos dos Goytacazes
Km 123 – Campos dos Goytacazes
Km 163 – Macaé
Km 235 – Silva Jardim
Km 282 – Itaboraí
Km 299 – São Gonçalo
Km 319 – Niterói
RJ-116
As quatro praças de pedágio da RJ-116 vão arrecadar donativos. Os locais são Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo e Macuco. A Rota 116, que administra a via, está usando veículos da empresa para levar o material até as cidades atingidas.
 
MP
O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro recebe doações na portaria do edifício-sede, na Av. Marechal Câmara, 370, no centro do Rio, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h.
Inea
A sede do Instituto Estadual do Ambiente recebe doações de alimentos não perecíveis, colchonete, material de higiene e limpeza, sobretudo fraldas, e principalmente água. O endereço é Av. Venezuela, 110, Praça Mauá - centro do Rio.
Salgueiro
A escola de samba arrecada alimentos não perecíveis, água, roupas e cobertores. As doações podem ser levadas à quadra da escola, que fica na Rua Silva Teles, 104, no Andaraí.
Tijuca Tênis Clube
A sede do clube recebe doações. O endereço é Rua Conde do Bonfim, 451 -- Tijuca. IInformações pelo telefone: 3294-9300.
AMaLeblon
A Associação de Moradores do Leblon criou um posto de coleta de donativos, que podem ser entregues no 23º Batalhão, localizado na Av. Bartolomeu Mitre.
Estações do metrô
O Metrô Rio vai disponibilizar a  partir de sexta-feira (14),  pontos de arrecadação em 11 estações nas linhas 1 e 2. Água, alimentos e produtos de higiene pessoal podem ser doados nas estações Carioca, Central, Largo do Machado, Catete, Glória, Ipanema/General Osório, Pavuna, Saens Peña, Botafogo, Nova América/Del Castilho e Siqueira Campos.
Flamengo
A presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, anunciou que o clube também receberá, na sede da Gávea, donativos para desabrigados pelas chuvas na Região Serrana.
FIA
A Fundação da Infância e Adolescência abriu dois postos de doação: Rua Voluntários da Pátria, 120, Botafogo e  Rua General Castrioto, 589, Barreto, em Niterói. Desde ontem (12) a entidade enviou 60 toneladas de alimentos e dois mil colchões para a região.
Shoppings também vão receber donativos
Bangu Shopping
- Rua Fonseca, 240 - Bangu. Tel.: 2430-5130.
Carioca Shopping - Av. Vicente de Carvalho, 909 - Vila da Penha. Tel.: 2430-5120.
Caxias Shopping - Rodovia Washington Luiz, 2895, Duque de Caxias. Tel: 2430-5110
Passeio Shopping - Rua Viúva Dantas 100 - Campo Grande. Tel.: 2414-0003.
Santa Cruz Shopping - Rua Felipe Cardoso 540 - Santa Cruz. Tel.: 2418-9400.
Shopping Grande Rio - Rodovia Presidente Dutra, 4.200 - São João de Meriti. Tel.: 2430-5111
Via Parque Shopping - Av. Ayrton Senna, 3.000 - Barra da Tijuca. Tel.: 2430-5100.
Shopping Leblon - Av. Afrânio de Melo Franco, 290 - Leblon. Tel.: 2430-5122.Boulevard Shopping São Gonçalo - doações  no 1o andar do estabelecimento.
Center Shopping Rio - Avenida Geremário Dantas, 404 - Jacarepaguá
Fashion Mall - Estrada da Gávea, 899 - São Conrado.
Ilha Plaza - Av. Maestro Paulo e Silva, 400  -  Ilha do Governador
NorteShopping - Av. Dom Hélder Câmara, 5474  - Cachambi
Plaza Shopping - Rua XV de Novembro, 8 - Centro, Niterói.
Rio Plaza Shopping - Rua General Severiano, 97  - Botafogo
Recreio Shopping - Av. das Américas, 19.019 - Recreio dos Bandeirantes
Shopping Tijuca - Av. Maracanã, 987 – Tijuca
West Shopping - Estrada do Mendanha, 555 - Campo Grande

