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domingo, 11 de setembro de 2011

DIA DO CERRADO, 11 de SETEMBRO

Dia 11 de setembro é o DIA DO CERRADO.
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Longe de comemorações festivas, a data deve servir para informação e reflexão.
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Em nossa região, na divisa entre Indaiatuba e Campinas, perto do Aeroporto de Viracopos, Helvetia e Friburgo há um remanescente desse bioma que precisa de respeito e atitude para ser preservado.
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O Brasil possui a maior extensão de cerrado da América do Sul, mas por ser uma paisagem que não possui a exuberância de nossas florestas, pantanal ou mesmo o charme do pampa, ela não está muito presente na mídia e, por ser em grande parte rasteira, muitos a reduzem (ou confundem) com "mato".
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A verdade é que no cerrado há plantas que se adaptam e que não se reproduzem noutro lugar se deslocadas.
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Também há uma grande gama de passáros e mamíferos, tais como tamanduá-bandeira, tatu-gigante, onça-pintada e lobo-guará, que competem com a rápida expansão da fronteira agro-pecuária no Brasil e mais especificamente no "nosso" Cerrado Campineiro, estão ameaçados pela expansão do aeroporto.
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Abaixo, uma exposição* de flores típicas do cerrado. Conheça, delicie-se e divulgue essa riqueza!
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* Crédito da pesquisa e imagens: Mario Capelutto e Ida Aranha.
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1 comentários:

Deize Barnabé disse...
Oi Eliana, Muito importante lembrar-se do dia da serrado. É tão importante preservar-se o serrado quanto preservar a floresta! Infelizmente, veja o que o Ministro do meio ambiente comentou agora há pouco no "Terra": "Serrado desmata mais que Amazônia, diz Minc 10 de setembro de 2009 • 11h18 • atualizado às 11h43 "No Brasil, desmata-se anualmente uma área de 20 mil km² de Cerrado a cada ano. Isso corresponde ao dobro do que é desmatado na Amazônia. A informação antecipada nesta quinta-feira pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, durante a abertura da Comissão Legislativa Participativa da Câmara dos Deputados será detalhada durante entrevista destinada a apresentar o primeiro monitoramento do desmatamento do Cerrado brasileiro. "Há 10 anos, segundo nossos dados, tanto a Amazônia como o Cerrado desmatavam 20 mil km² por ano. Felizmente conseguimos, por meio dos programas tocados pelo governo, reduzir pela metade o desmatamento no bioma amazônico. A má notícia é que ainda não conseguimos fazer isso pelo Cerrado", disse Minc. O ministro ressaltou a importância da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 115/95, que torna patrimônios nacionais o Cerrado e a Caatinga. "Já faz 14 anos que essa PEC está tramitando. É importantíssimo que estendamos o monitoramento do desmatamento também a outros biomas, como a Caatinga, o Pantanal e o Pampa", afirmou o ministro. Segundo Minc, será possível apresentar metas concretas visando à redução do desmatamento de todos os biomas a partir de junho de 2010. "A base do plano será apresentada ainda hoje. O Cerrado é fonte da maior parte do manancial de águas do país e não pode ser prejudicado pelo agronegócio", acrescentou. Após participar da abertura da comissão, Minc seguiu para a sede do Ministério do Meio Ambiente para lançar o Plano de Ação de Prevenção e Controle do Desmatamento no Bioma Cerrado". Agência Brasil

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

RESPEITO

Existem então homens que não gostam uns dos outros? Que dizer das demonstrações que fazem os jogadores de futebol depois de marcar um gol? Não são “homossexuais”, não. E, entretanto, o que fazem nessas ocasiões chocaria os transeuntes, caso se tratasse de homossexuais no meio da rua, na vida cotidiana, afirmando-se como tais. Deve-se concluir daí que os estádios de esporte são uma válvula de escape de segurança para a homossexualidade masculina normal?
Laurent Dispot

… Acho que o que mais perturba quem não é gay é a forma de vida gay, e não os atos sexuais. [...] eu me refiro ao temor geral de que os gays desenvolvam relações intensas e satisfatórias apesar de não se ajustarem à idéia que os outros têm do que sejam essas relações. O que muitas pessoas são incapazes de tolerar é a possibilidade de que os gays sejam capazes de criar tipos de relações não previstas até agora.
Michel Foucault

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA DE GÊNERO E A LEI “ANTIBAIXARIA” NA BAHIA

A polêmica atual instaurada em torno da constitucionalidade do Projeto de Lei no. 19.137/2011 (apelidada de lei “Antibaixaria”) da Deputada Estadual Luiza Maia da Bahia, que dispõe sobre a não contratação, com verbas públicas, de artistas que degradem a imagem das mulheres, me faz voltar pouco mais de vinte anos no tempo, mais precisamente aos fins dos anos 1980, quando da elaboração da Constituição do Estado da Bahia.  Naquela época, nós, feministas atuantes no Fórum de Mulheres de Salvador, nos reunimos várias vezes para discutir a inclusão de um capítulo específico sobre os direitos das mulheres na nova carta magna baiana.

