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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Dez coisas importantes sobre a cirurgia bariátrica

O número de obesos aumenta no mundo a cada dia e a cirurgia bariátrica vem se tornando um importante aliado no tratamento de pacientes com obesidade grau 3. Conheça as 10 coisas que você precisa saber sobre este procedimento.

1 - Gastroplastia, também chamada de Cirurgia Bariátrica, Cirurgia da Obesidade ou ainda de Cirurgia de redução do estomago, é, como o próprio nome diz, uma plástica no estômago (gastro = estômago, plastia = plástica), que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.

2 - Esse tipo de cirurgia está indicado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes com IMC acima de 35 Kg/m², que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue, problemas articulares, ou pacientes com IMC maior que 40 Kg/m², que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos.

3- Existem três tipos básicos de cirurgias bariátricas. As cirurgias que apenas diminuem o tamanho do estômago, são chamadas do tipo restritivo (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia vertical com bandagem ou cirurgia de Mason e a gastroplastia vertical em “sleeve”). 
A perda de peso se faz pela redução da ingestão de alimentos. Existem, também, as cirurgias mistas, nas quais há a redução do tamanho estomago e também um desvio do trânsito intestinal, havendo desta forma, além da redução da ingestão, diminuição da absorção dos alimentos. 
As cirurgias mistas podem ser predominantemente restritivas (derivação Gástrica com e sem anel) e predominantemente disabsortivas (derivações bileopancreáticas).

4- Apesar de cada caso precisar ser avaliado individualmente, a todos aqueles irão realizar a cirurgia devem ser submetidos a uma avaliação clínico-laboratorial a qual inclui além da aferição da pressão arterial, dosagens da glicemia, lipídeos sanguíneos, e outros exames sanguíneos, avaliação das funções hepática, cardíaca e pulmonar. A endoscopia digestiva e a ecografia abdominal são importantes procedimentos pré-operatórios. A avaliação psicológica também faz parte dos procedimentos pré-operatórios. Pacientes com instabilidade psicológica grave, portador de transtornos alimentares (como, por exemplo, bulimia), devem ser tratados antes da cirurgia.

5- Na maioria dos casos, com a cirurgia bariátrica, além de perder grande quantidade de peso, o paciente tem os benefícios da melhora, ou mesmo cura, do seu diabetes, controle da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, dos níveis de ácido úrico, alívio das dores articulares.

6- Do ponto de vista nutricional, os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados por longo tempo, com objetivo de receberem orientações específicas para elaboração de uma dieta qualitativamente adequada. Quanto mais disabsortiva for a cirurgia, maior a chance de complicações nutricionais, como anemias por deficiência de ferro, de vitamina B12 e/ou ácido fólico, deficiência de vit D e cálcio e até mesmo desnutrição, nas cirurgias mais radicais. Reposições vitamínicas são feitas após a cirurgia e mantidas por tempo indeterminado. A diarreia pode ser uma complicação nas cirurgias mistas, principalmente na derivação bileopancreática.

7- A adesão ao tratamento deverá ser avaliada, uma vez que pacientes instáveis psicologicamente podem recorrer a preparações de alta densidade calórica, de baixa qualidade nutricional, que além de provocarem hipoglicemia e fenômenos vasomotores (sudorese, taquicardia, sensação de mal-estar), colocam em risco o sucesso da intervenção à longo prazo, porque reduzem a chance do indivíduo perder peso.
8 - A cirurgia antiobesidade é um procedimento complexo e apresenta risco de complicações. A intervenção impõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares dos indivíduos. Portanto, é primordial que o paciente conheça muito bem o procedimento cirúrgico e quais os riscos e benefícios da cirurgia. Desta forma, além das orientações técnicas, o acompanhamento psicológico e o apoio da família são aconselháveis em todas as fases do processo.
9 - Em alguns casos, uma cirurgia plástica para retirada do excesso de pele é necessária. A mesma poderá ser feita quando a perda de peso estiver totalmente estabilizada, ou seja, depois de aproximadamente dois anos.