Arquidiocese envia R$ 40 mil para a região
A Cáritas Arquidiocesana do Rio   recebe doações em dinheiro em duas contas: Bradesco, Agência 0814-1, conta corrente 48500-4 e Banco do Brasil, Agência 3114-3, conta corrente 30000-4. Doações em espécie podem ser deixadas na Catedral de São Sebastião (Avenida Chile 245, no Centro). Haverá pontos de recolhimento na Cáritas e também na entrada da igreja, de 9h às 18h.
Ponte Rio-Niterói
A concessionária que administra a Ponte Rio-Niterói colocou um container para receber doações junto à praça de pedágio, à direita de quem segue no sentido Niterói. Mais informações: (21) 2620-9333.
Sesc, Senac e Fecomércio
As unidades do Sesc Rio e Senac Rio e a sede do Sistema Fecomércio-RJ estão coletando água mineral, alimento não perecível, roupas de cama e banho, material de limpeza e de higiene pessoal e colchões para as vítimas das enchentes na região serrana. As unidades do Sesc receberão as doações de terça a domingo, das 9h às 17h. Os pontos de coleta são:
Sede do Sistema Fecomércio-RJ - Rua Marquês de Abrantes, 99, Flamengo, de segunda a sexta, das 9h às 18h
Sesc Copacabana
– Rua Domingos Ferreira, 160
SescTijuca
– Rua Barão de Mesquita, 539
Sesc Ramos
– Rua Teixeira Franco, 38
Sesc Madureira
– Rua Ewbanck da Câmara , 90
Sesc São Gonçalo
– Avenida Presidente Kennedy, 755
Sesc Niterói
– Rua Padre Anchieta, 56 – Centro
Sesc São João de Meriti
– Avenida Automóvel Clube, 66 –
Sesc Nova Iguaçu
– Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá
Sesc Teresópolis
– Av. Delfim Moreira, 749 – Centro
Sesc Quitandinha (Petrópolis)
– Avenida Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha

Unidades Senac Rio :
Horários de coleta das 9h às 19h, de segunda a sexta. Aos sábados, das 9h às 12h.
Niterói
– Rua Almirante Teffé, 680 – Centro
Copacabana
– Rua Pompeu Loureiro, 45
Marapendi
– Avenida das Américas, 3959 – Barra da Tijuca
Faculdade Senac Rio
– Rua Santa Luzia, 735 – Centro
Botafogo
– Rua Bambina, 107
Sesi e Senai
O Sesi iniciou campanha de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas na Região Serrana, instalando postos de coletas e suas unidades no estado. O horário de funcionamento é das 8h às 17. Veja os endereços:
Sesi - Barra do Piraí
- Av. Mário Salgueiro, 1.065 - Bairro Belvedere - Barra do Piraí
Senai - Barra do Piraí
-  Rua Alan Kardeck, s/nº - Muqueca - Barra do Piraí
Sesi - Barra Mansa
-  Av. Dário Aragão, 2 - Centro - Barra Mansa
Senai - Barra Mansa
- Rua Senhor do Bonfim, 130 - Saudade - Barra Mansa
Sesi/Senai Benfica
-  Praça Natividade Saldanha, 19 - Benfica. Tel.: (21) 2587-4800
Senai - Campos
- Rua Bruno de Azevedo, 37 - Pq. Tamandaré Campos dos Goytacazes
Sesi - Campos
- Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 - Guarus – Campos dos Goytacazes
Sesi/Senai
- Cinelândia  - Rua Santa Luzia, 685 - 5º andar - Centro - Rio de Janeiro
SesiI - Duque de Caxias - Rua Artur Neiva, 100 - Bairro 25 de Agosto - Duque de Caxias
Senai - Duque de Caxias
- Rua Arthur Goulart, 124 - Centro - Duque de Caxias
Sesi - Honório
-  Rua Loreto do Couto, 673 – Honório Gurgel
Sesi - Itaperuna
- Av. Dep. José de Cerqueira Garcia, 883 - Bairro Presidente Costa e Silva - Itaperuna
Senai - Itaperuna 
- Av. Zulamith Bittencourt, 190 – 1º e 2º andar - Cidade Nova – Itaperuna
Sesi - Jacarepaguá
- Av. Geremário Dantas, 342 - Tanque - Jacarepaguá - Tel.: (21) 3382-9999/9950
Senai - Jacarepaguá
- Av. Geremário Dantas, 940 – Freguesia – Jacarepaguá
Sesi/Senai - Laranjeiras
- Rua Esteves Júnior, 47 - Laranjeiras e Rua Ipiranga, 75 - Laranjeiras
Sesi - Macaé
- Alameda Etelvino Gomes, 155 - Riviera Fluminense - Macaé
Senai - Macaé
- Av. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 70 - Novo Cavaleiro - Macaé
Senai - Maracanã
- Rua São Francisco Xavier, 417 – Maracanã
Senai - Mendes
- Rua Professor Paulo Sérgio Nader Pereira, nº 250 - Centro - Mendes
Senai - Niterói
- Rua General Castrioto, 460 - Barreto - Niterói
Sesi/Senai -  Nova Iguaçu
- Rua Gerson Chernicharo, s/nº - Bairro da Luz - Nova Iguaçu
Sesi - Petrópolis
- Av. Barão do Rio Branco, 2.564 - Centro - Petrópolis
Senai - Petrópolis
- Rua Bingen, 130 - Bingen - Petrópolis
Sesi - Resende
- Rua Marcílio Dias, 468 - Jardim Jalisco - Resende
Senai - Resende - Rua Sarquis José Sarquis, 156 - Jardim Jalisco - Resende
Sesi/Senai – Santa Cruz