Inspiradas pelos avanços conquistados por nós na Constituição Federal de 1988 com a mobilização de mulheres, em todo país, e, em especial, pelo chamado “Lobbydo Batom” – o lobby exercido diretamente junto aos deputados e deputadas constituintes -- ousamos ir além formulando uma proposta ainda mais progressista para a Bahia.  Dentre outras questões de interesse das mulheres, incluímos nessa proposta disposições sobre a prevenção da violência contra as mulheres e a obrigatoriedade de criação de delegacias especiais de atendimento às vítimas em cidades com mais de 50.000 habitantes, a proibição da exigência por parte de empregadores de comprovantes de esterilização das trabalhadoras, a criação de comissões especiais para monitorar as pesquisas no campo da reprodução humana, e – de interesse especial para o momento -- o impedimento da veiculação de mensagens que aviltassem a imagem das mulheres.
Nossa ousadia se revelava, tanto no teor dessas propostas, quanto no fato de que, para defendê-las na Constituinte Estadual, contávamos apenas com a Deputada Amabília Almeida, a única mulher então exercendo mandato naquela casa.  Mas, nesse ponto, não havia o que temer. Com muita diplomacia, a nossa querida Amabília, companheira de muitas batalhas, conquistou mais aquela, logrando transformar nossas propostas em princípios e leis sagradas na Constituição Estadual de 1989. Foi assim que a Bahia passou a ter uma das constituições mais avançadas do país no tocante aos direitos das mulheres.
Frente à citada polêmica em torno do Projeto de Lei da Deputada Luíza Maia, destaco aqui, em especial, o Art. 282 da Constituição Estadual, particularmente o inciso I, em que se afirma que o  Estado da Bahia “garantirá, perante a sociedade, a imagem social da mulher como mãe, trabalhadora e cidadã em igualdade de condições com o homem, objetivando”, entre outras  questões, “impedir a veiculação de mensagens que atentem contra a dignidade da mulher, reforçando a discriminação sexual ou racial.”  Nesse artigo reside, sem sombra de dúvida, a constitucionalidade do Projeto de Lei “antibaixaria”.  Aliás, ele vem com mais de vinte anos de atraso para regulamentar o que reza nossa Constituição desde 1989, como de resto ainda acontece com a maior parte de nossas conquistas nessa carta, que ainda aguarda regulamentação.
Em relação ao Art. 282, posso testemunhar que, já na década de 1980, ao propormos sua inclusão na Constituição da Bahia, tínhamos em mente, não apenas o combate à constante veiculação de anúncios em jornais, outdoors e na mídia televisiva, que em muito desmerecem, objetificam e assaltam moralmente a nós, mulheres, como também à cantigas que exemplificam, em suas letras, o que se classifica como violência simbólica de gênero – tal qual em “...nega do cabelo duro... pega ela aí, pega ela aí prá passar batom ... na boca e na bochecha”, música sexista e racista, popular na época!
Na verdade, uma de nossas maiores preocupações era (e ainda é) o enfrentamento à violência de gênero contra as mulheres, particularmente a violência simbólica de gênero, que se infiltra por todo a nossa cultura, legitimando os outros tipos de violência. Por “violência de gênero”, refiro-me a toda e qualquer forma de agressão ou constrangimento físico, moral, psicológico, emocional, institucional, cultural ou patrimonial, que tenha por base a organização social dos sexos e que seja impetrada contra determinados indivíduos, explícita ou implicitamente, devido à sua condição de sexo ou orientação sexual. Isso implica dizer que tanto homens quanto mulheres, independente de sua preferência sexual, podem ser alvos da violência de gênero. Contudo, em virtude da ordem de gênero patriarcal, ‘machista’, dominante em nossa sociedade, são, porém, as mulheres e, em menor número, os homossexuais, que se vêem mais comumente na situação de objetos/vítimas desse tipo de violência.