10 - Mulheres que realizam cirurgia bariátrica devem aguardar pelo menos 15 a 18 meses antes de engravidar. A grande perda de peso logo após a cirurgia pode prejudicar o crescimento do feto.

Consultoria: Dra. Rosana Radominski – presidente da Abeso, que integra um dos Departamentos Científicos da SBEM.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Avalie a sua vida...roda da vida



PREENCHA A RODA DA VIDA
Para marcar o círculo, basta dar uma nota de 0 a 10 para o seu nível de satisfação em cada um dos campos. 
Por exemplo, na área Saúde e Disposição, pergunte-se: "Quão satisfeita estou com minha Saúde? Sinto-me disposta?” Faça uma média de como tem se sentido e dê uma nota entre 0 e 10. 
Uma dica: não pare muito para pensar, não consulte ninguém e nem pense em ficar se comparando a outras pessoas. Atribua a nota que vier à mente, pois ela tende a representar como você está se sentido realmente. 
Conforme for dando a nota, pinte a roda da vida para facilitar a visualização ao final. Feito isso, contemple-a e reflita sobre sua vida, ou vai marcando os números e faça um gráfico.
 OS FATOS
Qual área eu preciso dar um pouco mais de foco para, de quebra, melhorar outros aspectos? Você pode escolher uma área que já esteja bem ou optar por uma mal avaliada para elevá-la. Tanto faz. Será que consigo sozinha, ou preciso de uma ajuda profissional?
A psicologia está ai para ajudar em muitos aspectos, não só quando a pessoa apresenta uma doença, podemos atuar de forma preventiva...para que esperar adoecer para melhorar a qualidade de vida?

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Sindrome de pânico não é frescura



Tenho sintomas estranhos que surgem do nada e são acompanhados por uma intensa sensação de medo e perigo, acho que vou morrer ou enlouquecer. Essas são palavras de alguém que provavelmente está passando por  uma doença psiquiátrica muito comum, a síndrome do pânico.

Quando enfrentamos uma situação real de perigo, como um assalto, o corpo reage com tremedeira, suor e coração disparado, entre outros sintomas, isso é normal,  mas quando aparentemente tudo está tranquilo,  sentir essas alterações  é sinal de que há algo errado e deve ser investigado por um profissional em psiquiatria e psicologia.

A síndrome ou transtorno do pânico é uma doença psiquiátrica que atinge cerca de 3,5% da população, principalmente as mulheres. "A característica mais marcante da crise de pânico é que ela é espontânea, não desencadeada por um motivo específico. Muitas vezes, num momento tranquilo, ela pode surgir, repentinamente", alerta Sergio B. Cabral, médico supervisor do Programa de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

As causas do problema ainda não são conhecidas. 

Como são as crises:

Um ataque de pânico costuma no máximo dez minutos, mas eles parecem horas  para quem sente. Veja os sintomas mais comuns:

- Medo

- Desespero

- Falta de ar

- Tontura

- Formigamento

- Coração disparado (taquicardia)

- Náuseas

- Sudorese

- Tremores

- Aperto ou dor no peito

- Desconforto abdominal

- Sensação de morte iminente

- Sensação de estar enlouquecendo

Síndrome do Pânico não é frescura é doença
 
Muitas pessoas não conseguem trabalhar ou sair de casa sozinhas por receio de sofrer uma crise de pânico. Existem remédios que impedem o aparecimento de novas crises. Mas eles devem ser associados à psicoterapia.
Quando você tem uma febre essa é a sinalização de  uma doença física, você faz alguns exames seja laboratoriais ou físico detecta a infeçção ou outra coisa, você toma remédio a febre desaparece e a doença com o tratamento também. No pânico é um pouco diferente, a causa não pode ser detectada com exames laboratoriais só o físico, através da descrição dos sintomas relatados por você,  você toma a medicação os sintomas vão diminuindo a psicoterapia auxilia você a lidar com os fatores desencadeantes, alterando seu comportamento/pensamento, uma vez que a significação que você dá para os eventos é de extrema importância no determinante desencadear ou não a crise.