- Rua Felipe Cardoso, 713 – Santa Cruz
Senai -Solda
- Rua São Francisco Xavier, 601 - Maracanã - Tel.:  (21) 3978-8700
Sesi/Senai - Tijuca
- Rua Morais e Silva, nº 53 - Tijuca - Rio de Janeiro
Sesi/Senai - Vicente de Carvalho - Av. Pastor Martin Luther King Jr. (antiga Av. Automóvel Clube), 6475 - Vicente de Carvalho - Rio de Janeiro
Sesi/Senai -  São Gonçalo
- Rua Nilo Peçanha, 134 – Centro - São Gonçalo
Sesi - Três Rios
- Av. Tenente Enéas Torno, s/no Margem Esquerda - Centro - Três Rios
Senai - Três Rios - Rua Izaltino de Oliveira, 90 - Centro - Três Rios
Sesi/Senai -  Santo Antônio de Pádua
- Av. João Jazbik, S/N - Bairro 17 - Santo Antonio de Pádua
Senai - Valença
- Rua Comendador Araújo Leite, 320 - Valença - Rio de Janeiro
Senai - Vassouras
- Rua Nilo Peçanha, 85 - Vassouras - Rio de Janeiro
Sesi - Volta Redonda
- Avenida Lucas Evangelista, 595 - Aterrado - Volta Redonda
Senai - Volta Redonda
- Rua Nicanor Teixeira de Carvalho, 1  - Barreira Cravo - Volta Redonda
Espaços  culturais
A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) e os espaços culturais do governo recebem doações para vítimas das chuvas. Nos teatros, o horário para doação é o do respectivo espetáculo. São estes os espaços da SEC para doações:
Biblioteca Parque de Manguinhos - Avenida Dom Helder Camara, 1184  - Tel.: (21) 22348915 e (21) 22348917 - De terça a domingo - das 9h às 20h
Biblioteca Estadual Infantil Anísio Teixeira - Rua Lopes Trovão, s/nº - Campo de São Bento – Niterói - Tel: 3719-8385 - De segunda a sexta, das 9h às 17h
Casa de Cultura Laura Alvim  - Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema - Tel: 2332-2015  - De terça a domingo, das 13h às 21h
Casa de Oliveira Viana - Alameda São Boaventura, 41 – Fonseca – Niterói - Tel: 3601-8220
De terça a sexta, das 10h às 17h
Escola de Artes Visuais do Parque Lage   - Rua Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico
 - Tel.: 3257 1800 - Diariamente, das 10h às 17h.
Museu Carmem Miranda - Av. Rui Barbosa, s/nº - Parque do Flamengo - Tel: 2334-4293 - De segunda a sexta, das 10h às 17h. Sábados e feriados, das 13h às 17h
Museu do Primeiro Reinado - Av. Pedro II, 293 – São Cristóvão - Telefax: 2332-4513 / 4514 / 4512 - De terça a sexta, das 10h às 17h
Museu do Ingá - Rua Presidente Pedreira, 78 – Ingá – Niterói - Tel: 2717-2903 / 2919 / 2790 / 2893 - De terça a sexta, das 11h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h
Casa França-Brasil  - Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro - Tel; 2332-5120 / 5121
De terça a domingo, das 10h às 20h
Museu da Imagem e do Som   - Rua Rui Barbosa, 1 – Centro - Tel: : 2332-9068 / 2332-9067
De segunda a sexta, das 11h às 17h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Avenida Almirante Barroso, 14/16 - Centro - De segunda a sexta, de meio-dia às 18h
Teatro João Caetano - Praça Tiradentes, s/nº - Centro  - Tel: 2332-9166
Teatro Armando Gonzaga - Av. Gal. Oswaldo Cordeiro de Farias, 511 – Marechal Hermes - Tel: 2332-1040
Teatro Arthur Azevedo - Rua Victor Alves, 454 – Campo Grande -Tel: 2332-7516
Teatro Glaucio Gill - Praça Cardeal Arcoverde, s/nº - Copacabana - Tel: 2332-7904
Escola de Música Villa-Lobo s - Rua Ramalho Ortigão, 9 – Centro - Tel: 2232-6405 / 2224-2116 - De segunda a sexta, das 9h às 19h
 
Parada Solidária
Os sindicadtos e empresas de transporte do também montaram postos para receber doações para as vítimas da tragédia da Região Serrana, no Rio, na Baixada Fluminense , em Niterói e em Petrópolis. Foram colocados ônibus para recolher alimentos, roupas, colchonetes e água. Veja onde os ônibus estarão posicionados, do dia 14 ao dia 21, das 8h às 20h.
No Rio:
Largo da Carioca, Centro
Cinelândia (a partir de 2ª feira, dia 17, em frente à Câmara dos Vereadores)
Terminal Alvorada, Barra da Tijuca (a coleta não será feita em ônibus, mas na Administração)
Ilha do Governador – sede da Sub-Prefeitura em frente ao posto RioCard
Praça General Osório, Ipanema (a partir de sábado, dia 15)

Em Duque de Caxias e Magé:

Terminal Rodoviário Plínio Casado, Duque de Caxias
Terminal Rodoviário do Shopping Center, Duque de Caxias
Rodoviária de Piabetá, Magé
Praça da Prefeitura de Magé
Em Niterói
Terminal João Goulart (em frente ao posto do Setrerj)
Em Petrópolis
Sede do Setranspetro – Rua do Imperador, 100 - Centro