Quando falamos de violência de gênero contra mulheres, pensamos mais de imediato em atos de violência física – agressões, espancamentos, estupros, assassinatos -- perpetrados, geralmente, por seus companheiros, e que acabam estampados em manchetes nas páginas policiais jornalísticas. Essa é, sem dúvida, a mais chocante e revoltante forma de violência de gênero, posto que atenta diretamente contra a vida de uma pessoa, não sendo raros os casos em que ela passa impune.
A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, mais conhecida como “Lei Maria da Penha”, trouxe um grande avanço no enfrentamento à violência de gênero contra mulheres, vez que, além de criminalizar esse tipo de violência -  que passava invisível na esfera doméstica e familiar -  também reconheceu outras formas de violência, tais como a violência sexual, moral, psicológica, e patrimonial, como igualmente puníveis por lei.  Cabe lembrar, porém, que tanto as agressões físicas, quanto essas outras formas de violência e sua impunidade, são legitimadas pela ordem social de gênero que caracteriza a nossa sociedade, a ordem de gênero patriarcal, ordem inscrita e perpetrada nas nossas instituições sociais, nos nossos sistemas de crenças e valores e no nosso universo simbólico, com ressonância nas relações interpessoais e na construção das nossas identidades e subjetividades enquanto homens e mulheres.
De fato, a violência de gênero se expressa com força nas nossas instituições sociais (falamos então de violência institucional de gênero) e, de maneira mais sutil, embora não menos constrangedora, na nossa vida cultural, nos atacando (ou mesmo nos bombardeando) por todos os lados, sem que tenhamos plena consciência disso. Diariamente, ouvimos piadinhas, canções, poemas, ou vemo-nos diante de contos, novelas, comerciais, anúncios, ou mesmo livros didáticos (ditos científicos!), de toda uma produção cultural que dissemina imagens e representações degradantes, ou que, de uma forma ou de outra, nos diminuem enquanto mulheres. Essas imagens acabam sendo interiorizadas por nós (até mesmo as feministas “de carteirinha”), muitas vezes sem que nos demos conta disso. Elas contribuem sobremaneira na construção de nossas identidades/subjetividades, diminuindo, inclusive, nossa auto-estima.
Isso tudo se constitui no que chamamos de violência simbólica de gênero, uma forma de violência que é, indubitavelmente, uma das violências de gênero mais difíceis de detectarmos, analisarmos e, por isso mesmo, combatermos.  Talvez até mesmo porque o ‘bombardeio’ é tanto, de todos os lados, que acabamos ficando anestesiadas, inertes, impassíveis, incapazes de percebê-la,  bem como o seu poder destruidor.  Na verdade, o mundo simbólico aparece como um grande quebra-cabeças a ser decifrado, difícil de abordar, vez que, como no caso das metáforas, ele se processa através de um encadeamento e superposição de símbolos e seus significados, ou de associações, transposições, oposições e deslocamentos.  Destrinchar esses processos é muitas vezes adentrar num labirinto, correndo atrás de um novelo que torce, retorce, rola, enrola e dá nós, difíceis de serem desatados.  Por isso mesmo, a violência simbólica é sutil, mascarada, disfarçada e, assim, bastante eficaz.
Certamente, não é esse o caso da “nova poesia baiana”, tal qual expressa nas letras do nosso cancioneiro popular contemporâneo. Ao contrário, não há nada de dissimulado nessas cantigas. Nelas, a imagem da mulher, de todas nós mulheres, é explicitamente aviltada, rebaixada, causando constrangimento naquelas que se prezam. Senão vejamos:
Em “Me Dá a Patinha”, por exemplo, a mulher é abertamente chamada de “cadela”, porque está supostamente disponível para todos:
O João já pegou
Manoel, pegou também
O Mateus engravidou,
tá esperando o seu nenem
Carlinhos, pegou de quatro