Se tiver alguma dúvida deixe a sua pergunta no comentário.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Estudo explica por que cirurgia bariátrica reduz apetite por açúcar



Alguns tipos de cirurgias bariátricas, como a com bypass gastrointestinal, realizada para o tratamento de obesidade mórbida e diabetes – por meio da qual é feito um desvio para redirecionar o alimento do estômago para a parte inferior do intestino delgado do paciente –, podem causar a diminuição do apetite pelo açúcar, já observavam especialistas na área.
Um estudo realizado por pesquisadores da Yale University, dos Estados Unidos, em colaboração com colegas de outras intistituições americanas, além da China e do Brasil, constatou que esse tipo de cirurgia bariátrica é capaz de causar essa inibição por afetar o funcionamento do cerébro, reduzindo a liberação do neurotransmissor dopamina, associado ao prazer e à recompensa.
O estudo, publicado na revista Cell Metabolism e destacado pela revista Nature, teve a participação da pesquisadora Tatiana Lima Ferreira, do Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC) da Universidade Federal do ABC (UFABC).
A pesquisadora obteve uma Bolsa no exterior da FAPESP para realizar pesquisa na Yale University, no laboratório coordenado pelo pesquisador brasileiro Ivan Eid Tavares de Araújo, responsável pelo estudo.
“Já se sabia que cirurgias bariátricas, como a com bypass, causavam a perda do apetite por alimentos doces, mas ainda não era conhecido qual o mecanismo por trás disso. O estudo pode ajudar a compreender como ocorre a interação entre o cérebro e o estômago de pacientes submetidos a esse tipo de procedimento”, disse Ferreira à Agência FAPESP.
A fim de avaliar o potencial que o açúcar tem de desencadear hábito ou dependência por seu consumo crônico, os pesquisadores realizaram um experimento em que, inicialmente, expuseram um grupo de camundongos durante 13 dias a determinadas quantidades do carboidrato por eles autoadministradas ao lamber o bico de um bebedouro com um líquido açucarado.
Para analisar se esses animais que ingeriram cronicamente açúcar continuavam a buscar o carboidrato mesmo depois de satisfazer sua saciedade, eles realizaram um segundo experimento: injetaram diretamente no estômago dos camundongos uma quantidade equivalente de açúcar àquela autoadministrada no primeiro experimento e os expuseram novamente ao bebedouro com líquido açucarado.
Os pesquisadores observaram que os animais continuaram a lamber o bico do bebedouro com líquido açucarado para consumir mais açúcar.
“O experimento demonstrou que a administração crônica de açúcar induziu um comportamento habitual nos animais. Isso não ocorreu com outro grupo de camundongos expostos cronicamente a adoçante”, comparou Ferreira, referindo-se a um terceiro experimento realizado pelo grupo.
Os pesquisadores começaram a investigar o que acontecia no encéfalo dos camundongos que autoadministraram a ingestão de açúcar.
Os resultados das análises indicaram que durante a autoadministração de açúcar ocorria um aumento da liberação de dopamina em uma região específica do cérebro dos animais, o estriado dorsal.
“Observamos que os circuitos cerebrais envolvidos com o comportamento compulsivo por açúcar são bastante similares aos relacionados com a dependência de drogas”, disse Ferreira.
O próximo passo dos pesquisadores foi verificar se camundongos expostos cronicamente ao açúcar e submetidos à cirurgia bariátrica com bypass gastrointestinal também desenvolviam o hábito de ingerir o carboidrato.
O procedimento de alteração da rota gastrointestinal realizado nos camundongos, semelhante ao feito em humanos – em que é feita uma conexão direta do estômago com uma parte inferior do trato gastrointestinal, chamada jejuno –, suprimiu a compulsão dos animais por açúcar ao reduzir a liberação de dopamina na região cerebral do estriado dorsal induzida pela ingestão do carboidrato, afirmou Ferreira.
“Mesmo expostos cronicamente ao açúcar, os camundongos submetidos à cirurgia bariátrica com bypass gastrointestinal passaram a não apresentar mais o comportamento de querer sempre mais açúcar em razão da diminuição da liberação de dopamina no estriado dorsal”, explicou.
“Provavelmente, a compulsão por açúcar não está associada ao sabor doce, mas à caloria do carboidrato”, avaliou.
Reativação do hábito
A descoberta de que a cirurgia bariátrica com bypass gastrointestinal é capaz de diminuir o apetite por açúcar ao reduzir a liberação de dopamina na região cerebral do estriado dorsal estimulou os pesquisadores a realizar um outro experimento em que reativaram o hábito de consumir o carboidrato por camundongos submetidos ao procedimento por meio da estimulação dos receptores dopaminérgicos.
Por meio de uma técnica avançada de neurociência, chamada optogenética – em que é injetado um vírus em uma região específica do cérebro para fazer com que os neurônios daquela região cerebral expressem uma proteína sensível à luz –, os pesquisadores conseguiram ativar neurônios que expressam receptores dopaminérgicos no cérebro dos animais.
Com isso, os animais aumentaram o consumo de substâncias adocicadas, derrubando os efeitos da cirurgia bariátrica com bypass gastrointestinal.
“Conseguimos induzir o comportamento de hábito de consumir açúcar mesmo nos camundongos que foram submetidos à cirurgia bariátrica com bypass gastrointestinal e que só tinham ingerido adoçante pela simples ativação da via dopaminérgica na região do estriado dorsal", afirmou Ferreira.
Os pesquisadores também constataram que, por outro lado, lesões nos neurônios que expressam receptores dopaminérgicos na região do estriado dorsal do cérebro dos animais são capazes de abolir o comportamento compulsivo por açúcar.
O artigo Striatal dopamine links gastrointestinal rerounting to altered sweet appetite (doi: 10.1016/j.cmet.2015.10.009), de Ferreira e outros, pode ser lido por assinantes da revista Cell Metabolism emwww.sciencedirect.com/science/article/pii/S1550413115005252. 
Elton Alisson | Agência FAPESP