Marquinhos fez frango assado
José sem camisinha
Pego uma coceirinha
O nome del'é Marcela
Eu vou te dizer quem é ela
Eu disse
Ela, ela, ela é uma cadela
Ela,ela mais ela é prima de Isabela
Joga a patinha pra cima
One,Two,Three
Me dá, me dá patinha
Me dá sua cachorrinha
(sic)
Igualmente desrespeitosa em relação às mulheres é a cantiga “Ela é Dog”, que segue a mesma linha (... estilo cachorra, ela fica de quatro,  ela é dog, dog, dog, ....parede de costas), assim como “Rala a Tcheca no Chão” (rala a tcheca no chão, a tcheca no chão, a tcheca no chão, mamãe), sem esquecer de “Na Boquinha da Garrafa”, onde se afirma que ...no samba ela gosta do rala, rala, me trocou pela garrafa, não agüentou e foi ralar... vai ralando na boquinha da garrafa, sobe e desce na boquinha da garrafa,
É na boca da garrafa...
Ressalto que não se trata somente do gosto deveras questionável desses versos, mas, sobretudo, da incitação e legitimação da violência física contra mulheres que eles expressam.  Como nos versos, ...se o homem é chiclete, mulher é que nem Lata, um chuta, o outro cata...”, ou então, na já combatida “Tapinha de Amor”:
Não era preciso chorar desse jeito
Menina bonita anjo encantador
Aquele tapinha que dei no seu rosto
Não foi por maldade foi prova de amor
A nossa briguinha foi de brincadeira
...
Não seja assim tolinha eu sei que tapinha de amor não dói
(sic)
Não custa lembrar que foram mais de 30 anos de lutas dos movimentos feministas no país no combate à violência de gênero contra mulheres, uma luta que logrou trazer a elaboração e aprovação da Lei Maria da Penha em agosto de 2006. Essa lei cria mecanismos para “coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, assim destacando, em seus Artigos 2º e 3º:
Art. 2o Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.
Art. 3o Serão asseguradas às mulheres as condições para o exercício efetivo dos direitos à vida, à segurança, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, à moradia, ao acesso à justiça, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
De acordo com a Lei Maria da Penha, uma Lei Federal, e, como vimos,  também de acordo com a Constituição da Bahia, é dever do Estado combater a violência, assegurando às mulheres o direito ao respeito e dignidade enquanto seres humanos. O Projeto de Lei apresentado pela Dep. Luiza Maia vem regulamentar a intervenção do Estado nesse tocante, dispondo sobre “a proibição do uso de recursos públicos para a contratação de artistas que, em suas músicas, danças, ou coreografias desvalorizem, incentivem à violência ou exponham as mulheres a situações de constrangimento.”
Ressalte-se que não se trata aqui de cercear o direito de “livre expressão artística” de ninguém, já devidamente consagrada na Constituição Federal. Não se trata de fazer censura.  Longe disso!  Mas é necessário que o Estado não seja conivente com mensagens que façam a apologia da violência de gênero contra mulheres, utilizando verbas públicas – o dinheiro nosso e do nosso povo – para aviltar a nossa imagem!  Fazê-lo, ou seja, contratar com dinheiro público quem assim procede é legitimar a violência de gênero contra as mulheres.  É, pois, atentar contra a nossa carta magna, cabendo, pois, de nossa parte, a impetração de ações cíveis junto ao Ministério Público.
Espera-se, outrossim, que o Projeto de Lei em questão também tenha um papel pedagógico.  Que ele venha a conscientizar mulheres e homens desta Bahia (e por que não, do nosso Brasil) da necessidade de combate à violência contra mulheres, hoje expressa, de forma tão vulgar e grosseira, no nosso cancioneiro popular.  Creio que é isso que minhas combativas companheiras do Fórum de Mulheres de Salvador, que comigo lutaram pelo avanço das nossas conquistas nos idos dos anos 1980, tinham também em mente quando sonhávamos com uma Bahia sem sexismo, sem racismo, e sem violência!


[1] Uma primeira versão deste ensaio foi apresentada como contribuição aos debates sobre o Projeto de Lei No.19.137/2011, na Comissão da Mulher da Assembléia Legislativa da Bahia, em 24/08/2011.
Profa. Dra. Cecilia M. B. Sardenberg,
Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher - NEIM
Universidade Federal da Bahia - UFBA
Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
Salvador, Bahia, BRASIL
Telefax: 55-71-3237-8239

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER - EDITAL



A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) abre segunda chamada de Edital para a continuação da implantação do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. O Edital esta aberto de 26 de agosto a 2 de setembro, conforme Portaria e Termo de Referência.


Fonte:http://www.sepm.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2011/08/spm-abre-2a-chamada-de-edital-para-o-pacto-nacional-de-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher

sábado, 13 de agosto de 2011

FEIRA DE TROCAS SOLIDÁRIAS CENTRO DE SÃO PAULO


VACINAÇÃO


A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo pretende vacinar 2,83 milhões de crianças menores de cinco anos contra a paralisia infantil durante a segunda etapa da campanha de imunização, que acontece no neste sábado, 13 de agosto. O número corresponde a 95% do total de 2,98 milhões de paulistas nessa faixa etária.
Na capital paulista, a abertura da segunda etapa da campanha será realizada às 8h no Parque do Ibirapuera, nas proximidades do Museu Afro Brasil, em São Paulo. Entre 8h e 15h, as crianças poderão ser vacinadas e brincar em um parque infantil montado para o evento, com piscina de bolinhas, pula-pula e palhaços, além de participar de atividades lúdicas, como pintura de rosto, e ganhar máscaras do Zé Gotinha.
Na primeira etapa da campanha, realizada em junho, 2,85 milhões de crianças menores de cinco anos de idade foram vacinadas. Nesta fase, serão mobilizados aproximadamente 14,8 mil postos fixos e volantes e 58,3 mil profissionais em todo o Estado, em parceria com as prefeituras.
Todas as crianças incluídas na vacinação, independentemente de terem sido ou não imunizadas na primeira fase da campanha, devem retornar aos postos de saúde no dia 13. A maioria das salas de vacina funcionará das 8h às 17h. Será possível também atualizar a caderneta de vacinação, gratuitamente.
“Os pais e responsáveis devem proteger seus filhos contra a poliomielite, levando as crianças para tomar a segunda dose da vacina Sabin. Desta forma, todos colaboram para evitar o retorno da circulação do vírus causador da doença ao Estado”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
São Paulo não registra nenhum caso de paralisia infantil desde 1988. No entanto, como o vírus da poliomielite ainda circula em países da África e da Ásia, é fundamental que todas as crianças menores de cinco anos sejam imunizadas todos os anos.
O posto volante do Parque do Ibirapuera, na capital, ficará na Av. Pedro Álvares Cabral, área de eventos, com entrada pelo portão 10, nas proximidades do Museu Afro Brasil. A relação dos postos de vacinação da Grande São Paulo pode ser conferida no site do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado.
(Com informações da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo).

terça-feira, 2 de agosto de 2011

FÁBULA DO CAVALO MARINHO


Era uma vez uma cavalo-marinho que juntou suas economias (7 moedas) e saiu em busca da fortuna. Ainda não havia andado muito quando encontrou uma enguia, que lhe disse:


Psiu… Eh! Amigo. Onde vai você?


_ Estou indo procurar minha fortuna – respondeu o cavalo-marinho orgulhosamente.


 _ Você está com sorte! – disse a enguia. Por quatro moedas pode adquirir essas velozes nadadeiras, e assim será capaz de chegar lá mais rápido!


- Oba, isto é ótimo! – disse o cavalo-marinho, e pagou o dinheiro, colocou as nadadeiras e saiu deslizando, numa velocidade duas vezes maior. Em seguida, encontrou uma esponja, que lhe disse:


_ Psiu… Eh! Amigo. Onde vai você?


_ Estou indo procurar minha fortuna – respondeu o cavalo-marinho.


 _ Você está com sorte! Disse a esponja. Por uma pequena recompensa deixarei você ficar com esta tábua de propulsão a jato, para que possa viajar muito mais rápido.



Então o cavalo-marinho comprou a tábua com o restante de suas moedas e foi zunindo pelo mar, com uma velocidade cinco vezes maior. Logo, logo, encontrou um tubarão, que disse:


_Psiu…Eh! amigo. Onde vai você?


_ Estou indo buscar minha fortuna, respondeu o cavalo-marinho.



_ Você está com sorte. Se tomar esse atalho e o tubarão apontou para sua bocarra vai economizar muito tempo.



_ Oba, obrigado, disse o cavalo-marinho, e saiu zunindo para dentro do tubarão, e nunca mais se ouviu falar nele.