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Ansiedade engorda, ou o que você come???




Se você deseja saber se a ansiedade engorda, saiba que o que engorda é o que você come , existem vários estudos científicos que comprovaram que pessoas que sofrem com ansiedade tendem a acumular mais gordura na região abdominal, por outro lado essas pessoas comem mais que as outras e comem coisas calóricas.

Existem várias formas de controlar a ansiedade e minimizar os problemas causados por ela


A ansiedade engorda por dois motivos principais:
• O primeiro, é porque quando a pessoa fica ansiosa, seu organismo começa a liberar mais adrenalina e cortisol. O aumento da quantidade desses dois hormônios favorece o acúmulo de gordura no corpo, em especial na região da barriga. Além disso, ocorre também uma diminuição do volume dos músculos, o que faz a pessoa parecer ainda mais gorda.
Por outro lado a pessoa não fica ansiosa 24 horas por dia, pode fazer exercícios físicos para compensar a perda de massa muscular, pode comer alimentos sem calorias ( ex. pepino, cenouras, etc.)


• O outro motivo, é que a ansiedade favorece a compulsão alimentar. Se pessoas tiver alguma predisposição pra tal comportamento, quando a pessoa fica muito ansiosa, as áreas do cérebro responsáveis pelo apetite são estimuladas, o que leva a pessoa a sentir muita vontade de comer alimentos ricos em açúcar ou em gorduras. Isso acontece com o objetivo de obter prazer de forma rápida, mesmo que esse prazer seja como de um usuário de drogas, uso e quero mais sempre mais.

Se a pessoa obedecer ao impulso, e comer esses alimentos calóricos, sentirá um prazer momentâneo, no entanto, logo essa sensação de prazer dará lugar a um sentimento de culpa, o que provocará ainda mais ansiedade, e sentimentos como fracasso, menos valia e tristeza. Também podendo gerar o pensamento “já que comi, vou aproveitar e amanhã eu começo a fazer a dieta correta” e assim vai dia após dia.

O perigo está em gerar um círculo vicioso que funciona da seguinte forma:























Infográfico publicado no G1, vale a pena ler.



terça-feira, 14 de julho de 2015

Cálculo do IMC - Mulheres e Homens


O que é IMC?

IMC é uma sigla utilizada para Índice de Massa Corporal.
O Índice de Massa Corporal é uma medida utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade.
O sobrepeso e a obesidade, indicados pelo IMC, são fatores de risco para doenças tais como a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e o diabetes melittus, além de outras patologias consideradas de alto risco para a Saúde Pública.
Hoje em dia, o IMC é utilizado como forma de comparar a saúde de populações, ou até mesmo definir prescrição de medicações.
Os valores de IMC são independentes de idade e sexo. Apesar disso, o IMC pode não corresponder ao mesmo grau de gordura em diferentes populações devido às diferentes proporções do corpo.
Riscos à saúde associados ao aumento do IMC devem ser constantemente observados e interpretados, já que podem ser diferentes em cada população.

Limitações do IMC

Ultimamente, vem acontecendo debates sobre se há necessidade do desenvolvimento de diferentes níveis de medida na tabela de IMC de acordo com diferentes grupos étnicos. Isso acontece devido à evidência de que as associações entre IMC, percentagem de gordura corporal e distribuição da gordura corporal diferem entre populações e, portanto, os riscos de saúde podem aumentar abaixo do ponto de corte de 25 kg/m2 que define o sobrepeso classificação atual da OMS.
Já houveram algumas tentativas de interpretar o IMC diferentemente em populações asiáticas e do Pacífico, mas nenhuma alteração foi adotada.
Um grupo de trabalho foi formado por especialistas da OMS e está realizando uma nova revisão e avaliação dos dados disponíveis sobre a relação entre a circunferência da cintura e o risco para a saúde.

Veja abaixo uma lista com algumas das limitações do IMC:

1. A partir do IMC não é possível diferenciar os componentes gordo e magro da massa corporal;
2. A partir do IMC pessoas brevilíneas e/ou musculosas podem ter um valor de Índice de Massa Corporal inadequado à sua realidade e serem consideradas obesas;
3. Diferenças étnicas influenciam no IMC. Por exemplo: descendentes asiáticos podem ser considerados mais obesos;
4. Para idosos, o IMC possui uma classificação diferenciada.




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Peso (em Kg)


Altura (em Cm)






IMC


Avaliacao do IMC


Calculadora IMC - Psicóloga Elizabeth Barbosa

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Curso de Férias na Universidade de Guarulhos




4 CURSOS DE FÉRIAS JULHO 2015

LOCAL: Universidade de Guarulhos - UNG – Campus SP – Shopping Light

Ministrante: Psicóloga Elizabeth Barbosa


Educação

1. Orientação profissional e vocacional








É voltado às jovens que desejam encontrar a realização profissional, ou profissionais que desejam uma recolocação no mercado.
Data: 20/07 [Seg] 09h00 às 13h00
        21/07 [Ter] 09h00 às 13h00




Tópicos abordados


I. Tipos de inteligência
II. Habilidades sociais
III. Carreira privada e empreendedorismo
IV. Profissões indicada para cada perfil
V. Levantamento de interesses profissional (teste)

 

Direito, Justiça e cidadania

2. Assédio Moral no Ambiente do Trabalho: Ilegal e imoral

 

O curso objetiva proporcionar uma visão ampla do que é o assédio moral, como surge no ambiente de trabalho, quais são as consequências para o assediado e para a empresa.
Datas: 20/07 [Seg] 18h00 às 21h00,
           21/07 [Ter] 18h00 às 21h00
           22/07 [Qua] 18h00 às 20h00

Tópicos abordados
I. Distinção entre bullying e assédio moral
II. Dano moral e assédio moral
III. Distinção entre assédio moral e assedio sexual
IV. Limites do poder e da direção do empregador
V. Tipos de assedio moral no âmbito do trabalho
VI. Discussão



Saúde e Bem Estar

3. Como desligar o botão do estresse




 
Enfrentando problemas e pressões o nosso corpo continua preparando-nos para lutar ou fugir se nos sentimos ameaçados, mesmo em situações tranquilas, a adrenalina liberada fica sem função = stress