MAGER, R.F. A formulação de objetivos de Ensino. Rio de Janeiro; Globo; 1983; prefácio.

sábado, 30 de julho de 2011

VALOR DA RESERVA DA FLORESTA AMAZONICA

Escondida sob a floresta amazônica há uma riqueza de nada menos de US$ 1,9 quatrilhões. Esse é o valor estimado para a reserva subterrânea que o país possui do mais básico recurso necessário para a sobrevivência humana: a água. Além disso, a Amazônia tem reservas de petróleo, ferro, alumínio e manganês que valem, juntas, em torno de US$ 12 trilhões. E uma capacidade de sequestrar carbono estimada em US$ 379 bilhões. Isso tudo, claro, se a floresta permanecer de pé. É o que aponta um estudo inédito do coordenador de sustentabilidade ambiental do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Aroudo Mota. Tivemos acesso à pesquisa, que será apresentada pela primeira vez hoje no Seminário da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. De lá, o estudo seguirá para a presidente Dilma Rousseff, que poderá usar os dados para negociações internacionais sobre o valor da biodiversidade brasileira.
 A necessidade de se calcular o valor dos serviços ecossistêmicos é uma tecla em que a Organização das Nações Unidas (ONU) tem batido frequentemente.
 A instituição possui, desde 2010, um projeto chamado Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (TEEB, na sigla em inglês), liderado por Pavan Sukhdev, que chefia a iniciativa "Economia Verde" do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA). E vários países têm estimadas suas riquezas.
Mas o Brasil ainda não tinha os cálculos. Por isso, o economista e especialista em sustentabilidade José Aroudo Mota iniciou a pesquisa no Ipea, que recebeu o nome de "Valoração dos Serviços Ecossistêmicos" , após um encontro com Pavan Sukhdev, que esteve no Brasil no início do ano:  - Temos que conhecer o valor das nossas riquezas, até para poder falar de igual para igual em negociações internacionais. O Brasil não conhece a riqueza econômica da floresta.
 Quando o representante da ONU veio ao Brasil, esteve no Ministério do Meio Ambiente, no Ipea, e comecei a calcular nossas estimativas - disse José Aroudo. 
Segundo o pesquisador, havia estimativas, nas quais ele se baseava, de que a biodiversidade brasileira valia em torno de US$ 4 trilhões. Mas, apenas levando em conta dados do IBGE de que há, na Amazônia ,1.344. 201, 7 quilômetros quadrados de aquíferos porosos (dado de junho de 2011), a riqueza já atinge a casa dos quatrilhões. Trata-se de um potencial econômico que ainda não pode ser medido em sua totalidade. Mas, tendo em vista os dados levantados por Mota, já é possível afirmar que a floresta de pé pode se tornar o principal ativo econômico do país, se for preservado. Isso vale também para as espécies animais. Sozinha, uma arara azul vale US$ 60 mil no mercado internacional oficial. Um mico leão dourado vale US$ 20 mil, uma jaguatirica, US$ 10 mil (foto). E apenas um grama do veneno retirado da aranha marrom para produzir medicamentos é estimado em US$ 24 mil. Mas, enquanto não se ampliam estratégias de proteção para a biodiversidade, todas essas espécimes são alvo da biopirataria internacional e do tráfico ilegal de animais, que movimenta mais de US$ 1 bilhão por ano.  -Os números querem dizer: não derrube a floresta. Isso não é inteligente. Se derrubar, lá se vão alguns quatrilhões de dólares, somando a água, o estoque de carbono e etc. Se não há árvores, a água não fica estocada no subsolo e o carbono não é sequestrado. Perde-se muito a cada espécime retirado sem precaução. O Razão Social teve acesso com exclusividade aos números, que serão divulgados hoje. O pesquisador trabalhou no cruzamento de dados oficiais de órgãos como IBGE, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Departamento Nacional de Produção Mineral e com valores negociados no mercado internacional de carbono e água por m3.
 A pesquisa será disponibilizada na íntegra pelo Ipea somente em meados de setembro.

fonte:
http://oglobo.globo.com/blogs/razaosocial/posts/2011/07/11/reserva-de-agua-da-amazonia-brasileira-vale-us-1-9-quatrilhoes-390961.asp

AVALIAÇÃO DOS MANANCIAIS DE SÃO PAULO

Nesta quinta-feira (28/07), na sede da Prefeitura de São Paulo, reuniram representantes das Secretarias do Verde e do Meio Ambiente, das Subprefeituras, da Segurança Urbana e da Guarda Civil Metropolitana/Guarda Ambiental para avaliar os quatro anos da operação e também as sistemáticas de fiscalização para impedir invasões de áreas de interesse ambiental, o controle de áreas de risco e a transferência das famílias para lugares seguros, o aprimoramento dos regulamentos para que não fique dúvida quanto à forma de atuar, respeitando a lei, direitos humanos, mas também e, sobretudo, os direitos coletivos e da sociedade na proteção da vida e do meio ambiente.