Área Temática: Saúde e Bem Estar
27/07 [Seg] 09h00 às 13h00 e
28/07 [Ter] 09h00 às 13h00


Tópicos abordados

I. Reconhecer os sinais de estresse no corpo
II. Perceber as possíveis alterações nas emoções
III. Notar as alterações nos comportamento
IV. Exercícios e auto controle/ maneiras de se livrar do estresse

Saúde e Bem estar

4. Síndrome do Pânico o que é e como tratar

 


Um curso direcionado à portadores da Síndrome do pânico ou quem queira conhecer essa doença tão popular na atualidade, o medo do medo.

Datas 27/07 [Seg] 18h00 às 21h00
         28/07 [Ter] 18h00 às 21h00
         29/07 [Qua] 18h00 às 20h00

Tópicos abordados:

I. Como é a síndrome do pânico;
II. Síndrome do Pânico ou ansiedade;
III. Início da crise de pânico;
IV. Medo das reações do corpo;
V. Corpo, emoção e pensamento;
VI. Processo de regulação emocional;

 


Valores R$ 20,00 ou R$ 30,00

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Obesidade morbida

Obesidade mórbida é um problema de saúde pública que, nos últimos anos, vem crescendo continuamente em diversos países. Deve ser encarada como doença grave, que gera profundas sequelas de ordem física, emocional, econômica e social. A relação entre o grau de excesso de peso e a incidência de co-morbidades e de mortalidade é marcante, esta última aumentando rapidamente quando o paciente atinge mais de 50% do seu peso ideal.

O índice de mortalidade de homens jovens obesos mórbidos, por exemplo, é 12 vezes maior quando comparado com o de não-obesos da mesma faixa etária. Entre as doenças associadas destacam-se distúrbios cardiovasculares, diabetes, problemas osteoarticulares, apneia do sono, doença biliar e certos tipos de câncer, doenças estas que são curadas ou evitadas, em grande parte dos pacientes, com a redução do seu índice de massa corporal.

Fatores ambientais ou culturais têm papel importante na etiologia da obesidade mórbida, mas influências genéticas parecem ser mais fortes. A redução do peso através de medidas dietéticas costuma ser ineficaz no obeso mórbido, o que vem tornando as cirurgias bariátricas o tratamento de escolha para estes doentes. A primeira cirurgia realizada para redução de peso foi descrita em 1954, e, desde então, diversas técnicas foram idealizadas

A obesidade é fator desencadeante de diversas doenças, entre elas o tromboembolismo venoso. A relação entre o grau de excesso de peso e o desenvolvimento dessas doenças é direta, especialmente nos pacientes que excedem 50% do seu peso ideal. Desta forma, o obeso mórbido, com índice de massa corpórea acima de 40, tem chance ainda maior para o desenvolvimento da doença tromboembólica. A manipulação cirúrgica também é fator de risco para o desenvolvimento de trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

Podemos classificar um paciente obeso de maneira quantitativa, segundo sua massa corpórea, ou qualitativa, de acordo com a distribuição da sua gordura corporal. Na primeira classificação utiliza-se o índice de massa corporal (lMC), proposto primeiramente pelo belga L.A. J. Quetelet, em 1835. O IMCé expresso pelo peso em quilogramas do indivíduo, dividido pelo quadrado de sua altura em metros (lMC = P/H2= kg/m2).



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Distúrbios Alimentares




São um conjunto de doenças, em que uma pessoa está tão preocupada com a comida e o seu peso que muita das vezes não consegue pensar noutra coisa. Os principais tipos de distúrbios alimentares são a anorexia nervosa, bulimia nervosa e compulsão alimentar (leva a obesidade).
Estes distúrbios geralmente coexistem com outras doenças como a depressão e a ansiedade.
Os distúrbios alimentares podem causar graves problemas físicos e pode até ser fatal.
O tratamento geralmente envolve psicoterapia, educação nutricional, aconselhamento familiar, medicamentos.