O Secretário Municipal de Segurança Urbana e Coordenador Executivo da Operação, Edsom Ortega falou sobre a Operação Defesa das Águas (ODA). Estiveram presentes, o Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge e o Chefe de Gabinete da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, Manoel Victor de Azevedo Neto, Subprefeitos, Comandantes Regionais da Guarda Civil e da Guarda Ambientel, o Coordenador Geral da Defesa Civil, além dos diretores dos Núcleos de Proteção Ambiental. 

Foi apresentada síntese dos resultados da operação a qual mostra que foram demolidas 6.621 construções irregulares em áreas de interesse ambiental, 16.470 ocorrências registradas, multas, prisões, apreensões de veículos e materiais de construção. Foi ressaltada a importância da atuação integrada com os organismos municipais, do Governo Estado, a padronização das normas e procedimentos, as medidas de fiscalização e controle e a importância da participação da comunidade nas ações.

O Secretário Ortega informou das mais de 1200 placas de sinalização das áreas de interesse ambiental e das áreas de risco, que estão sendo instaladas para alertar a população e evitar com que os grileiros e aproveitadores estimulem ocupações irregulares e ilegais. "Podemos e devemos retirar as famílias das áreas de risco, transferindo para abrigos seguros e salubres. Os procedimentos de orientação e notificação das famílias são seguidos à risca baseado na Cartilha da ONU em Direitos Humanos, em defesa da vida destas pessoas", afirmou Ortega.

Os avanços dos trabalhos, desde a criação da Operação em 2007 foram apresentados pelo secretário, como a compra e entrega (que aconteceu em 29 de maio) de três embarcações para Guarda Ambiental para proteger as represas, a criação do 48º Delegacia da Polícia Civil, específica ambiental - instalada na Zona Sul, a recuperação da Orla da Guarapiranga com a implantação de novos parques, inclusive na Cantareira, o Projeto Várzea do Tietê, a troca de muros por gradis à beira da represa Guarapiranga - o que contribui para a fiscalização, além do visual devolvido à população; a implantação de calçada ecológica, o Projeto Córrego Limpo, Borda da Cantareira, Parques Lineares, além do investimento de mais de R$ 1 bilhão em urbanização e moradias.

O Secretário Eduardo Jorge fez relato da criação do projeto. "Conhecer a história da criação da Operação é fundamental para entender o que estamos fazendo. A defesa dos mananciais, a transferência de famílias das áreas de risco e a criação de parques, que tem como objetivo a proteção da biodiversidade e, sobretudo evitar enchentes na cidade são os três pilares da Operação Defesa das Águas", ressaltou. Comentou as dificuldades no início quando às ameaças, intimidações eram feitas abertamente, mas que não foram capazes de aplacar a decisão da administração e dos integrantes da Operação no cumprimento da sua missão. "Quando envelhecermos vamos ter orgulho de dizer que na nossa época fizemos o que tinha que ser feito. Não vamos nos engonhar", disse o Secretário.

Já o Chefe de Gabinete da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, Manoel Victor de Azevedo Neto afirmou que a Operação é uma das ações mais fundamentadas da administração e tem atenção especial da Secretaria. "Esse projeto é positivo para toda cidade de São Paulo e de sucesso. A integração entre os parceiros é fundamental para isso. Nós da Secretaria e os subprefeitos estamos à disposição para aprimorar ainda mais essas ações", completou.  

Vários subprefeitos, dirigentes e técnicos da Secretaria do Verde, comandantes da Guarda Ambiental, deram bons exemplos de medidas adotadas e desafios que devem ser vencidos, enfrentando os que ainda tentam promover invasões e cometer crimes.

A Guarda Ambiental que já possui 540 agentes, mais de 60 viaturas, faz sobrevôos duas vezes por semana  - realizados em parceria com agentes da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e Defesa Civil. Esta medida facilita a fiscalização e o congelamento dos perímetros (áreas de interesse) da Operação, já que é possível ter uma ampla visualização do local. Neste semestre, mais de 60 sobrevôos foram feitos, totalizando mais de 120 horas de vôo, com diversos flagrantes de crimes ambientais.

A Operação Defesa das Águas é um convênio entre a Prefeitura de São Paulo e do Governo do Estado para proteger, fiscalizar e recuperar as áreas de interesse público, ambientais e de mananciais. Durante 51 meses as ações de fiscalização integrada resultaram em realizadas 66.202 rondas, 6.621 desfazimentos, 16.470 ocorrências registradas, 42.226 apreensões de blocos que seriam utilizados em construções irregulares e 66 fábricas fechadas. Dezenas de parques implantados, famílias transferidas, favelas urbanizadas, ampliação da rede e tratamento de esgotos, foram exemplos dos avanços registrados.

Imagens:

As imagens estarão disponíveis para download pelo período de um mês. Os créditos devem ser de Marcelo Ulisses/SMSU e Fernando Pereira/SECOM:








Assessoria Imprensa e Comunicação
Secretaria Municipal de Segurança Urbana
Tels.(11) 3396-5842/3396-5866/3396-5865/3396-5869

terça-feira, 19 de julho de 2011

CARIDADE TEM DIA ESPECIAL



No Brasil, o dia 19 de julho tornou-se oficialmente o Dia da Caridade através da Lei nº 5.063, de 1966, por decreto do então presidente Humberto Castelo Branco, ironicamente, em plena Ditadura Militar. Ajudar ao próximo, promover a inclusão social, diminuir de alguma forma o sofrimento das pessoas, tudo isso é ser caridoso. Mas ao contrário do que muitos pensam, a verdadeira caridade se faz, quando, ao invés de levar comida à boca de quem tem fome, se ensine a este faminto, a plantar, cultivar, colher e sobreviver. E mais que isso: multiplicar esse ensinamentos. E essa atitude pode ser aplicada em todas as facetas da vida.

Caridade, genericamente, seria o amor que move a vontade à busca efetiva do bem de outrem, benevolência, complacência, compaixão, beneficência, benefício, esmola (?). Uma pessoa caridosa, seria aquela que, fazendo bom uso de suas forças mentais, vibrasse ou orasse diariamente em favor de tantos quantos se acham enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem seus inimigos. E se, com sacrifício de seu valioso tempo, fosse capaz de ouvir, o infeliz que deseja lhe confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão, que nada se pode fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.

Assim como, seria caridoso, aquele que, disciplinando sua língua, só se referisse ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só servissem para comprometer a honra ou abalar a reputação alheia, ou até percebendo em seu irmão um intento maligno, o aconselhasse a tempo, mostrando-lhe o erro e convencendo-o a não levar a efeito. Seria caridoso aquele que, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurasse criar em torno de si, uma atmosfera de paz, tranqüilidade e bom humor, e que, de vez em quando, endereçasse uma palavra de aplauso e de estimulo às boas causas e não procurasse, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.

Muito poderia ainda ser lembrado, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões certeiras da maior de todas as virtudes. Porém, quase nunca as pessoas percebem que essas oportunidades estão a sua frente, a todo instante, para que se pratique caridade. Elas, em sua grande maioria, traem, empregam a violência, tratam os outros com leviandade, desconfiam, fazem comentários de má fé, e, quando cedem algumas migalhas do que lhes sobra, raras vezes agem sob a inspiração do amor ao próximo, mas sim, tendo em mira o recebimento de “recompensas celestiais”. Quanto ainda falta para que as pessoas tenham em seu coração a verdadeira caridade em sintonia com o mundo?

Fonte: Ring
Dicionário Aurélio


(imagens da internet)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

CURSO GESTÃO DE PROJETOS EM GUARULHOS










Fotos da criação de um produto com sucatas, e o desenvolvimento de uma campanha publicitária...introdução ao módulo captação de recursos. Foi muito bom...

video no You Tube 

http://www.youtube.com/user/barbosaeliza?feature=mhum

terça-feira, 14 de junho de 2011

ESCOLHA PROFISSIONAL NAS FÉRIAS


Orientação vocacional/profissional
A escolha de uma profissão, seja a primeira ou a recolocação no mercado de trabalho, é um processo amplo que permite à pessoa  esboçar um projeto de vida, uma análise de sua história familiar, questionar valores, habilidades,  a qualidade de vida que se pretende ter, as informações sobre as carreiras profissionais, as expectativas de vida e o conhecimento sobre o mercado de trabalho.
A orientação vocacional é um processo  onde envolve atividades, dinâmicas de grupo, pesquisas, entrevistas com profissionais, enfim, utiliza-se milhares de ferramentas e por fim o teste vocacional afim de confirmar os dados coletados no processo propiciando uma escolha assertiva ao orientando.

Módulos:

IV– Teste vocacional
V -  Devolutiva Individual

email para contato.: elizabar@uol.com.br 



O consultório